‘Desculpinhas’ e metas não atingidas
Se tem uma coisa que não faltou no Brasil nos últimos anos foi notícia. Lava Jato, impeachment, crise econômica, eleições animadas e, infelizmente, uma infinidade de tragédias. Eu praticamente me mudei para a redação. Parei de nadar e frequentemente pulava o almoço. Comia alguma tranqueira na hora que desse. O resultado foram quase 10 quilos […]

Se tem uma coisa que não faltou no Brasil nos últimos anos foi notícia. Lava Jato, impeachment, crise econômica, eleições animadas e, infelizmente, uma infinidade de tragédias. Eu praticamente me mudei para a redação. Parei de nadar e frequentemente pulava o almoço. Comia alguma tranqueira na hora que desse. O resultado foram quase 10 quilos a mais e estou na batalha até hoje para me livrar deles. É a minha meta pessoal para 2019.
Amanhã tenho um retorno à nutricionista e preciso encarar o fato de que não bati a meta. Já estou ensaiando um discurso e procurando culpados: o bolo quatro leites da minha amiga, a cervejinha na sexta-feira, a quantidade de trabalho...
A BB Seguridade está na mesma que eu. A empresa apresentou ontem à noite mais um resultado ruim. Fechou 2018 com uma queda de quase 10% em seu lucro líquido, acima das suas próprias projeções no pior dos cenários. Uma grande decepção para o mercado.
A empresa também apresentou suas "desculpinhas" para os investidores para justificar os resultados. Que situação!
Vale lembrar que a BB Seguridade está na lista de empresas que o governo federal pretende privatizar. O Banco do Brasil já vendeu uma fatia pequena na bolsa, mas pretende se desfazer de mais ações. Se você está pensando em comprar os ativos do governo, é melhor dar uma olhada nos números da companhia. O Vinícius Pinheiro traz os detalhes do balanço financeiro aqui.

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Todo cuidado é pouco
O Comitê de Política Monetária (Copom) divulgou há pouco a ata de sua primeira reunião de 2019, que aconteceu na semana passada e manteve a Selic em 6,5%. O colegiado voltou a sinalizar que a possibilidade de alta da inflação é maior do que a de baixa e continuou adotando um tom de cautela. O Eduardo Campos te conta quais os destaques do documento.
É difícil sair do buraco
Eu estou torcendo pela recuperação do Brasil, mas não está fácil. Um levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) mostra que 40% dos setores da indústria fecharam 2018 em crise. Saiba mais aqui.
Como está o presidente?
A equipe médica do Hospital Albert Einsten disse que Jair Bolsonaro está quase bom. Ele recebeu alta da unidade de terapia semi-intensiva ontem e já está no apartamento. Se você quer acompanhar de perto o dia a dia do novo presidente, acesse o Diário dos 100 dias. O Eduardo Campos acompanha nos bastidores os momentos mais importantes do novo governo.
Boas notícias do Oriente
Mesmo com os crescentes entraves diplomáticos com os EUA e com a desaceleração econômica global, a China anunciou hoje que suas exportações e importações em janeiro cresceram. Os dados preliminares são do Ministério do Comércio chinês, que acredita em uma estabilização da economia do país nos próximos meses. Saiba mais.
A Bula do Mercado: hora de celebrar as boas novas

Depois de sucessivos acontecimentos que levaram o otimismo para longe, o mercado deve voltar a comemorar algumas “boas novas” hoje. Lá fora, a boa notícia vem dos EUA, onde republicanos e democratas conseguiram chegar a um acordo para evitar uma nova paralisação do governo (shutdown).
A notícia deve ser potencializada por aqui com a melhora no quadro clínico de Jair Bolsonaro, que não deve demorar muito para ter alta e voltar a comandar o governo. Com isso, devem ser renovadas as esperanças do andamento da reforma da Previdência.
Ontem, o Ibovespa recuou 0,98%, aos 94.421 pontos. Já o dólar teve o quarto dia consecutivo de alta e fechou a sexta-feira em alta de 0,99%, cotado a R$ 3,76. Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar os mercados hoje!
Um grande abraço e ótima terça-feira!
EMPRESAS
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