🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

a hora e a vez das ações

Juro baixo empurra investidor para Bolsa; especialistas indicam atalhos

Busca por novas opções mais rentáveis exigirá mais trabalho, mais exposição a riscos e terá de passar necessariamente pela diversificação das aplicações

Estadão Conteúdo
4 de novembro de 2019
8:23 - atualizado às 9:36
Imagem: Shutterstock

O cenário está preparado para a Bolsa de Valores brilhar no palco. Senão por um punhado de outros motivos que lhe são favoráveis, simplesmente porque os juros estão baixos e podem cair mais. Na semana passada, os técnicos do Banco Central cortaram novamente a taxa básica da economia, a Selic, que desceu para seu piso histórico, a 5,0% ao ano. Isso vai empurrar o investidor para o segmento de renda variável, que oferece mais risco, em busca de melhor retorno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil, os especialistas destacavam que os juros nominais e, também, os reais (descontada a inflação) sempre foram obstáculo ao avanço da Bolsa de Valores. Nos últimos 20 anos, o CDI, uma taxa de juros que caminha lado a lado com a Selic, acumula um retorno de 1.053%, contra 816% do Ibovespa. Mas isso está mudando.

Nos últimos três anos, o CDI se valorizou 25,70%, enquanto que o principal índice da Bolsa ficou em 65,15%. Daqui para a frente, os economistas do mercado esperam por uma taxa de juros ainda mais baixa e que deve se manter nesse patamar por pelo menos 18 meses - deslizando para o terreno negativo caso haja um acidente de percurso da inflação.

Mas o que fazer então? Na opinião de economistas e gestores, a busca por novas opções mais rentáveis exigirá mais trabalho, mais exposição a riscos e terá de passar necessariamente pela diversificação das aplicações, combinada com uma postura diferenciada do investidor.

Para o agente de investimentos Eduardo Santalucia, antes de decidir diversificar em Bolsa de Valores, cabe ao investidor avaliar o perfil de tolerância ao risco, se ele suporta a turbulência das ações. Mas algumas iniciativas também podem deixar a renda variável menos arriscada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem pressa

A primeira delas vem do planejador financeiro Rodrigo Assumpção, da Planejar. Segundo ele, a dica é não empregar em ações o dinheiro que tem data certa para ser usado. Em outras palavras, as aplicações na Bolsa de Valores devem ser feitas por prazos mais longos, de modo a permitir que eventuais quedas das cotações sejam compensadas por novas altas.

Leia Também

"Em prazos mais longos, a rentabilidade tende a ser interessante. O investidor que entra com meta de curto prazo, corre o risco de entrar na alta e sair na baixa, devido a euforia do momento", diz Assumpção.

Na segunda dica, Santalucia pede sangue-frio para não vender as ações no primeiro tombo do mercado, com a possibilidade de prejuízo, desfazendo-se delas durante um movimento de baixa.

E uma terceira está ligada à destinação dos recursos em ações de diferentes setores da economia, evitando empregá-los em um único ou poucos papéis. A famosa "carteira previdência", de Luiz Barsi, o maior investidor pessoa física da Bolsa, tem 12 empresas, de segmentos diversificados - de bancos a empresas de energia. "São ações de empresas que não vendo. As do Banco do Brasil estão comigo há 32 anos", afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diversificação

O esforço de diversificação poderá seguir uma estratégia que consiste em deixar na renda fixa o dinheiro que será usado regularmente e empregar na renda variável, atrás de um retorno mais interessante, a parte dos recursos que pode ser esquecida por bom tempo. "A renda ainda tem um papel importante, que é de manter aquela reserva de emergência, o dinheiro do dia a dia’, diz Gilberto Abreu, diretor de investimentos do banco Santander.

Na opinião do agente de investimentos Eduardo Santalucia, a calibragem ideal na distribuição de recursos entre renda fixa e renda variável para quem não está habituado com o sobe e desce do mercado contempla a destinação de no máximo 15% a 20% para a bolsa de valores.

Perspectivas

Segundo o especialista, pela atual conjuntura, de juros baixos e perspectivas de reação da economia, o mercado de ações só pode reagir positivamente. "Tenho certeza de que a Bolsa ganha do CDI ou da Selic que seja, em torno de 4,50% ao ano, em 2020."

A sugestão dele para o iniciante que vai estrear na Bolsa de Valores são os fundos de ações passivos, chamados de ETFs (Exchange Traded Funds, na sigla em inglês). São fundos que têm como referência de rentabilidade determinado índice, como o Ibovespa. "Nos fundos de ações passivos, o investidor só deve ter paciência para suportar a volatilidade, os soluços do mercado, sem ter outro tipo de preocupação." Com esse cuidado, a possibilidade de ser bem-sucedido é grande, na opinião dele. "A Bolsa que cai, volta, com recuperação, no médio prazo, porque tem muitos investidores interessados na compra de ações."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o sócio da Monte Bravo Assessoria de Investimentos, Rodrigo Franchini, destaca os fundos de gestão ativa, em que os administradores vão buscar a melhor rentabilidade e, no caso de queda do mercado tentam minimizar as perdas.

Na opinião dele, entre os setores com maior potencial de valorização na Bolsa estão os de educação e consumo, beneficiados como o aumento de renda do brasileiro, e o de energia, em função dos investimentos do governo, em infraestrutura. (Colaboraram Renato Jakitas e Talita Nascimento)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar