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Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

GIGANTE

Rede D’Or pode realizar segundo maior IPO da história

Maior grupo hospitalar do País pode levantar até R$ 12,6 bilhões em listagem de ações

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
17 de novembro de 2020
11:43 - atualizado às 9:21
Rede D'Or follow on
Glória D'Or, da Rede D'Or', no Rio de Janeiro. - Imagem: Divulgação Glória D'Or Facebook

A Rede D’Or São Luiz está se preparando para realizar a maior oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) deste ano e a segunda maior operação da história do mercado de capitais brasileiro.

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O maior grupo hospitalar do País divulgou na madrugada desta terça-feira (17) o prospecto da operação, indicando que o preço por ação pode ficar entre R$ 48,91 e R$ 64,35. Se a companhia for bem sucedida e vender todas as ações, considerando a oferta base e os lotes adicional e suplementar, no teto da faixa, ela poderá arrecadar R$ 12,655 bilhões.

Neste caso, ela ocuparia o segundo lugar no ranking de maiores IPOs da história da bolsa, ficando atrás apenas do Santander, que em 2009 movimentou R$ 13,2 bilhões. O título de maior oferta de 2020 ficou com o Grupo Mateus, que levantou R$ 4,6 bilhões.

A Rede D’Or também entraria na B3 com valor de mercado acima de R$ 100 bilhões, algo que apenas nove companhias tem atualmente – Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Bradesco (BBDC3), Itaú (ITUB4), Santander Brasil (SANB11), Magazine Luiza (MGLU3), Weg (WEGE3) e B3 (B3SA3).

A operação é constituída por uma oferta base de 145.677.487 ações, cujos recursos serão destinados para o caixa da Rede D’Or São Luiz, e a secundária de 50.987.120 ações, composta pelos lotes adicional e suplementar e que servirá para os acionistas atuais venderem participação. Os acionistas vendedores são o FIP Delta, fundo da família Moll, fundador da empresa, a gestora Carlyle e o GIC, fundo soberano de Cingapura.

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No caso da oferta primária, os valores arrecadados serão utilizados para construir novos hospitais, expandir atuais unidades e realizar aquisições de outros hospitais, além de clínicas oncológicas e corretoras de saúde.

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O prospecto prevê que o preço final dos papéis será anunciado em 8 de dezembro e estreando na B3 em 10 dezembro, sendo listados no Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da B3.

O IPO está sendo coordenado por Bank of America (BofA), BTG Pactual, J.P. Morgan, Bradesco BBI, XP, BB Investimentos, Citi, Credit Suisse Banco Safra e Santander Brasil.

Raio-X

O tamanho da operação é equivalente à estatura da companhia. Fundada em 1977 pelo cardiologista Jorge Moll Filho, a companhia opera nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Brasília, Maranhão, Bahia, Sergipe e Paraná.

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A empresa tem 51 hospitais próprios, com 8.505 leitos totais e 6.909 leitos operacionais, além de clínicas de tratamento oncológico, radioterapia e laboratórios.

Afetada pela pandemia de covid-19, que reduziu a quantidade de procedimentos eletivos (uma de suas principais fontes de recursos), a Rede D’Or São Luiz fechou o acumulado do ano até 30 de setembro com lucro líquido de R$ 156,5 milhões, recuo de 83% em relação ao mesmo período de 2019.

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