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A companhia ocupará quatro conjuntos de um imóvel localizado na Vila Olímpia, uma das regiões premium do mercado de lajes corporativas paulista
Desde que passou a ser gerido pela VBI Real Estate, o fundo imobiliário Pátria Edifícios Corporativos (PATC11) tem chamado a atenção dos investidores pelas movimentações na carteira. A mais recente é a locação de parte do edifício Sky Corporate para o Google Brasil Internet.
A companhia ocupará quatro conjuntos do imóvel localizado na Vila Olímpia, uma das regiões premium do mercado de lajes corporativas paulista.
Vale destacar que a gigante da tecnologia já ocupa um prédio no bairro vizinho, o Itaim Bibi. O edifício Pátio Victor Malzoni, que está na famosa avenida Faria Lima, seguirá como a sede da empresa no Brasil.
O contrato de locação tem início já neste mês e abrange os 2,69 mil metros quadrados detidos pelo PATC11 no edifício. O percentual equivale a 10,5% da área bruta locável (ABL) total do ativo.
Construído em 2012 e adquirido pelo fundo imobiliário em 2019, o prédio era o único ativo sem locatários a fazer parte do portfólio do Pátria Edifícios Corporativos e o responsável pela vacância de 22,7% da carteira.
Além de reduzir a vacância, o contrato com o Google também terá um impacto positivo de R$ 0,08 cota nas receitas do FII após o período de carência, segundo as contas do PATC11.
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A perspectiva de aumento nas receitas — e, possivelmente, nos dividendos — animou os investidores nesta terça-feira (20). As cotas do fundo avançaram 1,56% hoje, a R$ 74,44, na B3.
Além da locação para o Google Brasil Internet, o Pátria Edifícios Corporativos também é o protagonista de dois possíveis movimentos de compra e venda na indústria de FIIs.
O PATC11 enviou na semana passada uma proposta para a aquisição de imóveis do portfólio do fundo BM Brascan Lajes Corporativas (BMLC11) por R$ 17,4 milhões.
O alvo do Pátria Edifícios Corporativos são dois pavimentos do edifício Brascan Century Corporate. Localizado no Itaim Bibi, bairro paulista que concentra uma das maiores demandas por escritórios do país, a área total dos ativos é de pouco mais de 1,4 mil metros quadrados.
A administradora e a gestora do BMLC11 — BTG Pactual e Argucia Capital, respectivamente — avaliarão a proposta e explicam que, caso entendam que ela é interessante para o FII, convocarão uma assembleia geral extraordinária para que os cotistas avaliem a transação.
Antes disso, o PATC11 também já havia proposto a venda do portfólio de outro fundo imobiliário. O FII pediu a convocação de uma assembleia do Vila Olímpia Corporate (VLOL11), do qual é cotista, para deliberar a venda das seis lajes nas quais o VLOL11 investe.
Assim como ocorreu no caso do BM Brascan Lajes Corporativas, a RB Capital Asset, gestora do Vila Olímpia Corporate, afirmou que, junto à Oliveira Trust — a administradora do fundo —, irá analisar as informações do pedido e avaliar as alternativas disponíveis para o VLOL11 e seus cotistas antes de convocar uma assembleia.
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