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As empresas nos botes de recuperação extrajudicial, a trégua na guerra do Oriente Médio, e o que mais move os mercados hoje

Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano

25 de março de 2026
8:00 - atualizado às 8:11
Imagem: IA/ChatGPT

Já falei sobre um dos filmes do diretor canadense James Cameron nesta newsletter, e hoje quero citar Titanic.

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O navio britânico, causador de um dos maiores desastres marítimos da história e a inspiração para o filme, foi construído pela White Star Line para ser o mais luxuoso e seguro feito até então. Divididos entre primeira, segunda e terceira classe, os passageiros mais abastados tinham acesso a restaurantes sofisticados, academia, piscina e até quadra de squash.

Após colidir com um iceberg, o Titanic afundou em abril de 1912, com botes salva-vidas insuficientes para todos os passageiros e tripulação.

No drama de 1997, o enfoque é na vida das pessoas que cruzaram o oceano e presenciaram a tragédia. Sem acesso a um bote, Rose consegue se salvar apoiando-se em uma tábua de madeira, pequena e instável demais para abrigar também seu par romântico, Jack.

Nas últimas semanas, também temos visto diversas empresas buscando um bote salva-vidas, seja por meio de uma recuperação extrajudicial ou uma medida cautelar que suspende os pagamentos e execuções de dívidas por um período. Cada vez mais empresas buscam um respiro para não naufragarem.

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Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona. Conversei com especialistas em recuperação judicial para entender por que esse cenário deve piorar ainda mais em 2026. Confira nesta matéria aqui.

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Esquenta dos mercados

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Apesar das incertezas ainda no ar, a reação foi imediata, fazendo os preços do petróleo despencarem mais de 5% nesta manhã.

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Já as bolsas ao redor do globo tentam recuperar o fôlego após as últimas perdas. O mercado europeu e os índices futuros de Nova York amanhecem em forte alta nesta quarta-feira (25).

Os mercados asiáticos também foram impulsionados pelo anúncio e fecharam o pregão no azul, com destaque para o índice japonês Nikkei, que encerrou o dia com ganhos de 2,82%.

Enquanto os termômetros seguem registrando altas temperaturas no conflito, investidores acompanham dados de inflação no Reino Unido. Por aqui, os holofotes se voltam para o índice de confiança do consumidor da FGV, que indica a percepção da população sobre a economia.

Além disso, a temporada de balanços chega a sua reta final com a divulgação dos resultados da Americanas, que serão conhecidos hoje após o fechamento dos mercados.

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Esqueça Godiva: o chocolate mais caro do mundo não é europeu – e custa mais de R$ 2.500; conheça marca. Considerado o chocolate mais caro (e raro) do mundo, produto é de marca sul-americana e feito com apenas dois ingredientes.

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