🔴 JÁ SE IMAGINOU FAZENDO 35 OPERAÇÕES POR MÊS NA BOLSA, EM MÉDIA? CONHEÇA O QUICK TRADE – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Deu ruim?

Ações da Embraer e da Boeing caem forte com possível entrave na união entre as empresas

Relatos de que as negociações entre Embraer e Boeing para conclusão da parceria estratégica no setor de aviação comercial afetam as ações de ambas as empresas

Embraer
Imagem: Divulgação

Num dia bastante negativo para o mercado acionário brasileiro, as ações ON da Embraer (EMBR3) foram particularmente mal: fecharam em forte queda de 10,68%, a R$ 8,28. Afinal, além da cautela com o cenário político doméstico, os papéis da fabricante de aeronaves ainda contam com um segundo fator de risco: a possibilidade de a união com a Boeing não ser concretizada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa hipótese ganhou mais força a partir de uma matéria publicada mais cedo pelo Financial Times, afirmando que as partes ainda discutiam alguns detalhes da operação — e que as negociações não estariam correndo bem. O problema é que, oficialmente, a data-limite pra a oficialização do acordo termina hoje.

Na prática, a Boeing comprou 80% da divisão de aviação comercial da Embraer pelo valor de US$ 4,2 bilhões. As duas empresas estabeleceriam uma joint-venture, com a companhia brasileira mantendo 20% de participação no empreendimento — os segmentos de aviação executiva e de defesa e segurança da Embraer não fazem parte da operação.

Trata-se de uma transação de alto valor e complexidade elevada, considerando a necessidade de aval de diversas autoridades concorrenciais no mundo. Uma combinação pouco oportuna, considerando o momento delicado atravessado pelo setor aéreo global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, com a crise do coronavírus, a demanda por viagens caiu drasticamente no mundo — o que, naturalmente, pressiona empresas como a Boeing, já que poucas empresas aéreas pensam em renovar ou expandir suas frotas num momento como esse.

Leia Também

AS 3 ESTAÇÕES

Ganho de até 50% em dólares: as ações que florescem na primavera da bolsa brasileira 

MUDOU A META?

Meta (META) cai mais de 7% após balanço; veja 3 pontos para prestar atenção, segundo o Safra

Vale lembrar, ainda, que a Boeing já vinha enfrentando problemas de caixa por causa da crise do 737 Max, aeronave que esteve envolvida em dois acidentes fatais e que trouxe dúvidas quanto à confiabilidade dos equipamentos da empresa americana.

[captacao]

Considerando tudo isso, o Financial Times e outros veículos estrangeiros afirmam que as duas empresas estariam divergindo em alguns pontos-chave do acordo de união — e algumas sinalizações emitidas ao longo da semana criam a impressão de que as coisas, de fato, não vão bem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em primeiro lugar, a Comissão Europeia estendeu o prazo para análise do acordo entre a Embraer e a Boeing: segundo a autoridade, a nova data estimada para conclusão dos estudos é 7 de agosto — os órgãos concorrenciais da região são os únicos que ainda não deram aval ao acordo.

Em segundo, a própria Embraer admitiu, em comunicado divulgado na terça-feira (21), que a conclusão da parceria com a Boeing pode não ser concretizada nesta sexta, a data-limite original do contrato.

"Embraer e Boeing estão mantendo discussões quanto à Operação, incluindo em relação à prorrogação da Data Limite Inicial", disse a companhia brasileira. "Não há garantias quanto à prorrogação da Data Limite Inicial, à consumação da Operação e ao prazo em que ela seria consumada".

Questionada pelo Seu Dinheiro quanto às possíveis dificuldades na conclusão da operação, a Embraer afirmou, via assessoria de imprensa, que não irá se pronunciar sobre o tema.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em Nova York, as ações da Boeing (BA) também tiveram um dia difícil: terminaram em queda de 6,36%, a US$ 128,98, e destoaram dos índices acionários do país, que subiram mais de 1% nesta sexta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
20 de outubro de 2026 - 15:07
Imagem gerada por inteligência artificial mostra um prédio, uma casa, moedas e uma ampulheta, representando o rendimento em aluguéis ou fundos imobiliários ao longo do tempo 20 de outubro de 2026 - 12:32
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 20 de outubro de 2026 - 12:04
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 18 de outubro de 2026 - 15:30
Logo da Petrobras e, ao fundo, ilustração de barris de petróleo e gráfico de ações 17 de outubro de 2026 - 9:58
Em um fundo com gráficos e correntes, Bruno Marques, gestor de multimercados macro da XP Asset, aparece em primeiro plano. Ele usa camisa azul clara e malha azul marinho. Do lado esquerdo, a pergunta: Juros vão travar a bolsa? 16 de outubro de 2026 - 12:17
renda fixa selic 15 de outubro de 2026 - 18:07
fii fundo imobiliario lajes corporativas escritorios 15 de outubro de 2026 - 17:30
ETF, sigla para Exchange Traded Funds (no português, fundos de índice) e moedas para representar o investimento nesses ativos 15 de outubro de 2026 - 12:45
Posto da Petrobras (PETR4) ao lado de uma bandeira do Brasil 14 de outubro de 2026 - 16:27
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar