O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Suzano também vendeu um volume de madeira adicional para a Bracell Celulose, pelo preço de R$ 1,056 bilhão
Dentro do plano de reduzir o endividamento, a Suzano anunciou a venda de uma área de 21.066 hectares de florestas na região central do estado de São Paulo para a Bracell Celulose e Turvinho Participações.
Os compradores também se comprometeram a adquirir as florestas já estabelecidas e as em crescimento e também a comprar um volume de madeira adicional pelo preço de R$ 1,056 bilhão. O negócio ainda depende da aprovação do Cade, o órgão de defesa da concorrência.
A venda de ativos é um dos caminhos adotados pela Suzano para reduzir o peso da dívida no balanço após a megaquisição da Fibria. Esse efeito ficou mais evidente neste ano em razão da disparada do dólar.
Com mais de 80% da produção destinada à exportação, a empresa é uma das claras beneficiadas pela valorização da moeda norte-americana. No ano, as ações da empresa (SUZB3) acumulam alta de 29%.
Por outro lado, o câmbio e o ciclo de preços baixos da celulose pressionam a dívida. A Suzano encerrou o terceiro trimestre com uma dívida líquida de US$ 12,2 bilhões (R$ 68,7 bilhões).
A dívida representa 4,4 vezes a geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). O objetivo da empresa é diminuir essa relação para três vezes até até o fim de 2021.
Leia Também
Em entrevista ao Seu Dinheiro em agosto, Marcelo Bacci, diretor de finanças e de relações com investidores da Suzano, disse que, além da venda de ativos, conta com a redução do programa de investimentos e do aumento das sinergias a partir da aquisição da Fibria para atingir o objetivo.
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento