🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado ecoa acordo entre EUA e China

Progresso nas negociações comerciais entre EUA e China abre caminho para acordo parcial, mas incertezas ainda existem

Olivia Bulla
Olivia Bulla
14 de outubro de 2019
5:36 - atualizado às 9:38
No Brasil, os investidores veem cenário de inflação e juros ainda mais baixos

A semana começa com um feriado nos Estados Unidos (Dia de Colombo), o que mantém fechado os negócios com bônus e enxuga a liquidez em Wall Street, que abre normalmente hoje. Os investidores ainda ecoam o desfecho das negociações comerciais entre EUA e China, que adia novas tarifas contra US$ 250 bilhões em produtos chineses a partir de amanhã, mas já fazem uma releitura sobre o compromisso selado entre os dois países.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um acordo comercial parcial, referente à primeira fase, deve ser assinado no mês que vem pelos presidentes Donald Trump e Xi Jinping, durante a cúpula dos países da Ásia-Pacífico (Apec), no Chile. Só que os investidores esperam muito mais do que um simples aperto de mãos entre os líderes das duas maiores economias do mundo, o que mantém a cautela nos negócios.

Para saber mais, leia em A Bula da Semana.

Apenas a Ásia reagiu em alta ao anúncio de acordo parcial entre EUA e China, feito na última sexta-feira, uma vez que os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram no vermelho. Na Europa, as principais praças abriram em queda, penalizadas também pelas incertezas em torno do Brexit a cerca de 15 dias para a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

A libra esterlina tem fortes perdas em relação ao dólar, após relatos de que os planos do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ainda não são bons o suficiente. O euro é contaminado e também recua, com o dólar ganhando terreno frente a outras moedas, como o xará australiano. Nas commodities, o petróleo e o minério de ferro caem mais de 1%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, o sinal positivo entre as bolsas asiáticas ignorou os números piores que o esperado da balança comercial chinesa em setembro. Xangai liderou as altas, com +1,15%, ao passo que Hong Kong subiu 0,8% e o índice Shenzhen Composto avançou 1,4%. Tóquio permaneceu fechado devido a um feriado.

Leia Também

As bolsas chinesas relegaram a queda de 3,2% das exportações chinesas no mês passado, em termos dolarizados e em relação a um ano antes, bem como o recuo de 8,5% nas importações, no mesmo período. Com isso, o saldo da balança comercial chinesa ficou positivo em U$ 39,65 bilhões. A previsão era de quedas de 2,8% e -6%, respectivamente.

Mini acordo

Os números da balança comercial só realçam as perdas causadas pela disputa entre EUA e China, com as tarifas ora em vigor prejudicando a demanda e intensificando a perda de tração da atividade global. E o problema é justamente que o acordo parcial firmado entre os dois países não retira as tarifas anteriores já adotadas, por mais que adie novas sobretaxas.

Portanto, o “mini acordo” alcançado em Washington não altera os desafios em relação à desaceleração da economia global. Afinal, as questões cruciais entre os dois países seguem sem solução. Além disso, o risco é de que, antes de assinar a primeira fase, as negociações entrem em colapso de novo, já que há precedentes de quebra de acordo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, por mais que seja positivo, o acordo parcial não tende a ampliar o rali dos ativos de risco, que devem continuar respeitando o intervalo recente de negociação. Isso significa que dificilmente o Ibovespa irá superar a máxima histórica e o dólar irá cair abaixo de R$ 4,00 por causa do esfriamento da tensão comercial.

Para ir além, é preciso que um acordo mais amplo entre as duas maiores economias do mundo seja anunciado. Só assim, será possível superar essas barreiras de maneira mais clara. Assim, por mais que seja positivo, o acordo parcial não tende a ampliar o rali dos ativos globais de risco, que devem continuar respeitando o intervalo recente de negociação.

IPCA menor, Selic menor

No Brasil, a segunda-feira traz como destaque o relatório Focus (8h25). O documento do Banco Central deve trazer importantes revisões para baixo nas estimativas para a inflação oficial ao consumidor brasileiro e para a taxa básica de juros (Selic) em 2019 e em 2020. Essa perspectiva foi ventilada no mercado financeiro na semana passada, após os dados fracos do IPCA e da revisão do IBGE no cálculo do indicador.

A mudança é muito impactante. Levando-se em conta as alterações nos hábitos de consumo da população brasileira, o órgão que mensura os principais indicadores econômicos do país elencou o grupo Transportes como o de maior peso na composição do IPCA, superando a classe de despesa que se refere a alimentos e bebidas. Ou seja, a forma como as pessoas se locomovem passa a ser mais importante do que o se come.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tal mudança tende a retirar mais de 0,10 ponto percentual do resultado do IPCA em 2020, conforme cálculos de especialistas. Apesar de não parecer muito, esse efeito não só abre espaço para que o juro básico seja menor neste ano, indo à mínima de 4,5%, como facilita que a Selic siga em um nível baixo por mais tempo, no decorrer do ano que vem. Essa visão levou a uma correção na curva de juros futuros, com intensa devolução de prêmios.

Além da dinâmica inflacionária comportada, os dados de atividade têm apresentado um desempenho melhor que o esperado da economia brasileira, tornando o cenário de recuperação doméstica mais disseminado. Assim, se por um lado o cenário de inflação baixa sugere cortes adicionais na taxa básica de juros; por outro, a retomada econômica diminui a necessidade de mais estímulos pelo Banco Central.

Aliás, o calendário do dia traz também o índice de atividade econômica do BC (IBC-Br), às 9h, que deve confirmar a melhora da economia doméstica no terceiro trimestre deste ano. Já no exterior, o feriado nos EUA esvazia a agenda norte-americana hoje, mas a segunda-feira traz a produção industrial na zona do euro em agosto, logo cedo, e a inflação ao consumidor chinês em setembro, no fim do dia. Também são esperados dados da balança comercial brasileira (15h).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar