O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os atrasos no pagamento dos financiamentos devem demorar a subir em consequência das medidas adotadas pelos bancos na crise, como a prorrogação do pagamento das parcelas, disse o presidente do Itaú, Candido Bracher
A crise do coronavírus vai fatalmente provocar um aumento da inadimplência. Mas a alta dos calotes só virá em 2021 e não será “explosiva”. A afirmação é do presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher.
Os atrasos no pagamento dos financiamentos devem demorar a subir em consequência das medidas adotadas pelos bancos na crise, como a prorrogação do pagamento das parcelas, disse Bracher.
“Nunca tivemos uma queda [do PIB] tão grande em um ano, então é de se esperar inadimplência elevada, mas não fora de controle”, afirmou o presidente do Itaú em teleconferência com jornalistas para comentar o balanço do segundo trimestre.
O Itaú registrou lucro líquido de R$ 4,2 bilhões, queda de 40% em relação ao segundo trimestre de 2019. As ações do banco (ITUB4) reagem em baixa de quase 3% aos números hoje na B3. Leia também nossa cobertura completa de mercados.
A boa notícia foi a redução das despesas com provisões na comparação com os três primeiros meses do ano, com a visão do banco de que o cenário econômico melhorou em relação ao início da crise.
O ponto negativo ficou por conta da margem financeira. A linha do balanço que contabiliza o resultado da tesouraria e as receitas do banco na concessão de crédito menos os custos de captação registrou queda de 3,7% frente ao mesmo período de 2019 mesmo com o aumento dos financiamentos.
Leia Também
Bracher creditou parte da piora da margem a medidas adotadas na crise. “Tomamos atitudes voltadas para proteger e melhorar qualidade da carteira, desestimulando as linhas mais caras.” No trimestre, produtos como o cheque especial apresentaram redução de 23% e o crediário, de 36%.
Mas o presidente do Itaú disse que esse efeito é passageiro. Ou seja, o banco deve retomar o crescimento dessas linhas de crédito mais rentáveis no pós-crise. “Não é um grande desafio crescer em linhas como o cheque especial”, disse.
Como esses produtos também apresentam inadimplência mais elevada, Bracher disse que o banco espera compensar a queda da margem no curto prazo com uma menor perdas com calotes no futuro. “Essa é toda a lógica da nossa atuação”, afirmou aos jornalistas.
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os destaques do balanço