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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais amanheceram em queda nesta sexta-feira (22). Apesar de o Ibovespa manter um excelente desempenho em 2022, hoje o índice é submetido a seu primeiro grande teste do ano. Sem grandes eventos por aqui, os investidores repercutem mais um embate entre o presidente Jair Bolsonaro e o STF e acompanham as falas dos presidentes do BCE e do Banco da Inglaterra (BoE).
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Os investidores já sabiam que essa semana não seria fácil para o Ibovespa. Com a liquidez reduzida por mais um feriado e o ambiente externo desafiador, a sexta-feira (22) não era favorável a ganhos elevados.
O que eles não imaginavam, porém, é que a volta do feriado traria uma deterioração ainda maior para o cenário global e marcaria o retorno triunfal de um velho conhecido dos brasileiros: o risco político.
O resultado da combinação entre os temores globais e locais foi uma queda de 2,86% do Ibovespa. O principal índice acionário da B3 por pouco não encerrou a sessão abaixo da linha dos 111 mil, terminando o dia em 11.077 pontos, menor nível desde 16 de março. O tombo chega a 4,39% na semana.
A sexta-feira (22) que sucedeu o feriado de Tiradentes e fechou a semana nos mercados ficou marcada pela disparada do dólar, que registrou forte alta, de 4% e fechou o dia negociado a R$ 4,8051. Na semana, o avanço é de 3,38%.
O dólar voltou a ficar abaixo dos R$ 4,80 após uma intervenção do Banco Central.
O BC vendeu US$ 571 milhões em um leilão de dólares à vista de cinco minutos.
Por volta das 16h37, a moeda norte-americana avançava 3,67%, a R$ 4,789.
O vencedor das eleições presidenciais de domingo na França pode ser definido pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Não, o demonizado líder da invasão da Ucrânia não está sendo acusado de interferir nas eleições francesas.
Entretanto, o discurso anti-União Europeia da candidata de extrema-direita aliado a sua propalada proximidade com Putin parece estar pendendo em favor do presidente Emmanuel Macron, que busca um novo mandato de sete anos.
Ações do setor permanecem pressionadas com perspectiva de juros e inflação.
Para o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), esse deve ser o caldo perfeito para acelerar a inadimplência. O indicador deve ter um pico em abril, atingindo os 4,69%, o maior nível do ano.
Após nova piora das bolsas de NY, o Ibovespa rompeu mais um patamar na linha das pontuações.
Por volta das 16h, o principal índice acionário brasileiro recua 3%, aos 110.925 pontos.
Já o dólar dispara 4,61%, cotado em R$ 4,833.
Veja como operam as bolsas de Nova York:
O indulto concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) é alvo de críticas de políticos e juristas.
Mas, segundo Bolsonaro, o “perdão” simboliza a “garantia de nossa liberdade”.
Em Porto Seguro (BA) para a cerimônio de 522 da chegada dos portugueses ao Brasil, o presidente declarou: “Ontem foi um dia importante para nosso país. Não pelo pessoa que estava em jogo ou por quem foi protagonista desse episódio, mas o simbolismo que temos, mais que o direito, a garantia da nossa liberdade”.
A situação do Ibovespa já estava ruim, mas ficou ainda pior após Wall Street aprofundar a queda. O índice renovou as mínimas e aproximou-se dos 110 mil pontos.
Além disso, o dólar voltou a acelera os ganhos e ultrapassou a barreira dos R$ 4,80.
Por volta das 15h24, o Ibovespa recuava 2,51%, aos 111.479 pontos. Já a moeda norte-americana saltava 3,97%, cotada em R$ 4,804.
Veja como operam as bolsas de Nova York:
Ibovespa permanece em queda de 2,24%, aos 111.785 pontos.
O dólar à vista acelera a alta e avança 3,37%, cotado a R$ 4,796.
A trajetória de queda do dólar foi um dos assuntos mais comentados das últimas semanas. Em meio a corte nas projeções para o final do ano e recomendações de compra, o mercado celebrava a volta da moeda norte-americana aos menores níveis em dois anos.
A alegria, porém, não durou até o final de abril. Nesta sexta-feira (22), em meio à aversão ao risco global, o dólar salta 3,4%, cotado em R$ 4,78. Enquanto isso, o Ibovespa recua e afasta-se cada vez mais dos 112 mil pontos.
Quem também conversou com a CNBC hoje foi a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.
Ao lado da secretária do Tesouro dos EUA, Lagarde admitiu que há uma “chance forte” de que o bloco econômico eleve os juros ainda neste ano.
As declarações das autoridades econômicas europeia e norte-americana derrubaram as cotações em NY e levaram o Ibovespa a renovar a mínima do dia.
Por volta das 12h58, o índice operava em queda de 2,3%, a 111.716 pontos.
Já o dólar seguia na trajetória de alta, com avanço de 3,19%, a R$ 4,767.
As preocupações com a inflação não sairão de cena tão cedo nos Estados Unidos, admitiu nesta sexta-feira (22) a secretaria do Tesouro norte-americano, Janet Yellen.
Em entrevista à CNBC, Yellen declarou que a inflação “seguirá conosco por mais um tempo”, mas não vislumbra uma possível recessão no país.
A secretaria também comentou a situação econômica e política da China, que voltou a impor lockdowns em determinados regiões do país para conter um novo avanço da covid-19.
Com a deterioração do cenário externo e os ruídos políticos brasileiros trazendo mais incerteza para o mercado interno, o dólar segue acelerando a alta nesta sexta-feira (22).
Por volta das 12h40, a moeda norte-americana subia 3,01%, a R$ 4,758.
Já o Ibovespa continua sentindo o peso das commodities e de mais uma dia negativo em NY. No mesmo horário, o índice recuava 2,26%, aos 11.756 pontos.
O Ibovespa acaba de atingir uma nova mínima. Puxado principalmente pelos setores de commodities e bancos, o principal índice acionário do Brasil desceu mais um nível na linha de pontuações.
Por volta das 11h43, o Ibovespa recuava 2,20%, aos 111.832 pontos.
Embalado pela piora do cenário internacional e pela renovação do embate entre o presidente Jair Bolsonaro e o STF, o dólar pisou no acelerador de ganhos.
Por volta das 11h25, a moeda norte-americana avançava 2,38%, cotada em R$ 4,730
A privatização da Eletrobras (ELET6) virou a joia da coroa do governo, que tem apostado todas as fichas para desestatização da empresa.
Depois que o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o processo seria concluído até o começo de maio, foi a vez de Bento Albuquerque, de Minas e Energia, estipular uma nova data.
Com as bolsas de NY abrindo o dia no vermelho, o Ibovespa atingiu uma nova mínima.
Por volta das 10h45, o principal índice acionário da B3 recuava 1,85% aos 112.233 pontos.
Confira como operam as bolsas norte-americanas:
Já o dólar avançava 2,04%, a R$ 4,714.
Com o Ibovespa em forte queda, apenas quatro ações registram ganhos nesta sexta-feira (22). Veja abaixo:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO | VARIAÇÃO |
| NTCO3 | GRUPO NATURA ON ED NM | R$ 21.80 | +2.74% |
| AZUL4 | AZUL PN N2 | R$ 24.23 | +0.96% |
| TOTS3 | TOTVS ON NM | R$ 35.51 | +0.51% |
| ALPA4 | ALPARGATAS PN N1 | R$ 21.76 | +0.23% |
Confira também as maiores quedas do índice:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO | VARIAÇÃO |
| ELET6 | ELETROBRAS PNB N1 | R$ 40.63 | −3.88% |
| ELET3 | ELETROBRAS ON N1 | R$ 40.68 | −3.60% |
| CSNA3 | SID NACIONAL ON | R$ 22.89 | −3.98% |
| BPAN4 | BANCO PAN PN N1 | R$ 9.50 | −4.33% |
| PCAR3 | PÃO DE AÇÚCAR ON | R$ 22.60 | −3.50% |
Pouco após abrir o dia em queda e testando os 113 mil pontos, o Ibovespa afundou de vez e chegou às mínimas.
Por volta das 10h18, o índice recua 1,56%, aos 112.556 pontos.
Como já era previsto pelos analistas políticos e de mercado, o polêmico perdão concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) tornou-se alvo de sua primeira contestação judicial.
O partido Rede protocolou na manhã desta sexta-feira (22) um pedido para que o Supremo Tribunal Federal (STF) anule o perdão de Bolsonaro.
Vale lembrar que o deputado foi condenado a 8 anos e 9 meses de prisão após atos contra a democracia.
Na volta do feriado de Tiradentes, o Ibovespa se ajusta ao recuo das bolsas norte-americanas ontem. O índice abriu a sexta-feira (22) em queda de 025%, aos 114.052 pontos.
Já o dólar recupera parte das perdas dos últimos dias com um avanço de 1,85%, a R$ 4,706
Nosso colunista Nilson Marcelo identificou, após o fechamento do último pregão, uma oportunidade de venda para os papéis do Banco Pan (BPAN4).
O ativo está em tendência de baixa e apresenta uma forte pressão vendedora.
As bolsas de valores europeias operam em queda na manhã de hoje.
Os investidores aguardam falas da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.
O presidente do Banco da Inglaterra (BoE) também participa de evento hoje.
O índice FTSE, da bolsa de Londres, recua 0,75%. Em Paris e Frankfurt, a queda é de 1,5%.
O Ibovespa futuro abriu em forte queda e o dólar iniciou o dia em forte alta.
O índice futuro da bolsa brasileira cai 1,3%, aos 114.230 pontos.
Já o dólar sobe 1,7%, cotado na casa dos R$ 4,71.
Os ativos brasileiros se ajustam à forte queda observada ontem nas bolsas internacionais.
Ao mesmo tempo, bolsa e câmbio reagem aos ruídos políticos causados pelo indulto concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ).
Um boato provocou um grande estrago nas ações da Natura na sessão de quarta-feira. NTCO3 encerrou o último pregão em queda de 15,3% depois de um suposto vazamento do balanço da companhia para o primeiro trimestre de 2022. E os números teriam vindo ruins.
Conforme noticiado pelo Seu Dinheiro na própria quarta-feira, porém, não houve vazamento. O que ocorreu foi uma bateria de reuniões entre o departamento de relações com investidores e analistas de sell-side para alinhar as expectativas do mercado.
Em fato relevante divulgado no fim da noite de ontem, a Natura confirmou a notícia publicada pelo Seu Dinheiro.
A queda dos índices em Wall Street já tenderia a pressionar o Ibovespa hoje, uma vez que a bolsa brasileira não funcionou ontem devido ao feriado.
Os ADRs de grandes empresas brasileiras como Petrobras, Vale, Itaú e Bradesco também registraram forte recuo ontem em Nova York.
Na agenda interna, não há indicadores econômicos nem balanços corporativos previstos para hoje.
Lá fora, os investidores acompanham falas da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, e do presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey.
Na agenda de resultados corporativos, American Express e Verizon são destaque no exterior.
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
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O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
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Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
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Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
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