O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mercado ainda digere hoje a decisão do Copom de reduzir o juro para 4,25% ao ano. É, de novo, o mínimo já registrado no Brasil. O juro baixo força o investidor brasileiro a assumir risco para buscar retornos altos.
Se você é leitor antigo do Seu Dinheiro, já está careca de saber isso. Para te ajudar a arregaçar as mangas e partir para a ação, a Jasmine Olga traz hoje um compilado das melhores ações indicadas pelas corretoras para fevereiro.
•O Banco Central cortou a taxa básica de juros para 4,25% ao ano e sinalizou o fim do ciclo de quedas. A Julia Wiltgen fez as contas e mostra aqui como ficam seus investimentos com a Selic ainda mais baixa.
• Dos cinco fundos mais rentáveis de 2019, três eram especializados em small caps - um deles é o 4UM Small Caps FIA, da gestora paranaense 4UM. O foco deles é buscar retornos de 100% com apostas fora do óbvio. A Julia conversou com o gestor do fundo e explica a estratégia dele nesta matéria.
SEU DINHEIRO PREMIUM
• Está procurando ações para comprar na bolsa? A Jasmine Olga consultou 13 corretoras sobre quais são suas três ações preferidas. A grande vencedora é uma ação indicada por quatro corretoras. Essa empresa é uma das companhias que se dá bem no cenário de juros baixo. A indicação está disponível nesta matéria, que é exclusiva para os leitores Premium. Para virar Premium, basta clicar neste link.
Leia Também
•O Ibovespa fechou em alta de 0,41%, aos 116.028,27 pontos — foi a terceira sessão consecutiva no azul. O dólar à vista recuou 0,45%, a R$ 4,2390.
•O que mexe com os mercados hoje? A atuação do governo chinês para conter os estragos causados pelo surto de coronavírus no país parece surtir efeito e as bolsas asiáticas embalam o terceiro dia de alta consecutivo. As bolsas americanas zeraram as perdas acumuladas nas últimas semanas e amanhecem no azul.
•O BNDES levantou R$ 22 bilhões com a venda de suas ações da Petrobras. Nos últimos meses, o banco também deixou de ser acionista da Light e da Marfrig.
•O Banco Pan lucrou R$ 515,9 milhões em 2019, um crescimento de 133% em relação ao ano anterior. A empresa agora espera atrair parte dos clientes para sua recém-lançada conta digital, com foco nas classes C, D e E.
•O Cade rejeitou mais um recurso do Itaú e da Rede contra a decisão do órgão que suspendeu uma promoção da empresa de maquininhas.
•A Localiza aprovou sua 8ª emissão de debêntures, ao valor total de R$ 1 bilhão na data de emissão. Os títulos têm prazo de 12 de fevereiro de 2025.
•O presidente dos EUA, Donald Trump, foi absolvido no Senado das duas acusações no processo de impeachment.
•No Brasil, a Câmara dos Deputados barrou a decisão do STF de afastar o deputado Wilson Santiago (PTB-PB). O parlamentar é investigado na Operação Pés de Barro por pagamento de propinas em obra de uma adutora na Paraíba.
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal