O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os indicadores melhores do que o esperado deram um respiro para o Ibovespa nesta semana; dólar caiu quase 2%
O mercado financeiro começou a semana olhando aterrorizado para os céus. Já era esperado que os dias fossem marcados pelo avistamento de dragões no ar, mas não se sabia ao certo o tamanho da encrenca que precisaria ser enfrentada.
Com traumas dos episódios recentes, onde a cada mês a ameaça se mostrava maior e mais voraz, a postura padrão foi a de se preparar para o pior, mas a profecia não se concretizou.
No Brasil, o dragão da inflação que cruzou os céus foi mirrado, afetado pelos cortes frequentes nas tarifas de combustíveis e energia — o indicador de preços, na verdade, apresentou o maior recuo desde a década de 80.
Nos Estados Unidos, outra surpresa. Os preços permaneceram estáveis, sem crescimento. Mas alguns economistas fizeram questão de apontar que isso não significa o fim da fase de crescimento.
Sem a sombra das asas da inflação bem abertas sobre os mercados globais, os principais índices acionários puderam enxergar a luz do sol — e florescer com um bom adubo feito dos números da temporada de balanços do segundo trimestre.
No Brasil, empresas como Hapvida (HAPV3), Via (VIIA3) e Magazine Luiza (MGLU3) subiram mais de 10% de olho em uma melhora dos dados operacionais e também na expectativa de menos nuvens no cenário macroeconômico.
Leia Também
O setor de commodities também não ficou para trás, mesmo com a queda do petróleo no exterior. A Petrobras (PETR4) subiu 8% e ajudou o Ibovespa a cravar uma alta de 2,78%, aos 112.764 pontos. Na semana, o avanço foi de 5,91%.
O apetite por risco levou a curva de juros a devolver os ganhos da véspera e o dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,63%, a R$ 5,0739. O recuo acumulado nos últimos cinco pregões foi de 1,8%.
A piora do cenário macroeconômico, com inflação e juros altos, tem sido o pesadelo do setor varejista nos últimos meses e mesmo com os gestores voltando a apostar no comércio físico e recuperando modelos mais tradicionais de pagamento — como o velho carnê e suas intermináveis parcelas —, os resultados do segundo trimestre do ano deixaram a desejar.
As tentativas de aumentar a lucratividade e receita foram consideradas fracas pela maior parte dos analistas, com muitas linhas dos balanços vindo pouco abaixo do esperado e a certeza de que os próximos meses devem seguir sendo desafiadores — ainda que o aumento do Auxílio Brasil e dados recentes de inflação melhorem marginalmente as expectativas.
Apesar disso, tanto a Via (VIIA3) quanto o Magazine Luiza (MGLU3) conseguiram avanços importantes na capacidade de geração de caixa, o que deixou as duas empresas entre os maiores ganhos desta sexta-feira MGLU3 — teve ganhos de mais de 17%, enquanto a Via avançou quase 14%.
Outra empresa com destaque relevante nesta sexta-feira foi a Hapvida (HAPV3), que apresentou melhora em seus indicadores de sinistralidade, passando de 73% no primeiro trimestre para 72,3% no segundo.
Com a inflação perdendo fôlego e apostas mais otimistas para o encerramento do ciclo de aperto monetário tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos favoreceram ações de setores mais sensíveis ao avanço dos juros.
A temporada de balanços também fez sua parte. Todo o Top 5 dos melhores desempenhos do período tiveram performance satisfatório nos números trimestrais — Positivo, Banco do Brasil, Hapvida e Magazine Luiza. Confira as maiores altas da semana:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARSEM |
| POSI3 | Positivo Tecnologia ON | R$ 9,83 | 28,33% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 16,55 | 23,51% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 7,65 | 18,60% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 44,12 | 16,75% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,57 | 12,97% |
A temporada de balanços também foi responsável pelos piores desempenhos da semana, com a Natura ficando na lanterna ao apresentar mais um trimestre de crescimento e integração lenta entre suas unidades de negócio. Confira também as maiores quedas do período:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 14,27 | -18,97% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 10,39 | -8,78% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 7,15 | -7,74% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 15,57 | -7,04% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 12,94 | -6,91% |
A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida
No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)
O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos
Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais
Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11
O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual
Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil
Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda
Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco
O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado
Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho
As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora