O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de analisar os mais de 10 mil tuítes feitos pelo presidente norte-americano desde que assumiu, os especialistas chegaram a conclusão que os tuítes do presidente geram volatilidade no mercado
Desde que assumiu o posto de presidente dos Estados Unidos, Donald Trump é um "twitteiro" assíduo e isso ninguém pode negar. Mas será que os seus tuítes geram algum impacto no mercado financeiro? A resposta é sim.
Quem diz isso são os analistas do banco internacional JP Morgan. Depois de analisar os mais de 10 mil tuítes feitos pelo presidente norte-americano desde que assumiu, os especialistas chegaram a conclusão que os tuítes do presidente geram volatilidade no mercado. As informações são do site Zero Hedge.
Para entender melhor como os caracteres escritos por Trump movem os mercados, os analistas do banco criaram um índice chamado de "Volfefe Index".
O nome teria sido uma mistura da palavra "volatility" (volatilidade, na tradução para o português) e coverage (cobertura, se traduzido para o português).
A razão para tamanho impacto está ligada ao fato de que Trump utiliza bastante a rede, principalmente para fazer anúncios.
Apenas para citar como exemplo, os dois últimos aumentos nos acordos comerciais que os Estados Unidos têm com a China foram feitos pelo Twitter.
Leia Também
Mesmo sem citar uma postagem específica, o JP Morgan destaca que, especialmente os tuítes envolvendo palavras como acordos comerciais e política monetária têm provocado movimentos no mercado.
Entre as palavras-chave citadas como as que mais geram algum movimento no mercado estão "China", "bilhões", "produtos", "democratas", "ótimo" e "dólares".

Outro ponto interessante da pesquisa feita pelo JP Morgan é que os tuítes geram um aumento na volatilidade dos títulos públicos americanos.
Por serem emitidos pelo governo da maior economia do mundo, esses títulos são conhecidos como o investimento mais seguro que existe. E são frequentemente usados como referência para todo o mercado financeiro internacional.
De acordo com o gráfico abaixo, é possível perceber que os tuítes são seguidos por um aumento de 0,5 pontos-base no retorno dos títulos de 10 anos do título americano, cerca de cinco minutos após a sua publicação.

Na avaliação do analista do banco Munier Salem, isso faz bastante sentido, especialmente por conta dos tuítes sobre o Banco Central americano (FED).
"Boa parte dos tuítes do presidente são focados no FED, e como as tensões comerciais têm sido vistas como as maiores e mais impactantes na performance da economia norte-americana no curto prazo, tais postagens geram uma reação do FED a esses desdobramentos comerciais."
Segundo o documento, o presidente possui uma média de 10 postagens por dia e 64,1 milhões de seguidores em sua conta.
Outro dado interessante é que das cinco da manhã até às 10 horas da manhã, a atividade do presidente é muito baixa.
Já do meio dia até às duas horas da tarde é o horário em que há o maior número de postagens. O ponto é que o mercado está aberto durante esse período, o que provoca volatilidade nos índices.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano