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Para Oxford Economics

Com agenda reformista e melhora no déficit fiscal, Brasil pode ter upgrade de rating

Segundo relatório, país tem grandes chances de conquistar os holofotes mundiais e assumir o papel de protagonista na América Latina

15 de janeiro de 2019
10:04 - atualizado às 14:24
Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro - Imagem: Bobby Fabisak/Estadão Conteúdo

Os investidores da bolsa não são os únicos que andam animados com os rumos da economia brasileira. A Oxford Economics, uma das empresas líderes de análises econômicas e de conjunturas do mundo, também está positiva sobre o futuro do país, principalmente com a expectativa de que a nova equipe econômica consiga de fato melhorar o rombo fiscal.

Segundo um relatório divulgado nesta terça-feira, 15, pelos analistas da Oxford, o país tem grandes chances de conquistar os holofotes mundiais e assumir uma posição privilegiada na América Latina. O Brasil tomaria o atual posto do Chile, que vem perdendo seu protagonismo de lugar "seguro" da região após empresas e credores acumularem elevados índices de dívida.

O relatório também avalia que, caso o presidente Jair Bolsonaro priorize uma agenda de reforma fiscal, como a aprovação da reforma da Previdência, a tendência é que o Brasil passe por uma elevação de seu rating.

Um longo caminho

Vale lembrar que o rating do Brasil está uns bons degraus abaixo do famoso "grau de investimento". Desde que perdeu seu selo de bom pagador de suas dívidas - em 2015 na Standard&Poor's e na Fitch e em 2016 na Moody's - o país não consegue entrar em um processo de recuperação dessas notas e inclusive amargou novas quedas nos últimos anos.

Na Moody's, por exemplo, a nota atual do país é Ba2, com perspectiva estável, dois patamares abaixo do grau de investimento, que é Baa3. Já na Standard&Poor's e na Fitch, a situação é ainda mais complicada: o Brasil está com nota BB- em ambas agências de classificação de risco, três níveis abaixo da nota mínima para o grau de investimento, que é a BBB-.

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