O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os três principais índices de Wall Street vieram de uma semana difícil, já que as preocupações com a desaceleração econômica dos EUA, um Federal Reserve mais agressivo e a inflação mais alta afetaram a confiança dos investidores
O S&P 500 oscilou durante toda a sessão entre perdas e ganhos, mas perdeu a luta e encerrou a segunda-feira (16) na lona, com os investidores reavaliando as chances de a economia dos EUA entrar em recessão.
Os três principais índices de Wall Street vieram de uma semana difícil, já que as preocupações com a desaceleração do crescimento econômico norte-americano, um Federal Reserve mais agressivo e a inflação mais alta afetaram a confiança dos investidores.
O Dow Jones registrou uma sequência de sete semanas de perdas na sexta-feira, a mais longa desde 2001. Já o S&P 500 registrou seis semanas de queda seguida — a maior desde 2011.
Confira a variação e a pontuação dos três índices da bolsa dos EUA no fechamento:
O setor de energia brilhou nesta segunda-feira em Nova York. O segmento deu saltou mais de 3% depois que o petróleo recuperou as perdas anteriores por temores de uma escassez de oferta, já que os membros europeus parecem estar progredindo em um acordo para proibir o petróleo russo.
Os papéis de APA, Marathon Oil e Occidental Petroleum Corporation estiveram entre os maiores ganhos do dia, chegando a subir mais de 6%.
Leia Também
Na contramão, o setor financeiro foi um empecilho para o S&P 500, liderado pelo Signature Bank — o banco exposto à criptomoeda relatou uma queda nos depósitos após uma derrota nos mercados de ativos digitais.
Os bancos regionais, por sua vez, também sofreram perdas, aumentando a pressão sobre o setor em meio a crescentes apostas de uma desaceleração econômica após um crescimento econômico mais fraco relatado na China.
Outro papel que chamou atenção foi o do McDonald's, que não sofreu alterações na abertura em Nova York, mas chegou a cair 2% depois de anunciar que venderá seus restaurantes na Rússia, levando a uma baixa de até US$ 1,4 bilhão.
Assim como o S&P 500, as bolsas europeias lutaram para encontrar uma direção após a volatilidade da semana passada.
O pan-europeu Stoxx 600 fechou praticamente estável, recuperando perdas de 0,8% no início do dia. Os recursos básicos saltaram 1,6% para liderar os ganhos, enquanto as ações de tecnologia caíram 1,4%.
O comércio incerto nesta segunda-feira veio após uma semana tumultuada para os mercados globais, embora as bolsas europeias tenham avançado na sexta-feira (13) na tentativa de recuperar algum terreno, com os investidores avaliando as perspectivas para a inflação e as taxas de juros.
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses