Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Esquenta dos mercados

Pressão externa pode influenciar mercados negativamente

Desaceleração da produção industrial chinesa em novembro e decisão do Banco Central do Japão de reduzir as compras de bônus preocupam

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
14 de dezembro de 2018
7:12 - atualizado às 10:02
Na China, a produção industrial divulgada no início da madrugada cresceu 5,4%, decepcionando as estimativas - Imagem: Seu Dinheiro

Bom dia, investidor! Novos focos de pressão externa podem influenciar os mercados, com a desaceleração da produção industrial chinesa em novembro, a decisão do Banco Central do Japão de reduzir as compras de bônus e o comunicado da União Europeia, que descartou a renegociação do acordo do Brexit. Ainda hoje nos Estados Unidos são destaque as vendas no varejo. Aqui, a agenda é fraca, com os negócios a reboque das mudanças no cenário internacional que afetam os países emergentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na China, a produção industrial divulgada no início da madrugada cresceu 5,4%, decepcionando as estimativas de uma expansão de 5,9%, em mais um sinal de esfriamento da economia. Ruim para as commodities.

Também vieram mal as vendas no varejo, que desaceleraram de 8,6% em outubro para 8,1% em novembro, da previsão de 8,8%. Na sessão asiática, todas as bolsas estavam no vermelho, assim como os futuros em Nova York.

No Japão, o iene se fortaleceu (113,46/US$) após o Banco Central do Japão anunciar a redução das compras de ttulos de cinco a dez anos, a partir da próxima segunda-feira, numa iniciativa que visa reduzir a liquidez e os estímulos monetários.

Já a libra passou a cair com o comunicado da União Europeia descartando a possibilidade de mudar as condições do Brexit. Embora a primeira ministra do reino Unido, Theresa May tenha escapado da moção de censura, não tem votos para aprovar o acordo no Parlamento.
Na próxima quarta-feira, a União Europeia divulgará documentos para um cenário de divórcio sem acordo, o chamado “hard Brexit”. O presidente da Comissão Europeia, Jean‐Claude Juncker disse que May “está lutando duro, mas não vemos resultado”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil, as ondas de aversão ao risco já frustraram o rali de Natal (quando vários investidores voltam para a Bolsa, em dezembro) e projetam incertezas para 2019. A aposta na agenda reformista do futuro ministro da economia, Paulo Guedes, é o que tem sustentado um nível moderado de otimismo dos investidores, mas os avanços estão nas mãos do Congresso e das condições de governabilidade do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Leia Também

Copom avisou

Os alertas para a frustração fiscal e os riscos externos foram dados pelo comunicado do Banco Central, mas eles não foram considerados, ontem, quando o mercado preferiu ficar só com o lado bom. A recuperação lenta da economia, a elevada ociosidade e a trajetória benigna da inflação (até abaixo da meta) permitem projetar um tempo mais longo de juros baixos, em condições favoráveis para todo o resto.

As primeiras apostas de que a Selic pode nem subir em 2019 rivalizam com o aperto dos juros pelo Federal Reserve, o banco central americano, um deles contratado para a semana que vem e mais três no ano que vem, apesar dos apelos do presidente dos EUA, Donald Trump.

Junto com a pressão das remessas de fim de ano, isso explica boa parte da alta do dólar ontem, quando subiu 0,67%, para R$ 3,8840. A máxima intraday (R$ 3,8955) revela o flerte explícito com o patamar R$ 3,90.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O investidor externo mantém elevado o estoque em posições compradas no câmbio (US$ 40 bilhões), em nível próximo aos picos da eleição, no hedge contra o perigo de as coisas darem erradas no novo governo.

É verdade que o dólar também refletiu a alta contra o iene (113,61/US$) e o euro (US$ 1,1363), após o recado do Banco Central Europeu, que baixou as projeções do PIB e prometeu juro zero até o fim de setembro.

Show me the money

A saída do capital externo não se manifesta só no câmbio, mas continua na bolsa. Na terça-feira, houve mais uma forte retirada (R$ 485,2 milhões) da B3 pelo investidor estrangeiro. Naquele dia, o Ibovespa fechou em alta de 0,59%, a 86.419 pontos, longe da máxima, quando superou 87.500 pontos.

Muy amigo

Em Nova York, houve algum desconforto com os ruídos em torno de Trump, um dia após seu advogado Michael Cohen ser sentenciado a 36 meses de prisão por violações de campanha e evasão tributária. Cohen diz que o presidente sabia do suborno pago a duas mulheres com quem Trump teria mantido casos extraconjugais. Mas Trump negou responsabilidade e acusou o ex‐assessor de agir por conta própria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o caso de volta à cena, Trump voltou a prever um “acordo fantástico” com a China, que seria “incrível” para a economia americana, mas, desta vez, o efeito foi pífio nas bolsas em Wall Street.
O índice Dow Jones chegou ao fim do pregão em leve alta de 0,29%, a 24.597,38 pontos, o S&P 500 fechou estável (‐0,03%), a 2.650,54 pontos, e o Nasdaq teve queda moderada de 0,39%, a 7.070,33 pontos.

Agenda

Às 11h30, em Nova York, as vendas no varejo norte americano em novembro devem crescer menos: +0,1% (+0,8%/outubro). Excluindo automóveis, a previsão é de uma expansão de 0,2%, também abaixo do mês anterior (+0,7%).

Mais tarde, às 12h15, a produção industrial de novembro nos EUA tem previsão de +0,3% (+0,1%/outubro). Também estão previstos para hoje os índices preliminares índice de atividade dos gerentes de compras (PMI) de dezembro, industrial e de serviços (12h45). Às 16h, Baker Hughes (uma das maiores empresas de serviços de campos de petróleo do mundo) divulga os poços e plataformas de petróleo em atividade nos EUA.

Aqui

A agenda tem como destaques os dados de serviços em outubro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 9h) e emprego da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a Fiesp (15h).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Congresso, resta a apenas a votação do Orçamento/2019, prevista para a próxima terça-feira, para que comece o recesso de fim do ano. A Câmara já antecipou as férias, realizando ontem a última sessão plenária.

Isso acabou sendo positivo porque poupou o novo governo de algumas pautas‐bomba, como o projeto que trata do fundo social do pré‐sal para Estados e municípios com um perdão de dívida para Cemig (R$ 4 bilhões).

Outro projeto que ficará para a próxima legislatura é o que perdoa as dívidas do Funrural.

Curtas

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu liminar que anulava leilão da Amazonas Energia e liberou venda da CEAL (quarta-feira).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tribunal de NY aprovou em caráter definitivo o acordo fechado pela Eletrobras em ação coletiva.

Na Ultrapar, o conselho de administração aprovou plano de investimentos para 2019, no valor de R$ 1,762 bilhão.

A MMX informou que foi aprovada a redução do capital social da companhia para R$ 30 milhões.

Na Copasa, o conselho recomendou aprovação do Programa de Investimentos para 2019 (R$ 786 milhões).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Cyrela, o conselho aprovou pagamento de dividendos intermediários de R$ 0,5987/ação.

A Klabin informou que constituiu uma sociedade para a exploração da atividade florestal em Santa Catarina.

Na Localiza, o conselho de administração aprovou o pagamento de JCP de R$ 0,0745 por ação.

A B3 comunicou que a GIC Private Limited vendeu ações e passou a deter menos de 5% de participação.

 

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Bom Dia Mercado, de Rosa Riscala. Para ler o Bom Dia Mercado na íntegra, acesse www.bomdiamercado.com.br

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar