3 ações para comprar em março
O que Petrobras, Braskem e Natura têm em comum? Se você pensou no uso de petróleo e seus derivados na indústria de cosméticos, saiba que não é isso. A Natura não voltou atrás e segue sua linha de produção focada em sustentabilidade. As três empresas estão bem cotadas com os analistas e têm suas ações […]

O que Petrobras, Braskem e Natura têm em comum? Se você pensou no uso de petróleo e seus derivados na indústria de cosméticos, saiba que não é isso. A Natura não voltou atrás e segue sua linha de produção focada em sustentabilidade. As três empresas estão bem cotadas com os analistas e têm suas ações entre as principais recomendações para março.
Todo mês o Seu Dinheiro procura as corretoras para fazer uma pergunta indiscreta: se você pudesse escolher só 3 ações para comprar, quais seriam? É um pente fino da carteira recomendada, que, em geral, tem umas 10 ações. Eu sei que nem sempre você está disposto a comprar todas elas… Então, qual é a melhor?
Em sua estreia no Seu Dinheiro, a repórter Jasmine Olga reuniu as top 3 de nove corretoras nesta reportagem. Além das 3 ações que eu já te contei quais são, há recomendações de compra para ações de bancos, empresas de energia e até mesmo uma companhia em recuperação judicial. Recomendo a leitura para quem se interessa pelo assunto!

Dúvidas sobre ações? A Julia te responde
Se você é novato no mundo dos investimentos e ainda tem dúvidas sobre como investir em ações, fica tranquilo! A Julia Wiltgen fez um vídeo com as principais informações que o investidor precisa saber antes de comprar ações. Ela conta sobre os custos e alerta para as pegadinhas das corretoras. Corre lá para ver!

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Garoto-propaganda
Parece que, enfim, Bolsonaro resolveu colocar a cara a tapa em defesa da reforma da Previdência. E o caminho escolhido foi um que ele conhece bem: as redes sociais. Na largada da nova comunicação, o presidente disse esperar que a nova Previdência não se desidrate no Congresso e voltou a atacar “os segredos do BNDES”. O Eduardo Campos acompanhou a live de Bolsonaro e traz os detalhes para você.
Queremos os militares
O jogo político da reforma da Previdência está só começando, mas tem muito deputado que já bateu o pé com relação a alguns temas do projeto. O primeiro obstáculo é a tal da PEC dos militares, prometida pela equipe econômica de Bolsonaro e que terá como função incluir o setor nas mudanças da aposentadoria. O próprio líder do PSL na Câmara foi taxativo na noite de ontem ao dizer: “sem os militares, a reforma não anda”.
Como uma gangorra
E as discussões sobre a desidratação da reforma da Previdência não param. Mas, a princípio, as concessões oferecidas terão que ser “compensadas”. Foi isso o que disse o secretário de Previdência Social, Leonardo Rolim, em entrevista ao jornal "Valor Econômico" hoje. Segundo ele, a razão é que a PEC de agora está com uma folga menor do que a última, e como a meta do governo é ganhar R$ 1 trilhão, há menor margem de manobra para manter privilégios.
Parecia até um frevo naquele vai e não vai

A Rússia não tem nada a ver com a briga de Estados Unidos e China. Mas a letra de Luiz Gonzaga na canção “Pagode russo” até que cabe bem nas negociações entre os dois países para evitar uma guerra comercial. Depois de muito vai e não vai, nada está certo ainda sobre um acordo. Segundo o embaixador americano para a China, Terry Branstad, não há sequer preparativos para um encontro entre Trump e Xi Jinping. A afirmação não deve cair nada bem nos mercados.
A Bula do Mercado: China eleva temor de desaceleração global

As falas de Jair Bolsonaro sobre a Previdência caíram bem no mercado, especialmente após ele se envolver em polêmicas no Twitter. Se o mercado local ficou mais aliviado com o posicionamento de Bolsonaro, no exterior o clima não está nada bom.
Uma série de fatores ajudam a explicar a perspectiva sombria que se intensifica em torno da economia global. A dificuldade de se chegar a um acordo final entre Pequim e Washington desagrada os investidores.Também pesam contra a bolsa os dados da balança comercial chinesa e as previsões pessimistas com relação à economia da zona do Euro.
As bolsas asiáticas apresentaram queda influenciadas por Xangai, e na Oceania a Bolsa de Sidney chegou a recuar 0,9%. Wall Street amargou ontem sua quarta queda seguida. Em dia forte de oscilação, o Ibovespa encerrou o dia com alta de 0,13%, aos 94.340 pontos. O dólar fechou com um avanço de 1,28%, a R$3,88, maior cotação desde 27 de dezembro. Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje!
Um grande abraço e ótima sexta-feira!
Agenda
Índices
- IGP-DI de fevereiro que sai às 8h;
- FGV/IPC-S da 1ª quadrissemana de março e que também sai às 8h;
Oferta pública de ações
- Leilão de oferta pública para aquisição das ações preferenciais classe A da Comgás, promovido pela Cosan;
Bancos Centrais
- BC do Brasil divulga Relatório de Caderneta de Poupança em fevereiro;
- China divulga resultados da sua balança comercial e inflação em fevereiro;
- Estados Unidos divulga relatório mensal de emprego (payroll);
- Discursos da presidente do Federal Reserve de San Francisco, Mary Daly, e do presidente da instituição, Jerome Powell.
DEPOIS DA BONANÇA, A TEMPESTADE
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