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A transação de US$ 8,6 bilhões agradou os analistas e dá forças aos papéis da estatal no pregão desta segunda-feira
As ações da Petrobras despontam entre as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira, com o mercado reagindo positivamente à venda de 90% da participação da estatal na Transportadora Associada de Gás S.A. (TAG) por US$ 8,6 bilhões — a maior operação da estatal dentro de seu programa de desinvestimento.
O fechamento da operação foi confirmado pela própria Petrobras no início da noite de sexta-feira. O grupo Engie e o fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Quebec (CDPQ) foram os compradores do ativo.
A conclusão da venda da TAG foi elogiada por analistas, que destacaram o valor da transação e os efeitos benéficos para a alavancagem da empresa , entre outros pontos.
Como resultado, as ações ON da Petrobras tinham alta de 2,06% por volta de 11h50, enquanto os papéis PN avançavam 1,32%. No mesmo horário, o Ibovespa recuava 0,03%, aos 97.074,28 pontos.
Recomendação: Compra
Preço-alvo (ADR): US$ 20,00
"A transação da TAG representa mais um movimento positivo em direção ao que consideramos os dois principias elementos por trás da criação de valor da Petrobras: desinvestimentos de áreas em que não é a 'proprietária natural' e diminuição do custo de capital"
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"O plano de negócios da Petrobras incluía uma meta de alavancagem de 1,5 vez o Ebitda ao fim de 2020, ante 4,8 vezes no quarto trimestre de 2018. Acreditamos que caso a Petrobras consiga vender os principais ativos [contemplados no plano de desinvestimentos], essa meta pode ser atingida com mais de um ano de antecedência".
"A venda da TAG implica numa redução de alavancagem de 0,2 vez em relação a nossa atual estimativa para 2019, resultando numa alavancagem líquida de 1,7 vez caso nenhum outro ativo seja vendido até o fim do ano".
Recomendação: Outperform (compra)
Preço-alvo (PETR4): R$ 32,00
"Vemos a transação como positiva, dado que o ativo foi vendido com um prêmio em relação ao múltiplo atual da Petrobras, efetivamente destravando valor aos acionistas".
"Esperamos uma reação positiva do mercado porque a operação ressalta o comprometimento da administração com o programa de venda de ativos, acelerando o processo de desalavancagem da companhia".
"A transação foi avaliada em 8,4 vezes a relação entre o valor da empresa e o Ebitda, um prêmio significativo em relação ao múltiplo da Petrobras, de 5 vezes".
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