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A inflação dos EUA segue controlada, mas os dados do Brasil só devem ser divulgados hoje. Enquanto isso, o avanço da PEC pode animar, mas o jogo político segue no centro das atenções
É chegada a quinta-feira e com ela, o vislumbre do final de semana e a conclusão de duas pautas importantes para os investidores. Lá fora, a aprovação do pacote de medidas de ajuda fiscal de Joe Biden tem animado as bolsas e deve ser assinado pelo presidente dos EUA até amanhã.
Esse bom humor contaminou o índice brasileiro, que chegou a oscilar com o discurso do ex-presidente Lula no início da tarde de ontem, mas conseguiu se sustentar no lado positivo.
Já por aqui, a votação dos destaques da PEC emergencial deve seguir no dia de hoje, com certo risco de desidratação. De acordo com a equipe econômica, era esperado que a Câmara aprovasse o texto vindo do Senado sem grandes alterações, mas a realidade se mostrou outra, o que deve ser acompanhado de perto pela pasta da Economia.]
Enquanto isso, um tema importante que aparenta não sair tão cedo do radar é a polarização política. De um lado, o ex-presidente Lula voltou a ter direitos políticos e fez um discurso potente que você confere clicando aqui, de olho em 2022.
Já no outro polo, o atual presidente Jair Bolsonaro, que lida com a piora da pandemia no Brasil e do cenário econômico, mas tem a faca e o queijo na mão para se mexer até a tão esperada eleição. Economistas temem que esse clima chegue às Casas legislativas e acabe atrasando as reformas estruturais. É cedo para dizer, mas com certeza haverá desdobramentos.
Fique de olho nos principais destaques do dia e se prepare para esta quinta-feira (11):
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A Câmara norte-americana aprovou o pacote de ajuda fiscal de US$ 1,9 trilhão proposto pelo atual presidente Joe Biden. Foi a primeira vitória legislativa do presidente dos Estados Unidos. De acordo com a Casa Branca, o democrata assinará a legislação nesta sexta-feira, 12.
O Congresso ficou bem dividido entre republicanos e democratas na votação, sendo que nenhum republicano votou a favor da aprovação da lei, enquanto apenas um democrata votou contra. Isso pode indicar que Biden terá dificuldades em aprovar projetos futuros.
A legislação inclui US$ 350 bilhões em ajuda financeira a governos estaduais e locais, pagamentos diretos de US$ 1,4 mil para indivíduos que ganham até US$ 75 mil por ano, a extensão dos benefícios de auxílio-desemprego de US$ 300 por semana, além de US$ 130 bilhões para escolas e US$ 14 bilhões para acelerar a distribuição de vacinas contra a covid-19.
Está programada para hoje uma reunião entre a Secretária do Tesouro, Janet Yellen, e o presidente Joe Biden para discutir os caminhos da economia (veja mais na agenda do dia).
O dado mais esperado da última quarta-feira (10) era do núcleo do CPI, a inflação norte-americana, que veio abaixo do esperado pelo mercado e diminuiu os temores de uma disparada de preços no país.
Além disso, isso afasta o medo de um aumento dos juros pelo Federal Reserve, o Banco Central americano, e alivia o preço dos títulos do Tesouro de longo prazo no país, o que é uma ótima notícia para os investidores, tanto dentro, quanto fora dos EUA.
Aqui no Brasil, o investidor deve ficar de olho nos dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que deve ser divulgado pelo IBGE às 9h de hoje. A expectativa é de que a prévia da inflação avance 0,25% em janeiro e acumule 5,03% na média anual, segundo as projeções do Broadcast.
Mas isso não é tudo. Vale lembrar que estamos a uma semana da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que decidirá a taxa de juros para os próximos meses. Em geral, o Comitê aumenta a Selic para conter o avanço da inflação, o que já era esperado pelo mercado de maneira geral.
Aqui no Seu Dinheiro nós já fizemos uma entrevista com o ex-diretor do Banco Central, Tony Volpon, para esquentar o clima antes da reunião.
Com o avanço da vacinação em massa nos Estados Unidos e o pacote de estímulos, que pretende reaquecer mais rapidamente a economia do país, as bolsas pelo mundo sentiram os efeitos desse projeto.
As bolsas asiáticas fecharam em alta, aliviadas pelos dados da inflação e recuo do preço dos Treasuries, os títulos do tesouro, de longo prazo. Seguindo na mesma direção, os índices europeus também abriram no campo positivo pelos mesmos motivos, somado ao aumento de apetite de risco com uma melhora da economia do continente.
A votação dos destaques da PEC emergencial deve seguir nesta quinta-feira. O mercado ficará de olho para saber se ocorrerá um “banho de água fria” com a retirada de pontos importantes da PEC.
Entre eles, estão a desvinculação de recursos da Receita, que pretendia desindexar até R$ 70 bilhões para o uso exclusivo de agentes fiscais. Entretanto, os Deputados mantiveram os gatilhos fiscais, que travam os gastos da União, estados e municípios caso os gastos cheguem a 95% da receita.
Também estipula o congelamento de salários dos servidores públicos e impede a promoção desses agentes. O presidente da República, Jair Bolsonaro, tentou excluir as forças militares e de segurança, mas foi barrado pela Câmara e engoliu a seco a medida.
O Brasil bateu a pior meta que poderia. O recorde de mortes por covid-19 superou o número de duas mil pessoas nas últimas 24h. A solução para essa situação é, e segue sendo, a vacinação em massa da população para a retomada da vida normal.
Surpreendendo a todos, o presidente da República, Jair Bolsonaro, apareceu ontem, junto com seus ministros, usando máscara para anunciar que sancionou uma lei que facilita a compra de imunizantes.
Bolsonaro sancionou uma medida provisória e dois projetos de lei aprovados pelo Congresso Nacional que facilitam a compra de vacinas pela União, estados e municípios, e agilizam os trâmites de análise da Anvisa para aprovação desses imunizantes.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, 8.736.891 pessoas receberam a primeira dose da vacina (4,13% da população brasileira). A segunda dose foi aplicada em 2.975.266 pessoas (1,41% da população). A negociação de novas doses de mais imunizantes segue sendo um desafio para Eduardo Pazuello, atual chefe da pasta.
Divulgam seus dados hoje, após o fechamento do mercado:
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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