O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Ibovespa até começou o dia em alta, pegando carona no bom humor externo. No entanto, após acumular ganhos de 2% entre segunda e quarta-feira, o índice acabou perdendo força e virando para baixa, puxado pelas perdas no setor bancário
O Ibovespa tentou prolongar a sequência de ganhos dos últimos três dias, mas acabou cedendo a um movimento de realização de lucros. Após começar o pregão desta quinta-feira (6) em alta, o índice perdeu força e virou ao campo negativo, com os investidores embolsando parte da valorização de 2% acumulada na semana.
Por volta de 17h00, o Ibovespa recuava 1,07%, aos 114.790,45 pontos — logo depois da abertura, tocou os 117.381,83 pontos (+1,17%). O índice brasileiro, assim, destoa das bolsas americanas: o Dow Jones (+0,29%), o S&P 500 (+0,27%) e o Nasdaq (+0,59%) seguem em alta.
No mercado de câmbio, o dólar à vista chegou a cair 0,71% mais cedo, a R$ 4,2090, mas fechou em alta de 1,09%, a R$ 4,2852 — a moeda americana se fortaleceu em escala global ao longo do dia, passando a ganhar terreno em relação às demais divisas de países emergentes.
Por aqui, os investidores repercutiram o novo corte na taxa Selic, para o patamar de 4,25% ao ano — uma nova mínima histórica. No entanto, o Banco Central (BC) foi claro ao sinalizar que essa foi a última redução do atual ciclo de ajuste.
Nesse cenário, as curvas de juros se ajustaram à indicação do Copom e fecharam em de alta — quem apostava em mais um corte na Selic em março precisou rever suas posições.
Veja abaixo como ficaram os principais DIs nesta quinta-feira:
Leia Também
O corte de 0,25 ponto na Selic diminui ainda mais o diferencial em relação aos juros dos Estados Unidos — por lá, o Federal Reserve manteve as taxas inalteradas nas últimas duas reuniões. Com isso, investidores que buscam retornos fáceis têm menos estímulo para colocar recursos no Brasil.
É por isso que, em linhas gerais, taxas de juros mais baixas implicam em desvalorização da moeda local. Por outro lado, há a leitura de que esse movimento tem uma conotação positiva, já que os recursos mais especulativos e que buscam apenas a rentabilidade diária dos juros não ingressam mais no país.
Lá fora, a menor apreensão em relação ao coronavírus continua dando impulso às bolsas. A percepção de queda no ritmo de disseminação da doença, os anúncios de possíveis tratamentos e as iniciativas do governo chinês para conter o vírus têm dado suporte à recuperação dos mercados americanos, que sofreram intensa pressão na semana passada.
Boa parte da perda de força do índice ao longo do dia se deve ao enfraquecimento das ações dos bancos, que viraram ao campo negativo. Agora, Itaú Unibanco PN (ITUB4) recua 0,57%; Bradesco PN (BBDC4) cai 1,07% e Banco do Brasil ON (BBAS3) tem perda de 1,83%.
Trata-se de um movimento de realização de lucros, já que, na semana, os papéis do setor vinham apresentando um desempenho bastante positivo. Apesar da queda de hoje, essas ações ainda acumulam ganhos de mais de 1% desde segunda-feira.
Essa tendência negativa vista nos bancos é parcialmente neutralizada pelas ações da Petrobras, tanto as ONs (PETR3) quanto as PNs (PETR4), que avançam 2,23% e 1,97%, respectivamente.
Ontem, o BNDES fixou em R$ 30,00 o preço das ações ON da Petrobras que irá vender na oferta subsequente — a instituição irá vender 734,2 milhões de papéis desse tipo, ficando com uma fatia de apenas 0,16%.
Na ponta negativa do índice, destaque para Braskem PNA (BRKM5), em baixa de 6,30%, após a Justiça de São Paulo determinar que os bancos credores da Odebrecht podem vender as ações da companhia, dadas em garantia pela construtora.
Ontem, as ações ON da Mitre (MTRE3) estrearam na B3 e fecharam em forte alta de 7,77%. Hoje, é a vez dos papéis ON da Locaweb (LWSA3) começarem a ser negociados — e, assim como a incorporadora, também disparam.
As ações da estreante do dia operam em forte alta de 20,75%, a R$ 20,83 — os papéis saíram do IPO a R$ 17,25, no pico da faixa indicativa de preço.
Também fora do Ibovespa, destaque para as ações ON da Centauro (CNTO3), que sobem 11,40%, a R$ 48,28, e chegam a novas máximas. Mais cedo, a companhia anunciou a compra da Nike do Brasil, por R$ 900 milhões, passando a deter a exclusividade dos itens da marca no país.
Veja abaixo os cinco papéis de melhor desempenho do Ibovespa nesta quinta-feira:
Confira também as maiores baixas do índice:
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa