Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

As ações favoritas do mercado

Que ação seria o ‘Roger Federer’ do Top 3 das corretoras em agosto?

Dentre os papéis das empresas negociadas no Ibovespa, algumas companhias costumam se destacar com frequência entre as indicações das corretoras. Confira as principais recomendações de ações para agosto

Jasmine Olga
Jasmine Olga
8 de agosto de 2019
5:00 - atualizado às 9:43
O tenista suíço é sempre favorito em qualquer situação, até mesmo entre aqueles que não acompanham o esporte. Assim como Federer, a Petrobras também é uma aposta inabalável - mas entre os gestores do mercado. Confira - Imagem: Shutterstock

No meu grupo de amigos sou conhecida por sempre citar os fatos e estatísticas mais aleatórios sobre tênis em qualquer situação social. Sou apaixonada pelo esporte das raquetes desde que me entendo por gente. Nomes como Roger Federer, Rafael Nadal e alguns mais complicados como Anastasia Pavlyuchenkova costumam ter lugar nas minhas horas vagas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado de ações é um interesse mais recente, e desde que vim trabalhar aqui na redação do Seu Dinheiro ele só cresce. Quando me interesso por algo, costumo ir até o fim - é sempre bacana ter aquele fato curioso para contar no happy hour -, e comecei a notar até mesmo semelhanças entre o movimento da bolsa e o meu esporte favorito. Até me peguei pensando 'quem seria o Roger Federer do Ibovespa?', aquele que está sempre entre os favoritos, não importa o momento.

Bem, há quem ache os dois temas uma chatice, coisa de nicho. Mas há quem consiga ver empolgação no sobe e desce da bolinha amarela e dos ativos nos gráficos (se você está lendo esta matéria, é capaz que se encaixe aqui).

Posso até listar as semelhanças que vejo: há estrelas tradicionais que estão na boca do povo e mesmo quem não está por dentro conhece, febres passageiras que vão embora tão rápido quanto chegaram e novidades que ninguém sabem muito bem de onde surgem mas que mostram que vieram pra ficar.

Eu diria até que nossa lista com as principais recomendações das corretoras já é tão tradicional quanto os torneios de tênis. Em agosto não poderia ser diferente: fui atrás das principais corretoras para saber o que elas tinham em mente para este mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Top 3 das corretoras, tem papéis para todos os gostos. Além do nosso pódio, composto por Petrobras, CVC e um empate entre dois bancos - Bradesco e Banco do Brasil, também temos representantes do setor do varejo, energia, telecomunicações e mais. Confira.

Leia Também

Campeão dos campeões

Não, caro leitor, não me confundi e acabei mudando de esporte. A cabeça aqui continua no tênis (embora quando se trata de futebol, o 'campeão dos campeões' é o meu time do coração).

Tem horas que o líder do ranking pode até ser outro, mas quando se pensa em dominância é nele que estamos pensando. Não estou falando da lenda viva do esporte, Roger Federer, mas sim da Petrobras. Devo confessar que para mim, o tenista suíço e a estatal petroleira possuem muito em comum.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os papéis preferenciais da estatal (PETR4) não costumam decepcionar no ranking - em agosto foram 5 indicações, de Guide Investimentos, Mirae Asset, Necton, Quantitas e XP Investimentos -, e está sempre entre as favoritas das corretoras.

É verdade que quando as coisas não andam muito bem no lado político ela tem os seus momentos de dificuldade. Mas assim como na carreira de Federer, esses momentos parecem ser só percalços passageiros no caminho de um gigante.

Você que acompanha o Seu Dinheiro sabe que a petroleira tem investido forte no seu plano de se desfazer de ativos que não sejam considerados estratégicos aos planos da empresa. E a intensa atividade de venda de subsidiárias e ativos teve um reflexo no balanço do segundo trimestre, divulgado no dia 1º.

A venda da Transportadora Associada de Gás (TAG), ajudou o lucro líquido da companhia a alcançar invejáveis R$ 158,9 bilhões. Mas ao ajustar o resultado, o resultado recorrente teve uma queda de 53% na comparação anual, ficando em R$ 5,157 bilhões, abaixo do que era esperado pelos analistas ouvidos pela Bloomberg.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No primeiro trimestre, o processo de venda de ativos rendeu R$ 21,2 bilhões para a Petrobras. E o balanço do terceiro trimestre já deve trazer o impacto e números relativos ao processo de privatização da BR Distribuidora, que aconteceu via oferta de ações na B3.

Após a divulgação dos resultados, o presidente da empresa, Roberto Castello Branco, disse que a companhia deve concluir a venda de suas refinarias até 2021. Segundo os analistas da Necton, as expectativas locais em relação à privatização de algumas partes da companhia e processos de desinvestimentos continuam positivas e os planos da nova gestão é focar principalmente no pré-sal.

A escalada da tensão entre Estados Unidos e Irã também mantém a atenção dos investidores no preço do petróleo. Se seguir como está, o barril da commoditie, que sofre uma retomada do preço desde o último trimestre de 2018, pode atingir níveis acima de US$ 60 o barril.

O segundo semestre também guarda outras novidades, como o desfecho da questão onerosa, com o leilão dos campos excedentes. O encerramento da pauta, que caminha desde 2013 é visto com bons olhos por todos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ah, caso você tenha ficado curioso, Roger Federer não é o atual líder do ranking masculino. Atualmente a posição é de Novak Djokovic, mas assim como no Ibovespa, o tênis pode ser uma caixinha de surpresas (e favoritos sempre serão favoritos, até mesmo em cenários que não pareçam tão favoráveis).

Selo Ação do mês

Ace!

A temporada anual de tênis sempre é jogada em diversos pisos e só está completa após passagens pelas quadras de grama, saibro e a quadra rápida, de cimento ou carpete.

Sempre com os os seus lucros bilionários, o setor bancário me lembra a temporada de saibro. O mais duradouro e constante dos pisos. Então, se no nosso jogo os bancos são o saibro, quem seria nosso Rafael Nadal, o 'rei do saibro'?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao contrário do tênis, aqui fica difícil cravar na linha uma alternativa concreta. Mas não dá pra negar que os bancões sempre marcam uma presença de peso e exercem uma dominância no Top 3 das ações recomendadas, mesmo que com certa alternância de poder.

Neste mês temos um empate técnico. Entre as ações preferidas das corretoras, os papéis preferenciais do Bradesco (BBDC4) e os ordinários do Banco do Brasil (BBAS3) representaram o setor e anotaram duas indicações cada no placar geral. 

Que o setor bancário é um dos que mais lucra no país pode até não ser novidade, mas os números dessas duas empresas contam muito mais história. 

O Bradesco, atualmente o segundo maior banco privado do Brasil, apresentou os seu resultados no dia 25 de julhoE os últimos números, referentes ao segundo trimestre do ano, continuou animando os especialistas. O lucro superou as projeções iniciais, que já eram bem otimistas, e teve um crescimento de 25,2% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando perto dos R$ 6,5 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A rentabilidade do banco também não decepcionou. Mesmo tendo uma desaceleração em vista dos três primeiros meses do ano, o Bradesco atingiu a casa dos 20% de retorno sobre patrimônio - 20,6% para ser mais exata. Vale lembrar que, no ranking da rentabilidade entre os bancões, a instituição atualmente está em uma briga acirrada com o Santander para conseguir a segunda posição.

Segundo a Necton, o Bradesco possui uma atuação mais focada no campo doméstico e uma base forte de clientes que vem de pequenas e médias empresas. Isso ajuda a explicar o desempenho superior aos seus concorrentes quando o assunto é a taxa crescimento do lucro.

Outro player do setor que sempre brilha nas indicações e no top 3 dos analistas é o Banco do Brasil. O banco estatal surfa na onda liberal do governo Bolsonaro desde o começo do ano, uma postura que agrada e muito o mercado.

Mas antes de analisarmos o BB sob o olhar da nova gestão e governo, vamos falar de números. Os resultados do segundo trimestre ainda não chegaram - serão divulgados hoje. Mas as expectativas já estão altas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto os analistas ouvidos pela Bloomberg esperam um resultado de R$ 4,2 bilhões, Mario Roberto Mariante, analista da Planner, projeta um lucro líquido recorrente de R$ 4,4 bilhões. O número seria "reflexo do incremento de margem financeira, da redução de PDD, crescimento das rendas de tarifas, aliado ao forte controle dos custos". Atualmente, o banco segue focado no crescimento de suas operações e no incremento de rentabilidade.

Voltando rapidamente para as atividades da nova gestão, a venda da participação indireta do banco no capital do IRB-Brasil RE, via BB Seguridade, também impactará positivamente os números. Mas somente no terceiro trimestre.

Seguindo a linha de outras estatais, o BB também planeja reduzir o seu gasto com pessoal. Com o Programa de Adequação de Quadros (PAQ), funcionários que se adequem às regras poderão aderir a um plano de desligamento incentivado. A medida deve gerar aumento de despesas no segundo semestre. Mas o resultado deve ter um impacto positivo no balanço por conta da redução de gastos já em 2020. Tudo isso tem grande potencial de impulsionar os papéis na bolsa.

Terceiro set

Tenho que confessar que no meio de tantos favoritos, sempre tem aquele que chama a nossa atenção e ganha a nossa simpatia. Nem sempre se trata do maior ou o melhor. No meu caso, quando o assunto é tênis, Andy Murray será sempre o meu queridinho, mesmo sendo o número 4 do Big 4, a quarta opção entre as opções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as favoritas das corretoras, a terceira posição do ranking de ações costuma ser a que mais varia. Mês a mês sempre espero ansiosa para ver qual será a grande novidade. Em agosto, foi a vez das ações ordinárias da CVC (CVCB3) se destacarem entre as indicações, sendo a escolha da Necton e da Planner Investimentos.

Hoje, a CVC é a maior companhia de turismo da América Latina e, segundo a Necton, vem apresentando um forte crescimento em seu número de reservas. Em 2018, o número total chegou a mais de R$ 16 bilhões em 2018.

Os resultados apresentados pela companhia no ano passado e no primeiro trimestre de 2019 têm sido consistentes e isso, claro, anima os especialistas. Só nos primeiros três meses do ano, a empresa apresentou um aumento de 13,8% no número de reservas com relação ao mesmo período do ano passado. Isso ajuda a explicar o ânimo dos analistas com o papel.

Nesta quinta-feira (8) a empresa divulga os seus resultados referente ao segundo trimestre de 2019. O analista Mario Roberto Mariante (Planner) diz que a corretora acredita que será mais um trimestre com um bom resultado líquido. " A receita líquida no Brasil somou R$ 440,3 milhões, aumento de 14,4% e o Ebitda do período cresceu 15,1% totalizando R$ 203,4 milhões no primeiro trimestre. O resultado líquido atingiu R$ 108,2 milhões, evolução de 17,5%".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além dos bons resultados, que podem ajudar a explicar a valorização de 13% das ações nos últimos 12 meses, a CVC também tem investido em novos rumos, ampliando a sua empreitada internacional. 

No ano passado, a companhia anunciou a aquisição da Ola Transatlántica Turismo. Para a Necton, essa é a principal estratégia de crescimento: aquisições de empresas com grande participação de mercado em suas regiões específicas. Essa jogada ajuda a companhia a atingir novos públicos e chegar a novas localidades, aumentando a sua capilaridade no continente por meio das lojas físicas. 

E não é só por terra que isso acontece. No universo online, hoje a maior concorrência do turismo, a CVC também quer ir mais longe. No primeiro trimestre, ante o do ano anterior, o crescimento foi de 124%. Em sua carteira mensal, a Necton destaca: "Com o cenário de recuperação econômica, acreditamos que a CVC apresenta fortes vantagens competitivas para capturar o crescimento do segmento de turismo no Brasil e América Latina". 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENCHEU O CARRINHO

Vai cair na conta? FII da XP compra 6 galpões logísticos por R$ 919 milhões; veja como ficam os dividendos

17 de abril de 2026 - 11:22

Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

Patria Malls (PMLL11) abocanha fatias de 5 shoppings enquanto tenta destravar fusão com outro FII; entenda o que está em jogo

17 de abril de 2026 - 10:55

O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII

FIIS HOJE

BTG Pactual Logística (BTLG11) aumenta dividendos em maior nível em 15 meses; confira quando o dinheiro cai na conta dos cotistas

16 de abril de 2026 - 14:41

O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados

UMA NOVA MARCA PARA A B3

Bolsa ‘quebra a banca’ com R$ 120 bilhões e bate recorde em cinco anos — e uma ação rouba a cena

16 de abril de 2026 - 12:44

O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional

SD ENTREVISTA

Dólar a R$ 4,90? Os dois motivos que explicam a queda da moeda — e por que isso não deve durar, segundo gestor especialista em câmbio

16 de abril de 2026 - 6:30

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim

NOVO TETO?

Ibovespa acima dos 220 mil pontos? O que dizem gestores com US$ 72 bilhões sob gestão

15 de abril de 2026 - 19:10

Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA

LUCROS COM ESG

Figurinha carimbada: B3 (B3SA3) é a favorita das carteiras recomendadas de ESG (de novo) – o que chama a atenção na ‘dona da bolsa’?

15 de abril de 2026 - 15:02

Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%

MOVIMENTAÇÃO

MBRF (MBRF3) tomba quase 10% na bolsa após venda de ações em bloco por fundo árabe; entenda

15 de abril de 2026 - 14:48

No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal

DOS FIIS AOS ETFS

O gringo também gosta de FIIs: fluxo estrangeiro chega aos fundos imobiliários, e isso é bom para os cotistas; saiba quais ativos estão na mira

15 de abril de 2026 - 6:03

Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários

MERCADOS HOJE

200 mil pontos logo ali: Ibovespa se aproxima de novo recorde, mas Petrobras (PETR4) joga contra

14 de abril de 2026 - 16:01

Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua

NOVO PREÇO-ALVO

Não tem mais potencial? BofA e Safra rebaixam recomendação de Usiminas (USIM5) e ação recua até 3%; confira o que dizem os analistas

13 de abril de 2026 - 18:42

Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos

GANHOS PARA O BOLSO

Dividendos de 12%: BTG reforça compra para Allos (ALOS3) após acordo com a Kinea

13 de abril de 2026 - 18:10

O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas

FIIS HOJE

Este FII vende imóvel alugado à Caixa Econômica e coloca R$ 3,6 milhões no bolso do cotista; saiba qual e entenda a operação

13 de abril de 2026 - 17:32

Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira

RETORNO TURBINADO

Petrobras (PETR4) dobrou o capital do acionista em 5 anos — mas quadruplicou o dinheiro de quem reinvestiu os dividendos

13 de abril de 2026 - 16:39

Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%

CÂMBIO E BOLSA

Dólar ladeira abaixo: moeda fecha a R$ 4,99 pela 1ª vez em dois anos; Ibovespa supera inéditos 198 mil pontos

13 de abril de 2026 - 15:50

Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra

RENDA PASSIVA

FII, FI-Infra e Fiagros: onde investir para garantir dividendos mensais, com isenção de imposto de renda, segundo o BTG

13 de abril de 2026 - 11:54

Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio

SOB NOVA PRESSÃO

Petróleo sobe, dólar avança, e Petrobras (PETR4) pega carona após Trump ameaçar Estreito de Ormuz; veja como os mercados reagem

13 de abril de 2026 - 10:45

A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade

PAPEL NA CARTEIRA

Esse fundo imobiliário é o favorito da XP para se proteger da inflação — e ainda conta com dividendo de 11,5%

12 de abril de 2026 - 13:09

A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação

IBOVESPA EM FESTA

Em semana euforia no Ibovespa, ações da Hapvida, C&A e Auren ‘fizeram a festa’, enquanto outras ficaram de ressaca; veja as maiores altas e baixas da bolsa

11 de abril de 2026 - 17:00

Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda

DANÇA DAS CADEIRAS NO ALTO ESCALÃO

Hapvida (HAPV3) tem a maior alta do Ibovespa na semana e lembra do ‘gostinho’ de ser querida pelo mercado. O que impulsionou as ações?

10 de abril de 2026 - 19:03

A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia