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A expectativa é que sejam apresentados o iPhone 11, assim como dois novos smartphones, o iPhone 11 Pro e iPhone Pro Max
Entre as tradições que a Apple costuma manter, uma delas é o lançamento de um dos seus principais produtos, o iPhone. Desde 2012, todos os meses de setembro são reservados para mostrar ao mundo o produto que é um dos sonhos de consumo de muita gente.
E como não podia deixar de ser, a companhia deve fazer o lançamento do iPhone 11 no próximo dia 10 de setembro. Isso porque a Apple começou a enviar convites para a imprensa para um evento da companhia na data. As informações são do site Business Insider.
Ainda que o dia não tenha sido confirmado de fato, a expectativa é que sejam apresentados o iPhone 11, assim como dois novos smartphones, o iPhone 11 Pro e iPhone Pro Max.
De acordo o site, os rumores são que o iPhone 11 venha com um sistema de câmera tripla em um quadrado, o que permitiria tirar fotos com uma grande angular e seria parecido ao sistema dos novos celulares da Samsung.
Outro ponto é que ele viria com uma ferramenta que permitiria que o cliente recarregasse o seu Apple Watch e os AirPods via wireless.
Outra possibilidade é o suporte à caneta eletrônica do iPad, o que tende a aproximar o lançamento à linha Galaxy Note, da Samsung. Dessa forma, a Apple deve apresentar uma versão miniaturizada da Apple Pencil para o celular, assim como mostram imagens vazadas.
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Ainda que os iPhones venham com novidades, nenhum deles deve ser dotado de tecnologia 5G. A expectativa é que a companhia apresente modelos desse tipo apenas em 2020, segundo o site.
Além do lançamento do iPhone, a Apple também deve apresentar mais informações sobre os serviços da Apple TV Plus, que vai concorrer com a Netflix e Amazon Prime Video, ao fornecer um catálogo de séries, filmes, documentários e shows exclusivos e não originais.
A empresa também deve oferecer mais detalhes sobre o Apple Arcade, um serviço de assinatura voltado para games com mais de 100 jogos exclusivos e que ficará disponível offline.
Mesmo depois de passar por tempos difíceis marcados pelo acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China, os papéis da Apple (código AAPL) apresentam alta de 33,54% no ano. Por volta das 10h55 desta manhã no horário de Brasília, eles estavam sendo negociados a US$ 209,04.
Mas a situação mais delicada não impactou tanto no balanço da companhia. Ao contrário do que apontavam as projeções para o balanço da Apple, a empresa capitaneada por Tim Cook reportou um conjunto de números relativamente sólido no segundo trimestre.
Na ocasião, a queda nas vendas de iPhones foi compensada por um aumento nas receitas geradas com iPads, iMacs e serviços, e as perdas na China não foram tão grandes quanto o imaginado.
A receita líquida da Apple chegou a US$ 53,8 bilhões no trimestre encerrado em junho, cifra 1% maior que a contabilizada no mesmo período de 2018, de US$ 53,3 bilhões. O resultado ficou ligeiramente acima da média das estimativas de analistas consultados pela Bloomberg, que apontava para receita de US$ 53,35 bilhões.
Por outro lado, o lucro líquido da empresa da maçã caiu 12,8% na mesma base de comparação, para US$ 10,04 bilhões. O lucro por ação, métrica que é acompanhada mais de perto pelos analistas lá de fora, ficou em US$ 2,18 — abaixo dos US$ 2,34 vistos há um ano.
Mas, apesar da queda na comparação anual, o lucro por ação ainda ficou acima das projeções dos analistas, que esperavam um ganho de US$ 2,10, também de acordo com a média calculada pela Bloomberg.
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