O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em 1957, o país ainda tinha como capital o Rio de Janeiro. A música de maior sucesso foi Mocinho Bonito, na voz de Doris Monteiro. E um jovem craque de 16 anos conhecido como Pelé fazia sua estreia na seleção brasileira, que viria a conquistar a primeira Copa no ano seguinte.
Nessa época, a economia nacional experimentava a transição para as grandes cidades e estava no início da fase de industrialização. Para você ter uma ideia, a produção de veículos no país em abril de 1957 foi de apenas 2.449 unidades.
Esse número deveria constar apenas nas estatísticas e nos livros de história. Mas a pandemia do coronavírus levou a economia brasileira a voltar 63 anos no tempo.
A Anfavea anunciou que as montadoras produziram apenas 1.847 veículos em abril, uma queda brutal de 99% em relação às 190 mil unidades do mês anterior.
Trata-se do pior resultado de toda a série histórica da associação, que começou justamente em 1957. Nem mesmo em períodos de greve a paralisação na produção foi tão radical.
O número da Anfavea reforça a percepção de que a economia terá meses muito difíceis à frente. E na certa o Banco Central levou isso em conta ao decidir fazer o corte mais ousado de 0,75 ponto percentual na Selic nesta semana.
Leia Também
Outro dado que reforça a percepção de que o BC tem espaço para afrouxar ainda mais os juros veio da inflação medida pelo IPCA. Ou melhor, deflação. Em abril, os preços registraram uma queda 0,31%.
Mas se você passou no supermercado para encher o carrinho durante a quarentena, provavelmente não sentiu essa redução. Saiba por que nesta matéria do Kaype Abreu.
Depois de vários dias de bastante tensão, principalmente com a disparada do dólar, o mercado financeiro teve uma sexta-feira relativamente tranquila. A moeda norte-americana fechou em queda de 1,70% e o Ibovespa subiu 2,75%, de volta aos 80 mil pontos, graças à melhora no cenário externo. Confira na cobertura do Victor Aguiar tudo o que movimentou os mercados hoje e na semana.
Cotistas de fundos imobiliários não ouviram boas notícias desde o início da crise do coronavírus. Fundos do segmento cortaram em 27% a distribuição dos seus dividendos, segundo a XP Investimentos. Em relação a fevereiro, o mês de abril foi especialmente negativo para quem investiu em fundos de shoppings, que reduziram em 97,5% os proventos. Saiba como os diferentes tipos de FII devem ser atingidos pela crise, na visão da corretora.
A taxa de desemprego nos Estados Unidos superou uma marca histórica e extremamente negativa: já é superior àquela que se via na época do Crash de 1929, a chamada Grande Depressão. São incríveis 20,5 milhões de pessoas que ficaram sem ocupação formal no mercado de trabalho. Tudo isto, ainda por cima, em apenas um mês, como resultado das demissões disparadas pela pandemia.
A população de São Paulo ficará mais tempo em isolamento social. Ou ao menos é isso que o governador João Doria espera, em meio ao aumento de casos e óbitos no Estado. O tucano anunciou o prolongamento da quarentena, agora até 31 de maio. Doria também deu o número de quantas vidas ele e sua equipe acreditam que serão salvas com a terceira extensão do prazo.
O governo anunciou em conjunto com os bancos uma linha de R$ 40 bilhões para financiar a folha de pagamento de pequenas e médias empresas. O crédito tem condições bastante vantajosas, como a taxa de juros de 3,75% ao ano – equivalente à Selic na época do anúncio. Mas do total disponível, apenas R$ 413 milhões foram emprestados até agora. Confira nesta reportagem do Estadão por que a linha não engrenou.
A taxa de juros chegou a uma nova mínima nesta semana, e tudo indica que vai continuar em queda. Ao mesmo tempo, o dólar bateu recordes de alta e também não parece perder o vigor. O que fazer agora? Bem, esse foi um dos temas que o Victor Aguiar e eu comentamos na edição desta semana do podcast Touros e Ursos, agora em vídeo – e ao vivo. Se você perdeu, vem conferir porque a conversa foi boa!
Um ótimo fim de semana para você!
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora
Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval
Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais
Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas