O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O setor aéreo liderou as perdas do Ibovespa nesta terça-feira, com as ações da Gol e da Azul fechando em queda. Itaú e Banco do Brasil também caíram
As ações das companhias aéreas Gol e Azul apareceram entre as maiores perdas do Ibovespa nesta terça-feira (10), acompanhadas dos papéis do Itaú Unibanco e do Banco do Brasil. No vértice oposto do índice, Marfrig e BR Malls despontaram entre as maiores altas.
As aéreas ficaram na linha de frente dos papéis de pior desempenho. Gol PN (GOLL4) caiu 4,61% e Azul PN (AZUL4) recuou 2,03%, embora não houvesse um fator específico para derrubar a cotação dessas ações no pregão de hoje.
Analistas e operadores apontaram apenas que dois dos fatores clássicos de pressão para empresas do setor fecharam em alta nesta terça-feira: o dólar e o petróleo — duas componentes da linha de custos de companhias aéreas.
Tanto o petróleo Brent para janeiro (+0,14%) quanto o WTI para fevereiro (+0,22%) encerraram com um ligeiro tom positivo hoje. No entanto, o importante não é a variação nesta terça-feira, mas, sim, os ganhos acumulados ao longo do mês: ambos os contratos da commodity têm valorizações de mais de 5% somente em dezembro.
O efeito negativo da valorização do petróleo acabou sendo multiplicado pelos ganhos do dólar à vista: a moeda americana fechou em alta de 0,47%, a R$ 4,1488. Ambas as variáveis são levadas em conta nos cálculos do combustível de aviação, uma das principais componentes de custos do setor aéreo.
Ainda há o fator "ausência de notícias positivas" no setor aéreo. Ontem, por exemplo, as ações da Gol fecharam em alta, em meio à proposta feita pela empresa para incorporação do Smiles, administrador de seu programa de fidelidade.
Leia Também
Por fim, os papéis da Gol e da Azul têm um 2019 bastante positivo, acumulando ganhos de mais de 48% desde o início do ano — o que, considerando os fatores citados acima, abre espaço para um movimento de realização de lucros.
O setor bacário como um todo teve um dia negativo na bolsa, mas os papéis PN do Itaú Unibanco (ITUB4) e ON do Banco do Brasil (BBAS3) se destacaram, com perdas de 1,45% e 1,44%, respectivamente.
No caso do Itaú, trata-se de um movimento de realização dos ganhos recentes: mesmo com a baixa de hoje, os ativos ainda acumulam ganhos de mais de 3% em dezembro. As ações do Itaú têm se beneficiado com a expectativa em relação ao IPO da XP Investimentos nos EUA 1 o banco possui uma fatia de 49,9% da empresa.
Já os papéis do Banco do Brasil caíram após o presidente da instituição, Rubem Novaes, descartar a possibilidade de o banco ser privatizado durante a gestão Bolsonaro — ele participou de audiência pública na Câmara dos Deputados. Você pode ver a íntegra da fala do executivo neste link.
Veja as cinco ações de melhor desempenho do Ibovespa nesta terça-feira:
Confira também as maiores baixas do índice:
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro