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Depois de dois anos de intensas negociações, ameaças, taxações, tuítes, jogos de pôquer, truco e mahjong, China e Estados Unidos finalmente assinaram hoje a primeira fase do acordo que pôs uma trégua na guerra comercial travada pelas duas potências.
O presidente americano Donald Trump e o vice-premiê chinês Liu He assinaram os termos, que preveem compras de US$ 200 bilhões em diversos produtos e serviços em um prazo de dois anos, sendo que US$ 50 bilhões são destinados apenas à compra de produtos agrícolas americanos pelos chineses.
A guerra comercial entre EUA e China foi o pano de fundo que deu o tom dos mercados financeiros globais ao longo de todo o ano passado. Seu desfecho - que ainda não ocorreu, mas está encaminhado - era crucial para os investidores traçarem seus próximos passos.
Mas embora os mercados tenham passado os últimos dias em compasso de espera por essa famigerada assinatura, a reação de hoje acabou não sendo muito intensa.
Como não podia deixar de ser, o alívio veio acompanhado de uma preocupação: o fato de que as tarifas, de ambos os lados, só serão retiradas depois da fase dois, que já sabemos que não deve ser concluída antes das eleições americanas.
E por aqui, digamos que o mercado tinha mais com que se preocupar. O Ibovespa hoje tomou um belo de um golpe que nada teve a ver com essa tal guerra comercial e muito menos com a assinatura do acordo. A pancada veio dos dados do varejo e derrubou a bolsa em mais de 1%. O Victor Aguiar acompanhou o pregão de hoje e traz todos os detalhes para você.
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