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A matéria a respeito da queda da rentabilidade das aplicações mais conservadoras com o novo corte da Selic, jogando-as ao campo da ‘perda fixa’, foi o destaque desta semana no Seu Dinheiro
Como você já sabe, o Banco Central (BC) está promovendo um movimento de cortes na Selic. A taxa básica de juros, que começou 2019 em 6,5%, está agora em 4,25% ao ano — um novo piso histórico.
Todos esses ajustes negativos têm um objetivo bastante claro: estimular a economia doméstica, que ainda enfrenta dificuldade para ganhar tração. Juros mais baixos, em tese, incentivam a tomada de crédito e fazem a roda do consumo voltar a girar.
Mas há um segundo efeito importante a ser considerado: o impacto sobre os seus investimentos em renda fixa, especialmente as opções mais conservadoras. Com a Selic nas mínimas, o rendimento dessas aplicações está cada vez menor.
A poupança já vinha perdendo da inflação há tempos, mas, com a taxa básica de juros a 4,25% ao ano, outras modalidades se juntaram ao grupo da 'perda fixa'. É o caso das aplicações voltadas para a reserva de emergência.
A Julia Wiltgen fez um levantamento da rentabilidade de diversos investimentos de caráter conservador em 12 meses, levando em conta a nova taxa Selic, e comparou os resultados com a inflação projetada em 12 meses. A matéria com as conclusões desse estudo foi a mais lida da semana.
Mas, antes de apresentar os outros textos que foram sucesso nos últimos dias, convido todos vocês a lerem nossa matéria de capa neste sábado.
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