🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Daniele Madureira

Daniele Madureira

Daniele Madureira é jornalista freelancer. Formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, tem pós-graduação em Jornalismo Social pela PUC-SP. Foi editora-assistente do site Valor Online, repórter dos jornais Valor Econômico, Meio & Mensagem e Gazeta Mercantil. Colaborou com as revistas Exame, Capital Aberto e com a edição do livro Guia dos Curiosos.

MP QUE CRIA MARCO REGULATÓRIO DEVE CADUCAR

Algo cheira mal no país – mas não chegou até Brasília

Os entraves envolvendo a MP 868, que estabelece um novo marco regulatório para o saneamento no Brasil. Texto é considerado chave para destravar investimentos privados no setor e mexe com ações de estatais como Copasa, Sabesp e Sanepar.

Daniele Madureira
Daniele Madureira
27 de maio de 2019
5:38 - atualizado às 8:49
Imagem mostra lixo e córrego poluído em São Paulo
Falta de saneamento básico no Jardim Vista Alegre, na região da Brasilândia, zona norte de São Paulo, bairro com maior incidência de dengue na capital paulista em 2015. - Imagem: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/

Consta que no verão de 1858, Londres padecia de um mal que parecia incurável: “o grande fedor” (“the great stink”). Foi como ficou conhecido o verão daquele ano, quando os dejetos jogados no rio Tâmisa começaram a espalhar um cheiro insuportável por toda a capital londrina. As milhares de mortes causadas pelos surtos de cólera, ano após ano, devido à falta de infraestrutura para atender o explosivo crescimento da população (que quase triplicou para 2,8 milhões de habitantes na primeira metade do século XIX), não foram capazes de comover os parlamentares a investir em esgoto. O que inspirou (literalmente) os políticos a liberar recursos para construir o mais moderno sistema integrado de esgotos da época foi “o grande fedor”: o Parlamento está instalado às margens do Tâmisa. Ninguém conseguia trabalhar com aquela podridão entrando pelas narinas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ser aprovada pelo Congresso até o próximo dia 3, a Medida Provisória 868, que cria um novo marco regulatório para o setor de saneamento no Brasil, precisaria que o centro do poder no país, Brasília, estivesse ao lado de um Tâmisa de 160 anos atrás – ou até mesmo de um rio Pinheiros, Tietê ou uma Baía de Guanabara dos dias atuais, que permanecem como símbolos da falta de compromisso com o esgoto nacional.

Isso porque não falta consenso que a aprovação da MP 868 seria benéfica para todo o setor, aumentando a injeção de recursos privados em uma atividade dominada por estatais, que em geral estão sem dinheiro para bancar a expansão dos serviços. As novas regras também criariam maior segurança jurídica, uma vez que a regulação seria de competência do governo federal – e não mais dos Estados e municípios. Mas a briga que envolve a MP é essencialmente política.

De acordo com o texto do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da medida, terão fim os “contratos de programa”, como são chamados os contratos de longo prazo fechados pelos municípios com as empresas estaduais, envolvendo serviços de saneamento. Esses contratos são fechados sem licitação e não há obrigatoriedade de fixar metas de qualidade e investimentos, como costuma ocorrer em parcerias público-privadas (PPPs) no setor (quando uma estatal subcontrata uma privada para determinado projeto, por exemplo). A MP estabelece que, quando os atuais contratos de programa expirarem, só será possível fazer contratos de concessão – ou seja, os municípios terão que abrir uma licitação, incluindo empresas públicas e privadas na disputa.

“O setor precisa atrair investimentos e acabar com a grande inconsistência regulatória envolvendo os modelos adotados em cada Estado. A MP dá essa segurança jurídica que um investidor estrangeiro necessita para se instalar no país”, diz o analista Gustavo Miele, do Itaú BBA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo ele, a aprovação da medida seria positiva para ações de estatais de capital misto, como a paulista Sabesp e a mineira Copasa, que podem vir a ser privatizadas. “O setor poderia ser regulado como outros da infraestrutura. Mas, do jeito que está hoje, as estatais podem se perpetuar na gestão dos serviços de saneamento dos municípios”.

Leia Também

Além de Sabesp e Copasa, a Sanepar tem capital misto, com ações em bolsa. A expectativa em torno da aprovação da MP 868 mexeu com os papeis das empresas na última semana. Depois de atingir o pico de R$ 42,50 na quarta-feira (22), o papel Sabesp ON fechou em queda de 2,25%, para R$ 40,33 na sexta (24). Também na quarta, a Copasa MG ON atingiu o valor mais alto da semana, chegando a R$ 59,36, para depois encerrar a sexta com desvalorização de 1,60%, para R$ 56,50. As ações ordinárias da Sanepar, por sua vez, haviam atingido o auge na segunda, cotadas a R$ 18,48, para depois encerrarem a semana a R$ 15,80.

Na quarta-feira (22), a estatal paranaense de água e esgoto enfrentou um revés. O Tribunal de Contas do Estado determinou que o reajuste tarifário de 2019 seja de 8,37% - a companhia estava pleiteando 12,13%, conforme havia sido aprovado pela Agepar, a agência reguladora do setor no Paraná. Segundo a Sanepar, a companhia segue em busca de um reajuste maior na tarifa.

“O mercado está batendo nas ações das empresas, porque há muito pouco tempo para aprovação da MP pelo Congresso”, diz o analista da Planner Corretora, Victor Martins.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo ele, existem mais propostas positivas do que negativas na Medida Provisória, mas o assunto está muito politizado. “Se estivessem sendo discutidos critérios apenas técnicos, conseguiríamos colocar no preço das ações”, diz ele. “Estava mais otimista com os rumos do setor no começo do ano, mas agora está tudo nebuloso”.

Procuradas pela reportagem, Sabesp, Sanepar e Copasa não quiseram se pronunciar a respeito da MP e seus desdobramentos.

Caduca ou não?

A analista Sabrina Cassiano, da Coinvalores, também acredita que há grande probabilidade de a MP caducar. “Se isso acontecer, o governo deve editar um projeto de lei e começa tudo de novo”, diz ela. Para a analista, as empresas privadas têm mais acesso a capital e poderiam injetar os recursos que o setor tanto precisa.

De maneira geral, as estatais estão endividadas demais para investir na expansão dos serviços a ponto de alcançar a meta de universalização em 2033, prevista no Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), lançado em 2013. À época, o Plansab estimou em R$ 420 bilhões o investimento necessário no período para atingir a meta, o que equivale a um aporte de R$ 21 bilhões por ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, no Brasil, são investidos R$ 12 bilhões por ano em média, segundo dados da pesquisa da KPMG para a Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon). Grande parte desse montante, porém, é destinado à manutenção do sistema atual, restando muito pouco para a ampliação do atendimento, diz Percy Soares Neto, diretor de relações institucionais da Abcon. “Com isso, a tendência é que a tarifa fique mais cara”, afirma.

Para a analista da Coinvalores, a aprovação das novas regras iria aumentar a competição para as estatais. “Mas elas também seriam beneficiadas, podendo disputar outras regiões do país”, diz Sabrina.

A Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) discorda completamente dessa ideia. “A MP é nociva para os Estados”, diz Roberto Tavares, presidente da Aesbe e da Compesa, a estatal pernambucana de saneamento. Para ele, as empresas privadas vão querer ficar só com o “filé”, as grandes cidades, e deixar de lado os municípios pequenos, que teriam baixa rentabilidade. Mas o principal ponto negativo, na sua visão, é a proibição da renovação dos “contratos de programa”.

“Cada município tem um período de contrato diferente com a estatal. Uma das propostas da MP é que nas licitações haja um balanceamento entre as regiões mais rentáveis e as menos rentáveis. Mas como conseguir isso? Não funciona”, diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Tavares, o ideal seria que as empresas privadas continuassem concorrendo entre si para disputar PPPs ou novas licitações municipais. “Uma empresa pública concorrendo com uma privada não deveria acontecer”, diz. Ainda assim, para o presidente da Aesbe e da Compesa, a MP tem um lado positivo, que é a regulação em nível federal.

Osso ou filé?

A Iguá Saneamento, que integra o segmento Bovespa Mais, rebate o argumento de que as privadas querem só o “filé”. “A rentabilidade de uma cidade ou região é muito relativa e não depende do tamanho”, diz Felipe Fingerl, diretor financeiro da Iguá. Segundo ele, o contrato com um pequeno município pode, perfeitamente, ser rentável, dependendo de fatores como nível da tarifa, topografia, prazo para entrega das obras, curva de obrigatoriedade de investimentos. “O modelo de concessão pode ser atrativo, dependendo de como foi desenhado”.

A empresa atende hoje 18 projetos em cinco Estados – São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e Alagoas – em cidades de diferentes portes, desde a capital Cuiabá (MT) até pequenas localidades, como Castilho (SP) e Itapuá (SC). “Hoje, 58% das concessões do setor estão em cidades com menos de 20 mil habitantes, ou seja, os players privados já atendem os pequenos municípios”, diz Fingerl.

Citando dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), o executivo afirma que as empresas privadas representam 6% do total de companhias que atuam no setor mas, nos últimos três anos, responderam por 20% de todo o investimento feito no país em saneamento. Esses 6% atendem 10% da população do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Nós temos capacidade de atender muito mais e mudar a realidade do setor”, diz Fingerl, lembrando os dados recentemente divulgados pelo IBGE, na pesquisa PNAD Contínua. De acordo com o levantamento, um terço das residências do país (33,7%) não têm escoamento do esgoto por rede geral ou mesmo fossa. Esse percentual não muda desde 2016 e é muito mais alarmante no Norte (78,2%) e no Nordeste (55,4%) do Brasil. Uma realidade do século XXI que remonta ao século XIX.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira

24 de fevereiro de 2026 - 15:27

Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração

A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

JOIA RARA?

‘Escondido’ entre os gigantes, este banco pode entregar mais de 70% de valorização, aposta a XP

23 de fevereiro de 2026 - 16:48

Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é

VACA LEITEIRA?

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) turbina retorno após balanço do 4T25 — com direito a JCP, recompra e devolução bilionária aos acionistas

23 de fevereiro de 2026 - 14:42

A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3

FIM DE UM CICLO

Pátria zera posição na SmartFit (SMFT3) após 15 anos com venda de R$ 900 milhões em ações, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 14:25

Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia

APOSTA NOS METAIS BÁSICOS

De olho no cobre: Vale (VALE3) anuncia investimento de US$ 3,5 bilhões em Carajás e atualiza projeções de caixa; confira os números

23 de fevereiro de 2026 - 13:15

Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética

VEJA O QUE DIZ O CEO

Azul (AZUL53): depois da recuperação judicial relâmpago, fusão com Gol sai de cena de vez e aérea mira no “crescimento responsável”

23 de fevereiro de 2026 - 12:30

Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional

AGORA VAI?

Na corrida para a privatização, Copasa (CSMG3) emite debêntures de R$ 2 bilhões e define bancos responsáveis pela oferta secundária de ações

23 de fevereiro de 2026 - 11:50

Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais

REFORÇO DE CAPITAL

Após quase triplicar na B3, Banco Pine (PINE4) lança follow-on e quer levantar até R$ 400 milhões na bolsa

23 de fevereiro de 2026 - 11:13

Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes

DE OLHO NA BOLSA

Cosan (CSAN3) considera IPO da Compass Gás e Energia, em meio a crise na Raízen (RAIZ4)

23 de fevereiro de 2026 - 10:34

A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012

AMIANTO NO TALCO?

Natura paga US$ 67 milhões para encerrar processo da Avon nos EUA relacionado a acusações de câncer causado por talco

23 de fevereiro de 2026 - 9:40

A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto

ENTREVISTA COM CEO

Exclusivo: CEO do Bradesco (BBDC4) rebate críticas ao resultado: “disseram que não tínhamos mais como crescer, mas mostramos o contrário”

23 de fevereiro de 2026 - 6:12

Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE

APERTO DE MÃOS

Vale (VALE3) firma acordo de R$ 2,6 bilhões com grupos indianos para impulsionar exportação de minério de ferro

22 de fevereiro de 2026 - 14:43

A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar