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Ministro da Economia não deu uma palavra no dia mais relevante de sua gestão até o momento

Depois de 45 dias de mandato e mais de três meses após a eleição, o governo Jair Bolsonaro tomou a decisão mais importante do governo. Fechou o texto base da reforma da Previdência, medida de “salvação nacional”, e onde estava o ministro da Economia, Paulo Guedes?
O homem mais importante no núcleo econômico do governo, que veio para dar um choque liberal em uma economia de bases arcaicas, não deu uma palavra sobre o tema, não emitiu uma nota oficial. Escapou dos jornalistas no Palácio da Alvorada, Procuradoria-Geral da República e Ministério da Economia e embarcou, em silêncio, para o Rio de Janeiro.
Depois de uma reunião no Alvorada, o escalado para dar uma palinha da reforma, depois de vazamentos e falsas “batidas de martelo”, foi o secretário especial da Previdência, Rogério Marinho. Que com sua calma habitual contornou a ansiedade dos repórteres, que insistentemente perguntavam da idade mínima, para dizer o pouco que foi autorizado a dizer.
Não que a figura do secretário não seja relevante, mas tendo em vista a montanha de expectativas que rondavam o tema e a importância vital dessa reforma, seria de bom tom que Paulo Guedes desse a “boa nova”.
Aliás, Guedes ainda não concedeu nenhuma entrevista coletiva desde que passou a comandar o Ministério da Economia, maior estrutura da Esplanada dos Ministérios, com a fusão de Fazenda, Planejamento, Industria e Comércio e outros órgãos.
Tenho insistido que até mais importante que conquistar votos no Congresso, ou se serão 62 anos para mulheres ou 65 anos para homens, é ganhar a “batalha da comunicação”. É não deixar que corporações públicas e outros atores se organizem e façam “memes”, vídeos e campanhas usando a figura do pobre como escudo contra a perda de privilégios e "direitos adquiridos".
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Ao menos não estou sozinho nisso, em entrevista ao “Estadão”, o ex-ministro Nelson Jobim afirmou que o verdadeiro foco de resistência à reforma está nas corporações do serviço público, como o Judiciário e o Ministério Público. Aliás, já vimos ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) falando em limite às reformas.
Guedes e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), parecem ter bastante ciência disso, pois já fizeram duras críticas às corporações e às “fake news” sobre o tema. Mas perderam uma grande oportunidade de explicar de forma clara para a população o que se pretende com esse 62/65 e 12 anos de transição.
Usando um termo de mercado, Guedes perdeu a chance de se "alavancar" com custo zero nessa batalha que tem de ser travada diuturnamente, pois teria todos os holofotes sobre ele e suas boas frases e comparações.
Mas enfim, no lado prático da coisa a primeira leitura do mercado foi bastante positiva, com o Ibovespa disparando minutos depois do anúncio para fechar ao redor das máximas do dia, acima dos 98 mil pontos.
As questões em aberto são muitas e até o dia 20 certamente teremos “vazamentos”, “balões de ensaio”, notícias de que essas idades não passam “nem a pau” no Congresso e todo tipo de ruído que informações incompletas podem gerar. O caminho será tortuoso com reflexo imediato nas cotações dos ativos financeiros.
Enquanto isso, ficamos no aguardo de Paulo Guedes e não dá nem para usar o famoso bordão “pergunta lá no posto Ipiranga”, porque ele é o referido posto.
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