O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O alívio com a vitória da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, na luta pelo Brexit colaborou. Mas a moeda americana fechou o dia em elevação
A Bolsa de Valores de São Paulo conseguiu nesta quinta-feira fechar a terceira alta consecutiva na semana - mas sem grandes entusiamos. O Ibovespa ficou o dia todo no azul e terminou o pregão com elevação de 0,99%, com 87.837 pontos. O alívio com a vitória da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, na luta pelo Brexit colaborou. Alguns operadores chamam atenção para o volume de negócios reduzido em razão da proximidade das festas de final de ano. Mesmo com o bom resultado de hoje, o Ibovespa está negativo em 0,31% na semana e 1,86% em dezembro. O dólar encerrou o dia em elevação 0,67%, cotado a R$ 3,88 - três centavos a mais que o valor fechado ontem.
A moeda americana sobe, segundo analistas, repercutindo aos sinais do comunicado do Copom para uma política monetária estimulativa por muito tempo, porque o balanço de riscos indica uma inflação fraca e com perspectiva de que banco central dos EUA continue subindo juros. Esses dois fatores associados estimulam apostas contra o real.
Junta-se a isso ainda o aumento das remessas de capitais ao exterior neste período do ano. Os estrategistas do JPMorgan observam que empresas seguiram enviando capital para fora em nível consistente ao visto nos primeiros dias do mês. Dados do Banco Central mostram que somente até o dia 7, houve saída de US$ 2 bilhões pelo canal financeiro.
Na terça-feira (11), os investidores estrangeiros retiraram R$ 485 milhões da B3. Em dezembro, o saldo está positivo em R$ 1 bilhão. Mas no ano, está negativo em R$ 8 bilhões.
Um gestor de um fundo multimercado relata que a queda do dólar ontem para a casa dos R$ 3,85 atraiu compradores hoje de manhã para a moeda, já que prevalece a visão nas mesas de câmbio de que a tendência de curto prazo é de alta. O Société Générale prevê o dólar começando o ano na casa dos R$ 3,90, com tendência a chegar ao nível de R$ 4,05 em meados do ano.
Ontem, o Copom confirmou a expectativa de manutenção da Selic no piso histórico de 6,50% ao ano, pela sexta vez seguida, e no comunicado sinalizou que o juro básico não deve subir tão cedo.
Leia Também
Os investidores sentiram segurança depois que May escapou, ontem, de uma moção de censura no Parlamento britânico, ganhando sobrevida de, pelo menos, um ano.
Sem novidades no cenário doméstico com potencial de criar expectativas e fazer preço nas ações, o ambiente internacional manteve-se como principal referência dos negócios. As bolsas de Nova York enfrentaram instabilidade na maior parte do tempo, com as atenções divididas entre questões econômicas e políticas.
"O tom positivo do Ibovespa foi resultado da recuperação de algumas ações que estavam muito amassadas desde as quedas da semana passada até o início desta. É uma recuperação parcial, como podemos ver no acumulado do Ibovespa na semana e no mês", disse Ariovaldo Ferreira, gerente de renda variável da H.Commcor. Ele firma que a redução no volume de negócios é reflexo da menor ação dos agentes que operam no "day trade". Para ele, a proximidade do final do ano contribui para a redução da liquidez, mas não é determinante. "Sem fatos novos, dificilmente haverá o rali de Natal que alguns esperavam. Enquanto isso, aqueles que conseguiram ganhos em suas carteiras evitam comprometer esses resultados" O rali de Natal é quando investidores voltam para Bolsa em dezembro.
O petróleo operou em baixa mais cedo, após a Agência Internacional de Energia apontar aumento na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Mas se recuperou no período da tarde, quando foi divulgado que sauditas devem cortar as vendas para os Estados Unidos nas próximas semanas.
Petrobras PN teve avanço de 0,26% e a ON, de 0,53%.
O foco dos investidores agora se volta para a próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), na segunda-feira, dia 17, onde poderá ser agendada a data do leilão do excedente da cessão onerosa.
No âmbito das discussões sobre a revisão do acordo de cessão onerosa, ontem, o TCU solicitou ao Ministério de Minas e Energia (MME) e ao CNPE que enviem os estudos técnicos e econômicos que embasaram a proposta de aproveitamento dos volumes excedentes da cessão onerosa, bem como as minutas de termo aditivo, edital de licitação e contrato de exploração.
No Ibovespa, a maior alta da quinta-feira foi a da JBS ON, com mais de 4%. Já a BRF ON subiu 2,21%. De acordo com as projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), divulgadas mais cedo, a demanda internacional no mercado de suínos deve crescer em razão dos focos de Peste Suína Africana na China. O país, pelos cálculos da entidade, deve se tornar o maior comprador de carne suína do Brasil em 2019.
A ação da Companhia Paranaense de Energia (Copel) está entre os destaques positivos do Ibovespa nesta quinta-feira, com alta de 2,86%. Operadores citam os dividendos anunciados ontem pela companhia, além das perspectivas positivas para o próximo ano, e a queda registrada no pregão anterior.
Com o respaldo de um câmbio favorável e a proximidade da conclusão do acordo de fusão com a Fibria, Suzano ON ampliou os ganhos, com avanço de quase 3%. Em 2018, o papel acumula alta de 100,5%, embora em dezembro já tenha recuado quase 9%.
Segundo Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset, o processo acelerado de produção de celulose na China acabou trazendo maior pressão de preços, principalmente no início de dezembro, com um impacto pontual para os papéis no início desta semana.
Depois de passar mais da metade do dia entre as baixas da bolsa, a Gol PN reverteu a situação e encerrou o pregão como terceira maior alta, com 5,26%, depois que o Chefe da Casa Civil do governo Temer, Eliseu Padilha, anunciou a edição da Medida Provisória que permite a participação de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras. Segundo Padilha, essa participação pode chegar a 100%.
Também contou o pedido de recuperação judicial da concorrente Avianca ser deferido. Na terça-feira, as ações da aérea subiram 13,04%. O papel da Azul teve elevação de 0,74% (PN).
Hoje, o Juiz da 1ª vara de Falências de São Paulo, Tiago Henriques Papaterra Limongi, que aceitou o pedido de recuperação judicial, determinou que a suspensão das ações para arresto de aeronaves da Avianca movidas pelos arrendadores terá validade de 30 dias.
CVC ON foi uma das altas (2,44%), com ganhos pelo terceiro pregão consecutivo. O motivo é sazonal: a expectativa de aumento na receita com venda de passagens nesta temporada de férias.
A Embraer foi mal no Ibovespa hoje, com baixa de 1,05%. Incertezas sobre a finalização do acordo de fusão com a Boeing espantaram os investidores. Notícia do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, diz que as duas empresas não fecharão o acordo até o fim deste ano, e o mais provável é que ele somente seja finalizado entre o final de janeiro e fevereiro.
*Com Estadão Conteúdo
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores