Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Volta do feriado

Ibovespa fecha em queda e dólar sobe a R$ 3,95, ajustando-se ao tom paciente do BC americano

O Fed sinalizou que não pretende promover cortes na taxa de juros dos EUA no curto prazo, frustrando o mercado e reduzindo o apetite por ativos de países emergentes. Como resultado, tanto o Ibovespa quanto o dólar iniciaram o mês sob pressão

Victor Aguiar
Victor Aguiar
2 de maio de 2019
10:35 - atualizado às 9:52
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa passou o dia no campo negativo e voltou ao nível dos 95 mil pontos - Imagem: Seu Dinheiro

O Ibovespa e o dólar voltaram ao batente nesta quinta-feira, passado o recesso de 1º de maio. Mas, ao menos no cenário interno, quase nada mudou: Brasília continua em recesso e a reforma da Previdência segue em stand by.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então, a saída foi olhar para o exterior. E, lá fora, o feriado trouxe notícias desanimadoras para os ativos de risco e de países emergentes, o que provocou uma onda de correções por aqui: o Ibovespa fechou em queda de 0,86%, aos 95.527,62 pontos, e o dólar à vista subiu 0,98%, a R$ 3,9596.

Façamos, portanto, uma breve retrospectiva do que aconteceu ontem: o Federal Reserve (Fed)  — o Banco Central dos Estados Unidos — divulgou sua decisão de política monetária, mantendo a taxa básica de juros do país entre 2,25% e 2,5%.

Mas essa manutenção era amplamente esperada pelos agentes financeiros. O problema todo foi a postura "paciente" assumida pelo presidente da instituição, Jerome Powell, sinalizando que o Fed não pretende promover alterações nos juros do país no curto prazo. Isso frustrou parte do mercado, que apostava num corte das taxas num futuro próximo.

Em linhas gerais, juros mais baixos nos Estados Unidos diminuem a atratividade dos ativos americanos — o que aumenta o apetite do mercado por alternativas mais arriscadas. Assim, com o Fed jogando um balde de água fria em quem esperava a redução das taxas, houve a reação oposta: fuga dos ativos de risco e aumento da demanda por opções mais seguras, como o dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Efeito dominó

Com essa frustração, as bolsas dos Estados Unidos fecharam a sessão de ontem em queda firme — os mercados americanos funcionaram normalmente na quarta-feira. O Dow Jones teve baixa de 0,61%, o S&P 500 caiu 0,75% e o Nasdaq recuou 0,57%.

Leia Também

Além disso, os ativos ligados ao Brasil negociados nos Estados Unidos tiveram perdas expressivas: o principal fundo de índice (ETF) de ações brasileiras em Nova York, o iShares MSCI Brazil Capped (ou EWZ), caiu 1,66% ontem — e a maior parte dos recibos de ações (ADRs) de empresas do Brasil negociados nos EUA fechou em baixa.

Considerando essa queda dos ativos brasileiros no exterior na quarta-feira — quando os mercados brasileiros estiveram fechados —, a sessão de hoje foi de correção: o Ibovespa passou o dia no campo negativo e, na mínima, chegou a tocar os 95.311,67 pontos (-1,08%).

"O setor ligado a materiais básicos continua pressionado. A fala do presidente do Fed contrariou as expectativas, e isso vai minando sobretudo esse setor", destaca Raphael Figueredo, analista da Eleven Financial Research. E, de fato, o dia foi bastante negativo para o petróleo: o Brent caiu 1,98% hoje e o WTI recuou 2,81%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para piorar ainda mais, as bolsas americanas seguiram em queda, mesmo após as perdas da sessão passada. O Dow Jones fechou com perda de 0,46%, o S&P 500 recuou 0,21% e o Nasdaq teve baixa de 0,16%.

Stand by

Por aqui, o noticiário político continua em modo de espera, já que os trabalhos da comissão especial da Câmara — o próximo colegiado a analisar a proposta de reforma da Previdência — começarão apenas na próxima terça-feira (7). Assim, o mercado segue sem maiores referências quanto ao andamento da tramitação do texto.

"É uma semana de menor liquidez, com poucas notícias de Brasília", diz Victor Cândido, economista-chefe da Guide Investimentos. "E os mercados, com a cabeça vazia, ficam mais tensos. Abre-se espaço para todo tipo de pensamento".

Cândido cita uma declaração do deputado Paulinho da Força como fonte de estresse nesta quinta-feira. O líder da Força Sindical afirmou que os partidos que se reúnem no grupo conhecido como "Centrão" discutem o apoio a uma reforma da Previdência que não garanta a recondução de Jair Bolsonaro ao poder.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"É um deputado de menor relevância, mas a gente vê uma cena mais estressada", diz o economista.

Dólar tenso

O tom paciente do Fed afetou sobretudo o mercado de câmbio no mundo, provocando um fortalecimento global do dólar. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda de câmbio ante uma cesta com as principais divisas do mundo, avançou nesta quinta-feira.

Além disso, o dólar ganhou força ante as divisas de países emergentes, como o peso colombiano, o peso chileno, o rublo russo, o rand sul-africano e o peso mexicano. Nesse contexto, o real acabou sofrendo pressão intensa, chegando a bater o nível de R$ 3,9720 na máxima  do dia (+1,3%).

"É preciso monitorar de perto a economia dos Estados Unidos. Se o payroll amanhã vier baixo, esse cenário desenhado ontem pelo Fed pode começar a mudar", diz Cândido, referindo-se aos dados do mercado de trabalho norte-americano em abril, que serão divulgados amanhã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As curvas de juros também tiveram um dia de correção e acompanharam o câmbio: os DIs para janeiro de 2020 subiram de 6,50% para 6,51%, e os para janeiro de 2021 tiveram alta de 7,12% para 7,14%. Na ponta longa, as curvas com vencimento em janeiro de 2023 avançaram de 8,23% para 8,24%, e as para janeiro de 2025 foram de 8,75% para 8,76%.

Quer entender melhor como as taxas de juros dos Estados Unidos influenciam o comportamento dos ativos brasileiros? A Julia Wiltgen te explica:

Petrobras em queda

As ações da Petrobras caíram mais de 1% nesta quinta-feira, pressionadas pelas perdas expressivas do petróleo no exterior. No momento, os papéis ON da estatal (PETR3) recuaram 1,5%, enquanto os PN (PETR4) tiveram queda de 1,40%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As perdas são amenizadas pelo noticiário corporativo envolvendo a empresa. A Petrobras finalizou a venda de sua participação na refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, para a Chevron, por US$ 467 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhão).

Itaú destoa

As ações dos bancos fecharam o pregão desta quinta-feira em alta, mas os papéis PN do Itaú Unibanco (ITUB4) se destacaram e subiram 0,67% — a empresa divulga seus resultados trimestrais nesta quinta-fera, depois do fechamento dos mercados.

Bradesco PN  (BBDC4) teve alta de 0,6%, Bradesco ON (BBDC3) avançou 0,39% e as units do Santander Brasil (SANB11) tiveram ganho de 0,64% e Banco do Brasil ON (BBAS3) subiu 0,22%.

CSN lidera perdas

As ações ON da CSN (CSNA3) tiveram o pior desempenho do Ibovespa nesta quinta-feira, em queda de 4,47%. Além do ajuste negativo gerado pelo Fed, os papéis também foram afetados pela notícia, publicada pelo Valor Econômico, de que a empresa precisará importar aço por causa da manutenção de um dos altos-fornos em Volta Redonda — a parada irá de 28 de junho a 28 de agosto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O setor de siderurgia e mineração como um todo teve um dia negativo. Vale ON (VALE3) recuou 2,32%, Gerdau PN (GGBR4) caiu 1,06% e Usiminas PNA (USIM5) teve baixa de 2,09%.

Papel e celulose vai bem

Os ativos da Suzano e da Klabin apareceram entre as principais altas do Ibovespa: Suzano ON (SUZB3) subiu 2,97%, liderando os ganhos do índice, e as units da Klabin (KLBN11) avançaram 0,6%.

Nesta manhã, a Klabin reportou prejuízo liquido de R$ 196 milhões no primeiro trimestre deste ano, revertendo o lucro de R$ 125 milhões registrado há um ano. No entanto, o Ebitda da companhia avançou 32% na mesma base de comparação, chegando a R$ 1,005 bilhão.

Já a Suzano foi beneficiada pelo avanço do dólar, uma vez que as exportações de papel e celulose respondem por boa parte de sua receita — assim, o fortalecimento da moeda americana tende a impulsionar a geração de receita da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estreantes

A B3 divulgou hoje a terceira prévia da carteira do Ibovespa, que vigorará a partir de 6 de maio. E duas ações entrarão no índice: Azul PN (AZUL4) e IRB ON (IRBR3).

Como resultado, ambas apareceram no campo positivo nesta quinta-feira: os ativos da Azul subiram 1,76% e os do IRB tiveram alta de 2,77%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DINHEIRO NA CONTA

Renda extra vai pingar: B3 (B3SA3) pagará R$ 372,5 milhões em juros sobre capital próprio — até quando investir para ter direito?

27 de março de 2026 - 13:11

Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta

VEJA DETALHES DO BALANÇO

Azul (AZUL53) tem prejuízo 330% maior em 2025 e projeta ‘voo eficiente’ para este ano

27 de março de 2026 - 12:57

Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números

FII EXPERIENCE 2026

FIIs de shopping centers estão com os dias contados? Gestores dizem que não — e a reforma tributária é um dos motivos

26 de março de 2026 - 19:58

Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa

QUEM LEVA ESSA?

Na mira do dinheiro gringo: Goldman elege o Brasil entre emergentes e revela as ações para lucrar

26 de março de 2026 - 18:15

Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco

IMERSÃO MONEY TIMES

“Para quem estava com medo da bolha em IA, agora é hora de entrar”: tensão global derruba ações e abre ponto de entrada

26 de março de 2026 - 16:00

Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor

O MOTOR DO PREGÃO

Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa

26 de março de 2026 - 13:50

Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor

UM ATIVO, UMA INQUILINA

Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação

26 de março de 2026 - 12:40

O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina

HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia