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O CEO da companhia havia dito que a entregaria 100 mil veículos no trimestre, mas empresa chegou a 97 mil; papeis da Tesla abriram o dia em queda
As ações da Tesla, a montadora de carros de elétricos do bilionário Elon Musk, amanheceram em queda vertiginosa nesta quinta-feira, 3, após a empresa divulgar uma prévia de seus números mais recentes.
Os investidores se decepcionaram com a quantidade de veículos entregues pela companhia nos últimos três meses, que chegou a 97 mil. O CEO da Tesla havia dito, em setembro passado, que havia uma chance do resultado chegar aos 100 mil carros no período.
Por volta das 11h, os papeis da Tesla eram negociados a R$ 225,33 na bolsa americana Nasdaq, numa baixa de 7,33%, mas se recuperaram um pouco e encerraram o pregão em baixa de 4,15%. No ano, a ações da Tesla acumulam perdas da ordem de 30%. Acompanhe nossa cobertura de mercado.
Apesar da promessa frustrada do bilionário, o desempenho representa um recorde, segundo a empresa, que adiantou outros números que devem sair no balanço a ser divulgado em breve.
De acordo com a Tesla, foram entregues 79,6 carros do Modelo 3 e 17,4 mil unidades dos Modelos S e X nos últimos três meses. A produção total foi de 95,1 veículos.
"Assim como no segundo trimestre, quase todos os pedidos do Modelo 3 foram recebidos de clientes que não possuíam uma reserva anteriormente, solidificando a transição para gerar forte demanda orgânica", diz a companhia.
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No trimestre anterior, a empresa de Elon Musk havia entregue 95,2 mil carros elétricos — deste total, eram 17,6 mil unidades dos Modelos S e X, e outros 77,5 mil veículos do Modelo 3. A produção de automóveis chegou a 87 mil unidades.
No início do ano, a Tesla estabeleceu como meta a entrega de 360 mil a 400 mil novos veículos neste ano.
Somando os resultados dos três trimestres até aqui, a companhia já entregou pouco mais de 255 mil unidades — foram 63 mil veículos nos três primeiros meses.
Assim, considerando o limite inferior da projeção, a Tesla precisaria entregar pelo menos 105 mil veículos no último trimestre de 2019.
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
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