O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre os interessados estariam nomes consolidados como o da Getnet, do Santander, até novatos como o banco digital Cactvs, do ex-vice-presidente do IRB Brasil Re, Fernando Passos
O Banco do Nordeste (BNB) está no meio de uma concorrência para selecionar um parceiro com o qual atuará no acirrado mercado de maquininhas. O negócio despertou o interesse de dez empresas que atuam no ramo.
Dentre eles, estariam nomes consolidados como o da Getnet, do Santander, até novatos como o banco digital Cactvs, do ex-vice-presidente do IRB Brasil Re, Fernando Passos, apurou o Estadão/Broadcast.
O BNB iniciou o processo de seleção de uma empresa no setor no início do mês passado, conforme informou em comunicado ao mercado. A disputa já estaria na segunda etapa, dizem duas fontes, que pedem anonimato.
A partir de agora, os candidatos partem para as chamadas ofertas vinculantes, ou seja, que representam um compromisso firme com o negócio. Procurado, o BNB informou que dez empresas apresentaram propostas de intenção na parceria, sem revelar os nomes dos candidatos.
O banco diz ainda que todos serão analisados, conforme critérios previamente definidos. A seleção pode envolver mais de uma empresa e não terá exclusividade.
A lista de exigências para o concorrente estar apto inclui: atuar com as principais bandeiras; experiência ou com modelos de negócios inovadores e capacidade de investimento; não ter causado prejuízo financeiro e/ou de reputação ao Banco do Nordeste; não ser contraparte em ação judicial considerada relevante; não apresentar conflito de interesses; e, por fim, atender todas as determinações legais aplicáveis à parceria.
Leia Também
Um dos candidatos que teriam tido interesse ao longo do processo de concorrência, segundo fontes, seria a Cactvs. Fundada em novembro de 2020, a fintech tem como sócios Passos e sua esposa, Kelvia Passos. Ambos tiveram passagem pelo BNB.
Kelvia foi gerente do BNB por 19 anos, deixando o posto no mês passado. Já Fernando Passos teve sua gestão no BNB questionada por supostas irregularidades, durante os anos de 2012 e 2013. Não se sabe, porém, quais dos candidatos que fizeram proposta na primeira etapa darão o lance na segunda.
Nos últimos anos, o mercado de maquininhas foi palco de uma crescente disputa, com a explosão do número de concorrentes. No passado, era restrito a um duopólio formado por Cielo (de Bradesco e Banco do Brasil) e Rede (do Itaú Unibanco). Hoje, são mais de 20 grupos, além de centenas de subadquirentes.
O alvo é o mesmo: o promissor mercado de pagamentos no País. No ano passado, o setor atingiu a marca recorde de R$ 2 trilhões alta de 8,2% ante 2019, segundo informações da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Procurada, a Cactvs não comentou. A Getnet também não se manifestou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou