O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O setor de siderurgia dominou as altas do Ibovespa, com destaque para Gerdau e CSN; no lado oposto, a CCR caiu. Fora do índice, as ações da Tupy dispararam
O setor de siderurgia e mineração despontou entre os destaques positivos do Ibovespa nesta sexta-feira (20), com destaque para as ações da Gerdau e da CSN, que fecharam em alta. Na ponta oposta do índice, os papéis da CCR caíram, em meio ao noticiário corporativo intenso relacionado à empresa.
Gerdau PN (GGBR4) avançou 4,82% e CSN ON (CSNA3) teve ganho de 0,58%. Ainda no setor, Metalúrgica Gerdau PN (GOAU4) subiu 2,64%, Vale ON (VALE3) terminou em alta de 1,46% e Usiminas PNA (USIM5) valorizou 0,11%.
Todo esse bom humor em relação às mineradoras e siderúrgicas se deve aos dados reportados ontem pelo Instituto Aço Brasil (IABr), indicando tendencias mais saudáveis para o mercado. Em novembro, as vendas internas de aço bruto avançaram 0,4% na base anual, chegando a 1,6 milhão de toneladas.
Pode parecer pouco, mas, conforme destaca o BTG Pactual, a venda de aços longos no período foi bastante encorajadora, com um crescimento de 12% em um ano — um resultado que superou as expectativas do banco.
"Essa aceleração mostra que a recuperação que o setor aguardava começou oficialmente, sendo impulsionada em grande parte pela construção civil", escrevem os analistas Leonardo Correa e Caio Greiner. Por outro lado, as vendas de aços planos caíram 17% na mesma base de comparação.
Considerando a perspectiva de recuperação para o setor, o BTG diz que as ações da Gerdau são especialmente atrativas no atual nível de preço, atribuindo recomendação de compra aos papéis — os ativos da CSN e da Usiminas possuem classificação neutra.
Leia Também
O noticiário corporativo referente à CCR está particularmente agitado: na noite passada, a operadora de rodovias comunicou ao mercado a redução de 5,26% na tarifa de pedágio da NovaDutra, conforme determinado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Além disso, a companhia também informou que irá analisar a possibilidade de devolver a concessão da MSVias ao governo. Por fim, a CCR anunciou que Waldo Pérez assumirá o cargo de diretor financeiro a partir de janeiro, substituindo Arthur Piotto — um movimento que era esperado pelo mercado, dadas as turbulências enfrentadas pela empresa nos últimos anos.
O saldo disso tudo é uma reação ligeiramente negativa do mercado: as ações ON da CCR (CCRO3) recuaram 0,84% hoje.
...destaque para as ações ON da Tupy (TUPY3), que dispararam 12,68% nesta sexta-feira — a empresa comprou o negócio de componentes de ferro fundido da Teksid, subsidiária da Fiat Chrysler Automóveis, por 210 milhões de euros — o equivalente a R$ 948 milhões.
Confira os cinco papéis de melhor desempenho do Ibovespa nesta sexta-feira:
Veja também as maiores quedas do índice:
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045