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Siderúrgica entrou na Justiça no ano passado para deixar de fazer o pagamento mensal do programa de amortização do déficit do plano e vai receber valor pago a mais em 30 dias
A Usiminas vai ganhar um reforço e tanto para o caixa em tempos de crise do coronavírus. A siderúrgica anunciou que vai receber R$ 393,9 milhões do acordo fechado com o fundo de pensão da companhia.
A empresa entrou na Justiça no ano passado para deixar de fazer o pagamento mensal do programa de amortização do déficit do Plano de Previdência Complementar PB1 da Previdência Usiminas.
O acordo firmado com o fundo de pensão foi homologado pela Justiça e extingue o processo.
O valor que a Usiminas vai receber em até 30 dias se refere a parte dos ganhos atuariais obtidos pelo Plano PB1 em 2016, 2017 e 2018 e que foram pagos a mais pela empresa.
O restante (R$ 322,6 milhões) será usado para quitar o saldo remanescente do contrato firmado em 2001 entre a companhia e o fundo de pensão.
Esse contrato será substituído agora por um termo de compromisso, no qual a siderúrgica assumiu a obrigação de aportar contribuições extraordinárias para equacionar eventuais déficits até o integral cumprimento das obrigações do Plano PB1.
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