O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A reforma tributária prometia ser “o tema” para o segundo semestre de 2020. O assunto já é espinhoso e polêmico em condições normais de temperatura e pressão em Brasília (se é que existe alguma normalidade na política brasileira). Ficou impraticável tocar essa pauta no meio da pandemia e da crise que ela trouxe.
E agora? Ainda há esperança para a reforma tributária?
A repórter Jasmine Olga conversou com Vanessa Rahal Canado — assessora especial do ministro Paulo Guedes e uma das principais responsáveis pela proposta de reforma tributária do governo federal.

Segundo ela, está tudo pronto. A votação depende basicamente de vontade política: “falta uma conversa final. O texto já passou pelas comissões, está pronto para ser votado.”
Vanessa defendeu a proposta e disse que ela pode estimular mais ofertas de ações na B3. Ela também comentou temas polêmicos sobre a questão tributária brasileira:
Leia Também
Quer saber o que ela falou? Aqui está a reportagem completa.
•O Ibovespa fechou ontem com ganhos de 1,63%, aos 106.492,92 pontos, puxado pela notícia de que a vacina para covid-19 desenvolvida pela farmacêutica Moderna possui 94,5% de eficácia. O dólar encerrou o dia em baixa de 0,7%, cotado aos R$ 5,43.
•O que mexe com os mercados hoje? A euforia que tomou conta dos negócios ontem não teve vida longa. A preocupação com o agravamento da segunda onda de infecções pelo coronavírus nos Estados Unidos e na Europa voltou ao primeiro plano e provoca um movimento de aversão ao risco. As bolsas asiáticas fecharam mistas durante a madrugada. Agora pela manhã, os índices futuros em Nova York e as principais praças europeias operam no vermelho.
• A bolsa vai viver um rali de fim de ano? O colunista Matheus Spiess cita quatro motivos para ficar otimista. Mas alerta: ainda há riscos no radar. Entenda o que está em jogo nos mercados na reta final de 2020.
• Fechando a temporada de balanços do terceiro trimestre, a Notre Dame Intermédica (GNDI3) e a Qualicorp (QUAL3) divulgaram ontem à noite, após o fim do pregão, seus resultados. Confira os principais destaques.
• Novata na B3, a Enjoei.com registrou prejuízo líquido de R$ 8,147 milhões no terceiro trimestre, ante perdas de R$ 1,697 milhão no mesmo período de 2019.
• A Telefônica Brasil anunciou ontem o pagamento de R$ 400 milhões em juros sobre capital próprio (JCP).
• O Airbnb entregou ontem o relatório com pedido para realizar sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Nasdaq.
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026