O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Chef de cozinha fala sobre sua trajetória e comenta crises e investimentos bem sucedidos
Neste sábado (19), foi lançado o novo podcast Mesa pra Quatro. Dan Stulbach, ator, Teco Medina, consultor financeiro, e Caio Mesquita, CEO da Empiricus, patrocinadora do programa, são os anfitriões da conversa e receberam o chefe de cozinha Alex Atala para falar sobre a vida e também sobre negócios e finanças.
A conversa com esse convidado não poderia começar de outra maneira a não ser falando de comida. “Eu sou de uma família simples. Comia qualquer coisa. Meu gosto não era refinado na infância”, afirmou Atala após ser indagado sobre o surgimento do seu paladar de cozinheiro.
O chef mais famoso do Brasil não teve exatamente uma grande jornada no início da sua relação com a cozinha. As panelas, no primeiro contato, eram apenas um meio e não um fim.
“Após uma viagem para a Europa, não queria mais voltar para o Brasil. Tive de enfrentar dois problemas: o primeiro, grana. O segundo era que eu não podia ficar clandestino. Trabalhava como pintor de parede para fazer dinheiro e para garantir o visto entrei para uma escola de cozinha”, conta no podcast (dê o play abaixo para ouvir na íntegra).
Poder de compra, qualidade de vida, acesso à informação. Era isso que Atala buscava, inicialmente, vivendo fora. A relação com a cozinha era apenas uma forma de se manter. O acaso, então, parece ter dado um empurrãozinho.
“Tava morando na Itália, casado com a mãe do meu primeiro filho, olhei para a cara dela e falei ‘não aguento mais ser gringo’. Não aguento mais rir de piada que eu não entendo”. Deslocado culturalmente, o chef queria voltar para o Brasil. A mulher, por sorte, negou a demanda. Três meses depois, Atala virou subchefe no restaurante em que trabalhava.
Leia Também
“Eu estava na Europa realizando meu sonho de morar lá e a cozinha era uma forma de mantê-lo. Depois da promoção, minha ex-mulher virou e falou para mim: está vendo? Você fica com essa história de boate, bar, rock and roll e não dá atenção ao que você melhor faz na vida, que é cozinhar.”
Mas o acaso não foi o único motor da vida do chef Alex Atala. Esforço, competição e vontade de melhorar, segundo ele, também foram presentes.
O dinheiro e o reconhecimento são resultados da busca por isso. “Eu fui ganhando grana sempre de forma paralela à busca por fazer melhor um trabalho. Eu sempre acreditei muito nisso”, diz.
“Também sempre fui muito vingativo. Talvez se eu não tivesse sido provocado, teria sido um bundão.”
Após a evolução e a fama, o chef ainda encontrou dificuldades. Atala comenta ainda no podcast sobre crises - a mais recente sendo a do coronavírus, com os restaurantes entre os setores mais impactados - e sobre as decisões que teve de tomar para tocar os seus negócios.
Fazer aportes em momentos adversos, fechar contratos com fornecedores que não gostava, sócios ruins. Tudo isso está no novo podcast da Empiricus que busca, justamente, falar de aprendizados, oportunidades de vida e investimentos.
“Como empresário, tenho de entender que não imponho ao meu negócio quanto eu quero ganhar. Eu sou o último da fila.”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O podcast passa, a partir de agora, a ser apresentado toda semana e está disponível no Spotify. A maior casa de research do Brasil ainda possui outras programas como o Radio Cash e o Puro Malte.
Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio
O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões
Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta
Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman
A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira
A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro
A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA
Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos
Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global
A proposta, que deverá ser aprovada por assembleia geral de acionistas, prevê que o governo possa vender até a totalidade de sua participação na empresa
No ultimo ano, as ações preferenciais (ALPA4) subiram quase 120% na bolsa, enquanto as ordinárias (ALPA3) se valorizaram mais de 80%
Fintech estreia na Nasdaq no topo da faixa de preço, após demanda forte de investidores globais, e valor de mercado deve alcançar cerca de US$ 2,6 bilhões
Decisão marca o primeiro processo da Operação Compliance Zero a retornar à base judicial; STF mantém apenas relatoria por prevenção
Com o encerramento de 70 lojas nos EUA, a gigante aposta em formatos híbridos e planeja abrir mais de 100 novas unidades da Whole Foods Market, incluindo o fortalecimento da versão compacta Daily Shop
Produção de minério de ferro no quarto trimestre alcança 90,4 milhões de toneladas, alta de 6% na comparação anual; confira o que dizem os analistas sobre o relatório
Com a emissão, a companhia irá financiar a saída da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11). Ela não informou o valor da operação.
Demanda supera oferta em seis vezes e pode levar fintech a valer US$ 2,6 bilhões na bolsa norte-americana
Mensagem enviada por engano antecipou a segunda rodada de demissões na gigante de tecnologia em menos de seis meses
Segundo informações do Estadão, o BRB teria recebido os ativos para compensar os R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito podre vendidas pelo Master
A carteira de encomendas da aviação comercial, a mais rentável da companhia, cresceu 42% em um ano, mas reestruturação da Azul ainda atrapalha