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Caro leitor,
Estamos, sem dúvida, vivendo um momento histórico e extraordinário. A maioria de nós certamente jamais pensou que, em um futuro próximo, precisaria ficar trancafiado em casa ou paranoico com a limpeza das mãos a fim de evitar a disseminação global de uma doença altamente contagiosa, com elevado nível de hospitalização e potencialmente letal. Pelo menos, eu não.
Já aconteceu no passado, é verdade. A humanidade já teve que superar outras epidemias, mais destrutivas até. Mas viver isso hoje, com tantos recursos e medicina tão avançada, parece loucura.
Provavelmente também não imaginávamos que veríamos os preços dos ativos se deteriorando com tanta rapidez. Do otimismo com a economia - ou pessimismo moderado, quando considerados os países desenvolvidos - passamos ao risco de recessão quase que da noite para o dia. Um vírus pôs o mundo de joelhos.
De vez em quando alguém comenta que parece que estamos vivendo dentro do roteiro de um filme de ficção científica, numa distopia, ou mesmo numa simulação. Evocam obras como Ensaio sobre a cegueira e o filme Contágio. Mas eu defendo que a realidade é bem mais complexa e interessante que qualquer ficção, para o bem ou para o mal.
Tem mais uma coisa que eu acredito que, até pouco tempo atrás, você não imaginava que ia ver nesta vida, caro leitor: a taxa Selic abaixo de 4% ao ano. Pois hoje, o Comitê de Política Monetária do Banco Central cortou os juros para 3,75% ao ano, em linha com a estratégia dos bancos centrais globais em tentar aplacar os efeitos nefastos do coronavírus na economia.
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No seu comunicado, o Copom deixou claro que continua com seu armamento apontado na direção do inimigo, a crise. A redução de 0,5 ponto era esperada pelo mercado, mas a expectativa de corte fez os juros futuros dispararem nesta quarta, devido à pressão do câmbio e ao temor de que as medidas anunciadas pelos governos não sejam suficientes.
O dólar hoje fechou na nova máxima de R$ 5,19 - e pensar que, até pouco tempo atrás, ficávamos boquiabertos com R$ 4,20. Taí outra coisa que eu acho que você não pensava que veria nesta vida.
Já o Ibovespa, em meio ao pânico que se prolonga, caiu mais de 10%, acionou seu sexto circuit breaker do mês e perdeu os 70 mil pontos. Há exatamente um ano, o índice batia os 100 mil pontos pela primeira vez na história.
Se você está em dúvida sobre o que fazer em relação aos seus investimentos nesse cenário de alta volatilidade e taxa de juros ainda mais baixa, fique ligado no Seu Dinheiro amanhã. A partir das 10h faremos uma transmissão ao vivo com Rodolfo Amstalden, nosso colunista e um dos sócios-fundadores da Empiricus, para tirar as dúvidas de investimento dos nossos leitores Premium. A live, porém, será aberta para todos assistirem. Se você é leitor Premium ou deseja se tornar um, veja aqui como enviar a sua pergunta.
Nesse momento de disparada da moeda americana, o Banco Central vai injetar dólares no mercado por meio da recompra temporária de títulos da dívida externa brasileira, no valor de US$ 31 bilhões. A última vez que o BC utilizou essa estratégia foi durante a crise de 2008.
O governo vai lançar um auxílio de R$ 15 bilhões a trabalhadores informais durante três meses, além de ajudar companhias aéreas, as empresas mais afetadas pela crise. O anúncio das novas medidas foi feito durante uma coletiva de imprensa na qual os integrantes do governo usaram máscaras. Dois ministros foram diagnosticados com coronavírus hoje. Saiba mais.
Depois de ter sido chamado por muitos de ouro digital em períodos de aversão ao risco, o bitcoin não anda cumprindo muito bem essa suposta função de reserva de valor, e apresenta queda de 30% em março. Apesar de parecer descorrelacionado dos ativos tradicionais, o movimento da criptomoeda neste mês também foi para baixo. A Bruna Furlani explica direitinho os motivos da queda nesta matéria.
Ainda não sabemos quanto tempo vai durar a pandemia de coronavírus, a recessão que pode se seguir ou a queda nas bolsas. Mas a probabilidade, pelo menos, está a favor do investidor. O nosso colunista Felipe Palleta fez um estudo bem completo do comportamento da bolsa brasileira nos seus piores anos e concluiu que quem encheu o carrinho em períodos de bear market se deu bem. Estatisticamente, é hora de comprar. Entenda por quê.
A Petrobras anunciou hoje que, a partir desta quinta-feira, irá reduzir o preço da gasolina em 12%. Na semana passada, a petroleira havia anunciado um recuo de 9,5% para o combustível. Já o preço do diesel terá queda de 7,5%. A redução faz parte da estratégia da estatal de repassar ao consumidor o movimento dos preços no mercado internacional.
Depois de acompanhar uma verdadeira batalha entre as duas corretoras brasileiras, amplamente noticiada pelo Seu Dinheiro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) optou por arquivar as denúncias de supostas práticas anticompetitivas por parte da XP Investimentos. Uma das denúncias havia sido feita pelo BTG Pactual. Confira a justificativa do órgão e relembre a história.
Para o nosso colunista Felipe Miranda, ainda que as ações já estejam em preços interessantes, as bolsas ainda podem cair mais - muito mais. Ele acha que uma potencial crise de crédito decorrente da paralisação dos negócios por conta do coronavírus ainda não está precificada. Mas isso não significa que tudo esteja perdido, pelo contrário. Só que o momento é de cautela e proteção patrimonial. Entenda os argumentos do Felipe.
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
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