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A empresa assegura que dados de clientes, fornecedores ou funcionários não foram comprometidos e trabalha para normalizar os sistemas

O ataque cibernético sofrido pela JBS no último domingo (30) segue prejudicando a empresa nesta terça-feira (1). Após ter registrado problemas na operação da Austrália, Estados Unidos e Canadá, a empresa voltou a interromper a produção em algumas fábricas norte-americanas.
Segundo a agência Dow Jones Newswires, as paradas ocorrem no Colorado, Iowa, Minessota, Pensilvânia e Texas. A companhia brasileira assegura que não há indícios de que dados de clientes, fornecedores ou funcionários foram comprometidos e trabalha com especialistas para normalizar os sistemas.
As atividades na América do Sul, incluindo o Brasil, não foram afetadas e seguem normalmente.
A vice-secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, a JBS foi alvo de uma ofensiva ransomware, ataque no qual criminosos bloqueiam acesso ao sistema infectado e cobram espécie de resgate para a liberação.
Durante uma conversa com repórteres a bordo do avião presidencial, a porta-voz garantiu que a empresa está recebendo assistência do governo norte-americano.
Jean-Pierre disse que a filial da processadora brasileira nos Estados Unidos revelou que os hackers estão ligados a uma quadrilha "provavelmente baseada na Rússia".
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Segundo ela, autoridades americanas "estão diretamente engajadas com o governo russo para expressar a mensagem a mensagem de que estados responsáveis não refugiam criminosos de ransomware".
A secretária acrescentou que a Casa Branca ofereceu assistência e está em contato constante com as lideranças da JBS e que o Departamento de Energia está avaliando os possíveis impactos do ataque na oferta de carne no país.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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