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O Credit Suisse espera que os números das três empresas sejam bem recebidos pelo mercado, mas uma delas vai ocupar o lugar mais alto do pódio; saiba qual
Arezzo (ARZZ3), Grupo SBF (SBFG3) — dono da Centauro —, e Lojas Renner (LREN3) divulgam na próxima semana os resultados referentes ao primeiro trimestre de 2022. A expectativa do Credit Suisse é que os números, de maneira geral, sejam bem recebidos pelo mercado, mas quem vencerá essa corrida de resultados?
Segundo o banco suíço, as três varejistas cruzarão a linha de chegada empatadas na modalidade tendência de vendas e qualidade; ou seja, a margem bruta deve ser boa para todas elas.
O Credit Suisse lembra, no entanto, que a comparação com o primeiro trimestre de 2021 é favorável, já que os primeiros três meses do ano passado ainda traziam o efeito da pandemia de covid-19.
Mas quem ocupará o lugar mais alto desse pódio é a Arezzo, de acordo com o banco. O segundo lugar ficará com o Grupo SBF e o terceiro lugar, com a Lojas Renner. Confira o calendário de balanços do primeiro trimestre.
A Arezzo (ARZZ3) deve cruzar a linha de chegada em primeiro lugar, segundo o Credit Suisse, graças a um crescimento previsto de 68% no faturamento na comparação anual e uma margem Ebitda 130 pontos-base maior com relação ao primeiro trimestre de 2019.
O banco segue otimista com a empresa no segundo trimestre de 2022, que deve trazer resultados tão robustos quanto os de trimestres anteriores — com expectativa de fortes vendas no Dia das Mães.
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Além disso, o Credit Suisse afirma que as vendas da Arezzo referentes às operações nos EUA no primeiro trimestre devem indicar uma aceleração que levará à revisão desse indicador no ano de 2022 de forma geral. O banco projeta R$ 500 milhões para as vendas no ano.
As ações ARZZ3 operam em baixa de 3,37% hoje, cotadas a R$ 88,93. No ano, os papéis acumulam alta de 15,8% e, em 12 meses, de 17,6%.
Atrás da Arezzo, o Grupo SBF (SBFG3), dono da Centauro, aparece em segundo lugar no pódio do Credit Suisse. O banco espera um crescimento de 54% no faturamento entre janeiro e março deste ano na comparação anual.
Já a margem Ebitda deve ficar praticamente estável em relação aos primeiros três meses de 2019, segundo as projeções.
No futuro do SBF, o banco suíço destaca o trabalho nas operações da Fisia — a distribuidora oficial da Nike no Brasil —, cuja estimativa é de crescimento de 80% da receita em termos anuais.
Além disso, o dono da Centauro deverá contar com margens brutas saudáveis e bons indícios de aceleração das vendas para o segundo trimestre — com espaço para revisão para cima.
Por volta de 12h37, as ações SBFG3 operavam em queda de 3,22%, a R$ 24,37. No ano, os papéis acumulam ganho de 6,9% e, em 12 meses, queda de 9,14%.
Entre as três varejistas na corrida do Credit Suisse, a Lojas Renner (LREN3) será a última a cruzar a linha de chegada.
O banco projeta um crescimento da receita de 62% em base anual e uma margem Ebitda ajustada 820 pontos-base menor com relação ao primeiro trimestre de 2019. Confira o resultado da Renner no quarto trimestre.
Segundo o Credit Suisse, a pressão de rentabilidade não é nova para a Renner, mas sua magnitude pode chamar a atenção novamente.
Por outro lado, o banco espera que os indicadores operacionais subjacentes venham em boa forma, com desempenho de vendas acelerado mês a mês e margem bruta acima do número anteriormente esperado — apesar das pressões relacionadas ao câmbio e à inflação sobre os custos de entrada e frete.
Por volta de 12h40, as ações LREN3 caíam 1,48%, cotadas a R$ 24,63. No ano, os papéis acumulam ganho de 1,65%, mas em 12 meses a perda é de 31,61%.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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