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Analista avalia o cenário intrincado da oferta de petróleo no mundo, que afeta os preços da commodity
Nos últimos meses, o brasileiro tem sentido o peso no bolso ao abastecer o tanque dos veículos. São vários os fatores que têm puxado o preço da gasolina para cima. De maneira simplificada, o que podemos dizer é que as commodities seguem a lei de mercado e, diante da redução na oferta e aumento na demanda, os preços sobem.
Para entender mais sobre a situação atual, o analista da Empiricus Ruy Hungria gravou um vídeo detalhando a relação da oferta e demanda do petróleo.
Confira se vale a pena ter petróleo na carteira de investimentos.
A redução de oferta do petróleo não é algo novo. Desde o início da pandemia, muitas companhias petrolíferas tiveram sua produção interrompida. Em um cenário de instabilidade, os preços da commodity caíram pela redução da demanda durante a quarentena. Assim, o preço era negociado abaixo do breakeven, ou seja, a cotação do barril do petróleo chegou a ser menor do que os custos de determinadas companhias. Dessa forma, para muitas deixou de valer a pena trabalhar com o petróleo e as portas dessa produção foram fechadas, gerando ainda mais queda da oferta.
Na tentativa de equilibrar essa situação, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) cortou a produção, reduzindo ainda mais a oferta.
Nos meses seguintes, com a atenção do mercado voltando-se para as metas ESG (Environmental, Social, and Corporate Governance), muitos governos passaram a restringir a produção de petróleo. Por consequência, muitas empresas têm deixado de investir em projetos de exploração, pois enxergam que não serão tão rentáveis no longo prazo.
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Para finalizar, os problemas ambientais enfrentados, como furacões nos Estados Unidos, acabaram paralisando temporariamente algumas produções.
Do outro lado da balança, a demanda pelo petróleo tem crescido mais do que estava previsto. A aceleração da vacinação contra a Covid-19 possibilitou a reabertura da economia . Com grande parte da população retornando para o trabalho, a demanda de combustíveis aumentou.
Além disso, é estimulado o consumo para que haja uma retomada nas empresas ainda maior depois de tantos meses paradas.
Soma-se a esse quadro as dificuldades climáticas enfrentadas em todo o mundo: no Brasil, a falta de chuvas; no Reino Unido, a ausência de ventos para geração de energia eólica; e no Hemisfério Norte como um todo, a aproximação de um inverno muito mais rigoroso do que os anteriores. Tudo isso ocasiona uma necessidade ainda maior de combustíveis para geração de energia termelétrica.
Esse desequilíbrio de queda de oferta e subida da demanda tem levado o preço do petróleo para patamares muito elevados. Porém, a produção de mais combustível despende muitos recursos e leva anos.
Nessa situação, ter petróleo na carteira pode ser benéfico e Ruy Hungria faz alguns comentários acerca das ações da Petrobras (PETR4) e do Fundo Vitreo Petróleo, que reúne vários ativos associados à commodity.
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