Menu
2020-03-02T08:24:33-03:00
Kaype Abreu
Kaype Abreu
Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.
gigante do setor

Eneva propõe fusão com AES Tietê em operação avaliada em R$ 6,6 bilhões

Combinação de negócios resultaria em gigante no setor de geração de energia. Com a operação, a Eneva prevê uma maior segurança na geração de fluxo de caixa, menor risco financeiro e menor custo de capital

2 de março de 2020
8:01 - atualizado às 8:24
Unidade de tratamento de gás da Eneva
Unidade de tratamento de gás da Eneva - Imagem: Divulgação

A companhia de geração de energia Eneva enviou no domingo (1) uma proposta de incorporação e fusão à AES Tietê. Sujeita à aprovação de acionistas de ambas as empresas, pelo Cade e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a operação é avaliada em R$ 6,6 bilhões, segundo o Valor.

A combinação de negócios resultaria em gigante no setor de geração de energia. Com a operação, a Eneva prevê uma maior segurança na geração de fluxo de caixa, menor risco financeiro e menor custo de capital.

A operação compreende uma relação de troca de 0,0461 ações ordinárias de emissão da Eneva para cada ação ordinária ou preferencial de emissão da AES Tietê ou de 0,2305 por unit, mais uma parcela em dinheiro total de R$ 2.750.641.308,80, equivalente a R$1,38 por cada ação ordinária ou preferencial ou R$ 6,89 por unit.

Os acionistas da AES Tietê, em conjunto, receberiam um total de 91.994.693 ações ordinárias de emissão da Eneva, representativas de 22,58% do capital social da Eneva, após implementação da operação.

Controlada pelo BTG Pactual e pelo fundo Cambuhy Investimentos (da família Moreira Salles), a Eneva existe desde 2001. A empresa tem negócios complementares em geração de energia elétrica e exploração e produção de hidrocarbonetos no Brasil.

Segundo a própria Eneva, a companhia tem um parque de geração térmica de 2,2 GW1, que representa 5% da capacidade de geração térmica do país. A companhia é a terceira maior produtora de gás natural no Brasil. Em 2018, a empresa lucrou R$ 900 milhões.

Comentários
Leia também
ENCRUZILHADA FINANCEIRA

Confissões de um investidor angustiado

Não vou mais me contentar com os ganhos ridículos que estou conseguindo hoje nas minhas aplicações. Bem que eu queria ter alguém extremamente qualificado – e sem conflito de interesses – para me ajudar a investir. Só que eu não tenho o patrimônio do Jorge Paulo Lemann. E agora?

Pesquisa da FGV

Presente mais caro: inflação do Dia das Mães é a maior dos últimos quatro anos

Levantamento da FGV mostra que a inflação no Dia das Mães é a maior desde 2017; eletrodomésticos e passagens aéreas tiveram maiores saltos

Expansão

SPX Capital assume operações do Carlyle no país

As operações do Carlyle no Brasil serão absrovidas pela SPX Capital. Com isso, a gestora de Rogério Xavier se expande em private equity

ESTRADA DO FUTURO

Um pé no abismo e outro na casca de banana: como identificar ações de empresas decadentes

Excesso de otimismo, planos mirabolantes e desprezo pela inovação estão entre as receitas para uma empresa falhar, segundo o gestor que se dedicou a descobrir empresas terríveis

Novo competidor

Grupo catarinense que fatura R$ 8,8 bi vai abrir 1º atacarejo no estado de SP

O Grupo Pereira vai abrir uma unidade da Fort Atacadista, sua bandeira de atacarejo, na cidade de Jundiaí; forte competição em SP é desafio

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies