O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o banco suíço, os papéis do Carrefour na B3 podem subir 24% em relação ao preço de fechamento de ontem, chegando a R$ 25 em 12 meses; veja as razões
A temporada de balanços do segundo trimestre serviu para o Credit Suisse atualizar as projeções para o varejo, elegendo a ação do Carrefour como favorita para o setor no Brasil.
Analistas do banco disseram ainda ter recebido sinalizações positivas dos executivos da empresa em teleconferência.
Para o banco suíço, os papéis do Carrefour (CRFB3) na B3 podem subir 24% em relação ao preço de fechamento de ontem, chegando a R$ 25 em 12 meses. A recomendação para a ação foi alterada de neutra para compra. Nesta quarta-feira (2), os papéis da empresa subiram 1,58%, a R$ 20,52.
Ao recomendar a compra da ação do Carrefour, os analistas do banco apontam que a dinâmica das operações em julho e agosto já indicam uma aceleração do “pague e leve”.
Eles também veem um crescimento das vendas na divisão de varejo - de 20% no período, considerando as lojas abertas - e dizem perceber que a empresa acredita em um movimento de alta sustentável a longo prazo.
O otimismo seria sustentado por "bons indicadores" de vendas e lucro nas operações de venda de alimentos na Europa e preços competitivos. "Não parece haver diferença no desempenho das lojas do Carrefour em regiões brasileiras, com população de alta e baixa renda", afirmam.
Leia Também
Em outra ponta, o Credit Suisse disse que a parte de hipermercados do Carrefour está procurando a escala "certa". "Quanto maiores as vendas, maior a diluição dos custos fixos (principalmente para logística), sustentando margens muito mais saudáveis", escrevem os analistas.
Melhor margem daria espaço para redução dos preços de vendas, aumentando a receita, defendem. "A estratégia sobre os hipermercados do Carrefour levou a um ganho de market share de 240bps no segundo trimestre", lembram.
Segundo eles, a estratégia pode explicar por que os itens não alimentícios continuam tendo um bom desempenho, apesar da reabertura das principais lojas dos concorrentes.
Para o Credit, os hipermercados parecem ser uma parte importante do ecossistema do Carrefour, uma vez que a empresa melhorou, segundo o banco, a experiência do cliente por meio de iniciativas omnicanal.
O e-commerce é outro ponto de destaque para os analistas do Credit Suisse. Segundo o banco, os executivos da empresa demonstraram ter como objetivo acelerar o comércio eletrônico do Carrefour e do Atacadão, visto que a parte de alimentação "parece ter se tornado a próxima fronteira para a penetração do e-commerce."
"No entanto, isso não significa que eles abrirão mão da lucratividade para fomentar o GMV [métrica de transações em reais que ocorrem em um período específico]", afirma os analistas.
Segundo eles, o ponto do equilíbrio entre custos e receita no e-commerce do Carrefour esteve muito mais próximo no último trimestre e as perspectivas são boas. "Não é simples operar um negócio de varejo de alimentos. Parece uma vantagem competitiva do Carrefour em relação aos principais players", escrevem.
O Credit Suisse destaca também a parte de soluções financeiras do Carrefour. Eles lembram que por 30 anos o Carrefour ofereceu apenas um cartão que permitia monetizar o volume de pagamentos, mas que a empresa agora sinaliza uma expansão da base de produtos.
Quando o Carrefour divulgou os números do segundo trimestre, XP Investimentos e BTG Pactual mantiveram a recomendação "neutra" para as ações da empresa, apesar de terem destacado pontos positivos.
O BTG falou que os números do período foram fortes - o que demonstraria, segundo o banco, resiliência e reforçaria a visão de que o setor de varejo alimentício deve apresentar um resultado positivo em 2020.
A XP também destacou que o desempenho do varejo alimentar é o ponto forte da companhia. Hoje, o Atacadão é responsável por 70% da receita do segmento (com crescimento de 13,5% em relação ao ano passado).
A corretora falou em um avanço do e-commerce para os próximos meses. Segundo o balanço do Carrefour, 7,7% das vendas de alimentos são realizadas digitalmente, sendo 60% feita por novos clientes.
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%
Mudança de regra pode afetar diretamente as expectativas de retorno e geração de caixa da companhia de saneamento paranaense
Lucro líquido chegou a R$ 102,3 milhões no período, em meio a estratégia mais focada em rentabilidade e menos dependente de crescimento de frota; veja os destaques do resultado
Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos
Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra
Mais dinheiro no setor, mudança no IR e ajustes no MCMV podem turbinar vendas; veja quem deve ganhar
A operadora adiou a divulgação dos resultados do terceiro e do quarto trimestres de 2025, além das demonstrações financeiras anuais, e segue sem nova data para apresentação dos números ao mercado
Investidor precisa ficar atento à data de corte para não perder o direito ao provento