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Operadora de saúde abriu capital em abril de 2018 e viu seus ativos valorizarem 78% nos últimos 12 meses; nesta quinta, eram cotados a R$ 43
A B3 divulgou nesta quinta-feira, 1, a primeira prévia da carteira do Índice Bovespa que entra em vigor no dia 2 de setembro. Por ora, a novidade fica por conta da entrada das ações da NotreDame Intermédica (GNDI3).
A operadora de saúde abriu capital em abril de 2018 e viu seus ativos valorizarem 78% nos últimos 12 meses. Nesta quinta, os papeis da empresa estavam cotados a R$ 43, por volta das 14h50. Acompanhe nossa cobertura de mercados do dia.
Se apenas a Intermédica de fato entrar no Ibovespa, serão 67 ativos de 64 empresas no índice, que será válido até dia 3 de janeiro de 2020. A B3 divulga regularmente três prévias das novas composições, que são rebalanceadas a cada quadrimestre.
Ainda segundo a B3, os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram Itauunibanco PN (9,570%), Vale ON (9,098%), Bradesco PN (7,753%), Petrobras PN (6,797%) e Ambev ON (5,074%).
Na composição anterior, que vale até 30 de agosto, os ativos que registraram o maior peso foram Itauunibanco PN (9,997%), Vale ON (9,970%), Bradesco PN (8,754%), Petrobras PN (7,310%) e Petrobras ON (5,032%).
A prévia divulgada hoje é um pouco dissonante de um estudo que o BTG divulgou em julho. A partir de critérios da própria B3, analistas do banco calcularam que não só a Intermédica entraria para o principal índice da bolsa brasileira, mas também o próprio BTG.
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Para quem deseja investir em bolsa com uma exposição semelhante à da carteira do Ibovespa, existem duas formas: a primeira é por meio dos fundos de índice, mais conhecidos pela sigla em inglês ETF. Eles são negociados em bolsa como se fossem uma ação.
Existem quatro deles hoje que têm como objetivo seguir o Ibovespa: o BOVA11, sob gestão da BlackRock, o BOVV11, do Itaú, o XBOV11 (Caixa) e o BOVB11, do Bradesco.
Outra maneira de aplicar em uma carteira que acompanha o Ibovespa é via fundos de ações. Em ambos os casos, vale a pena conferir antes os custos, como a taxa de administração.
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