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Serviços no Brasil

Volume de serviços prestados cai 4,0% em março ante fevereiro, revela IBGE

Confira outros destaques da pesquisa mensal divulgada hoje

Imagem: Shutterstock

O volume de serviços prestados caiu 4,0% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços divulgados na manhã desta quarta-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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No mês anterior, o resultado do indicador foi revisto de uma alta de 3,7% para avanço de 4,6%.

Na comparação com março do ano anterior, houve elevação de 4,5% em março de 2021, já descontado o efeito da inflação. A taxa acumulada no ano de 2021 foi de redução de 0,8%.

Em 12 meses, os serviços acumulam queda de 8,0%. A receita bruta nominal do setor de serviços caiu 0,4% em março ante fevereiro, segundo informou o IBGE. Na comparação com março de 2020, houve avanço de 6,1% na receita nominal.

Atividades em queda

Três das cinco atividades de serviços registraram perdas na passagem de fevereiro para março, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços. Na média global, o volume de serviços prestados caiu 4,0% em março ante fevereiro.

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O destaque foi o tombo de 27,0% nos serviços prestados às famílias, a queda mais intensa desde abril de 2020 (-45,6%).

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Os demais resultados negativos ocorreram nos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,9%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,4%).

Na direção oposta, houve avanços nos setores de informação e comunicação (1,9%) e de outros serviços (3,7%).

Comparação interanual

Quatro das cinco atividades de serviços registraram avanços em março de 2021 em relação a março de 2020, segundo os dados divulgados pelo IBGE.

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O volume do setor de serviços cresceu 4,5%, após 12 taxas negativas consecutivas. Houve crescimento em 45,2% dos 166 tipos de serviços investigados.

Os principais avanços ocorreram nos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (8,8%) e nos serviços de informação e comunicação (6,2%). Também houve aumentos nos outros serviços (7,3%) e nos profissionais, administrativos e complementares (0,7%).

A única perda ocorreu nos serviços prestados às famílias (-17,1%), puxada pela queda em restaurantes; hotéis; serviços de bufê; e atividades de condicionamento físico.

Serviços sobem 2,8% no primeiro trimestre

A pesquisa ainda trouxe que o volume de serviços prestados no País cresceu 2,8% no primeiro trimestre de 2021 ante o quarto trimestre de 2020.

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Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o setor de serviços registrou perdas no primeiro trimestre de 2020 (-2,8%) e no segundo trimestre (-15,3%), mas passou a ter avanços no terceiro trimestre (9%) e no quarto trimestre (5,8%).

"Tem crescimento nos últimos três trimestres, crescimentos cada vez menos intensos", ponderou Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa do IBGE.

Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o volume de serviços prestados caiu 0,8% no primeiro trimestre de 2021.

"Foi o quinto trimestre seguido de taxa negativa nesse tipo de comparação, o que significa que todos os trimestres de 2020 tiveram taxas negativas", lembrou Lobo.

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Abaixo do nível pré-pandemia

A queda de 4,0% no volume de serviços prestados no País em março ante fevereiro fez o setor de serviços voltar a operar em patamar inferior ao de fevereiro de 2020, no pré-pandemia.

Após alcançarem um nível 0,9% superior ao pré-pandemia em fevereiro, os serviços chegaram a março a patamar 2,8% inferior ao de fevereiro de 2020. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os transportes passaram a operar 1,4% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020, enquanto os serviços prestados às famílias ainda estavam 44,4% abaixo.

Os serviços de informação e comunicação estão 4,7% acima do pré-pandemia, e o segmento de outros serviços está 4,7% além. Os serviços profissionais e administrativos estão 3,6% abaixo do patamar de fevereiro de 2020.

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