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Se as condições mudam, também precisamos mudar. E, quando a transformação tem resultado positivo, tendemos a chamá-la de evolução
“É impossível mergulhar duas vezes na água de um mesmo rio, pois nem o rio nem você serão os mesmos.” — Heráclito
Autoridade no campo de células-tronco, o pesquisador sueco Jonas Frisen afirma que praticamente todas as células do nosso corpo são substituídas por novas em um período de sete a dez anos.
Se, eventualmente, a maioria de nossas células se alteram, será que nos tornamos pessoas diferentes?
A questão remete ao paradoxo do Navio de Teseu, proposto pelo filósofo grego Plutarco.
Na mitologia, a história de Teseu — o mesmo que lutou contra o Minotauro — conta que, durante seus anos de viagem a Creta, a tripulação precisou substituir as peças do navio à medida que se desgastavam, até que no fim da jornada todas haviam sido substituídas.
O navio no fim da viagem era o mesmo do início?
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Se não, em que momento deixou de ser o mesmo? Foi na troca da última peça, da primeira ou, talvez, após passar a metade das trocas?
Filosoficamente, seria possível que um novo navio, constituído por todas as peças descartadas do anterior — embora, provavelmente, inútil —, fosse considerado original?
Na série Os Melhores Fundos de Investimento, esbarramos em perguntas similares, mas, claro, em um nível menos filosófico. Quando a equipe de um fundo de investimentos deixa de ser a mesma, aquela responsável pelos bons resultados até aqui?
Em outras palavras, tentamos — e essa é, humildemente, a única palavra certa — identificar os donos da vantagem competitiva.
Será o gestor, com sua experiência tácita de 15 anos em tesouraria e seu relacionamento com os principais CEOs e CFOs de empresas?
Será um dos analistas, responsável por boa parte do retorno do fundo em setores específicos?
Ou pode ser o processo robusto o suficiente para ter passado por diversas mudanças no time de gestão e não ter perdido sua essência?
Nos últimos anos, o Itaú Hedge Plus foi um bom exemplo para ilustrar esse desafio.
Um dos multimercados de maior sucesso na indústria e com histórico invejável de mais de dez anos, a estratégia passou por mudanças relevantes na equipe de gestão entre 2019 e 2020, com a saída do CEO da Itaú Asset e de outros três gestores, que decidiram empreender por conta própria.
Apesar da saída de suas peças-chave, o fundo manteve toda a estrutura de pesquisa, dados e gestão de risco do banco, com processos bem definidos e boa parte da equipe igualmente experiente.
Mas ele continua o mesmo fundo?
E nas análises de desempenho, devemos avaliar somente o desempenho da nova gestão e ignorar todo o histórico anterior?
Para dificultar ainda mais, o quanto as novas assets formadas pelas peças que saíram — Asset 1 e Genoa Capital, respectivamente — podem, em certo grau, ser consideradas como continuações da estratégia anterior?
Na dúvida, temos ficado entre não tomar qualquer decisão e, no máximo, fazer recomendações aos assinantes para nossa carteira incubadora, com alocações menores do que sugestões oficiais da série.
Outro exemplo recente é a saída, há algumas semanas, do sócio e gestor responsável pela área macro da RPS Capital, o que levou à retirada do fundo RPS Global Macro da nossa carteira incubadora. Se as condições mudam, também precisamos mudar.
Entre a substituição de nossas células, o paradoxo do navio de Teseu e alterações nos elementos-chave de uma gestora, a transformação é o elemento em comum.
Quando a transformação tem resultado positivo, tendemos a chamá-la de evolução.
Por isso, temos um convite especial a todos os assinantes.
Na semana que vem, acontece a Semana de Fundos na Vitreo e na Empiricus, uma oportunidade única para acompanhar conversas diárias que temos com alguns dos gestores mais admirados e ganhadores de dinheiro do país.
Entre gestores de ações, de fundos sistemáticos, imobiliários, multimercados, de renda fixa e globais, serão seis painéis online entre 28 de março e 1º de abril, de segunda a sexta-feira.
Clique aqui e se inscreva no evento para acompanhar as lives e a programação diária.
Deixamos nosso mais sincero agradecimento ao time brilhante de gestores que toparam participar deste evento especial e abrir suas portas e ideias para os assinantes da Empiricus e investidores da Vitreo: Alaska, Canuma, Canvas, Encore, IP Capital, Itaú, JGP, Kadima, Kapitalo, Legacy, O3, Pandhora, Pimco, RBR, SPX e Trígono.
A abertura, na segunda-feira, às 9h, está imperdível: um bate-papo exclusivo entre o Felipe Miranda e o experiente trio de gestores de ações Henrique Bredda (Alaska), João Braga (Encore) e Werner Roger (Trígono) sobre as melhores oportunidades na Bolsa.
Como sempre, isso é feito para você. Queremos que você saia da próxima semana um investidor ainda melhor — e, sem dúvida, mais bem informado — do que hoje.
Alexandre Alvarenga e Bruno Mérola
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