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O banco suíço rebaixou a recomendação para os papéis de Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) de compra para neutro.
O Credit Suisse revisou nesta segunda-feira (11) suas expectativas para as ações de mineradoras e siderúrgicas da América Latina, setor que bombou em 2020. O banco suíço rebaixou a recomendação para os papéis da Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) de compra para neutro.
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Os analistas do Credit avaliam que 2021 começou de uma maneira parecida com o ano passado: com condições apertadas na relação de oferta e demanda para minério de ferro e aço (no Brasil e no exterior), baixos estoques e preços de minério de ferro e aço em alta.
"Embora muitos investidores estejam se perguntando se é hora de reduzir a exposição a commodities após um desempenho formidável para essas ações no segundo semestre de 2020, acreditamos que o momento deve permanecer forte no setor por pelo menos seis meses", escreveram os analistas, em relatório a clientes.
Além disso, o Credit avalia que a produção de metal e a demanda por aço na China devem continuar saudáveis, apoiadas pelas medidas de estímulo em andamento e a atividade de construção resiliente no país. Este fator, juntamente com a oferta restrita de minério de ferro e aço, devem manter o aumento contínuo nos preços do setor. Por conta disso, o banco continua apostando no crescimento da área como um todo.
Por fim, o Credit Suisse resume as suas apostas para o setor neste ano, mantendo a recomendação de outperform (equivalente a compra) para Vale (VALE3), com preço-alvo de R$ 23,50 por ação e CSN (CSNA3) com preço-alvo de R$ 46.
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Os analistas também elevaram a recomendação das ações da Usiminas (USIM5) para compra, com preço-alvo a R$ 20 por ação.
Já Gerdau e Metalúrgica Gerdau (GGBR4 e GOAU4, respectivamente) foram rebaixadas de compra para neutro. Para os analistas do Credit Suisse, a demanda de aços planos deve superar a de aços longos (produzidos pela Gerdau) em 2021. Além disso, o valuation da Usiminas é mais atraente aos olhos do banco.
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