Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

BENEFÍCIOS DE ELITE?

Luxo acessível? Revolut promete 120% do CDI, IOF zero e cartão premium para além da alta renda

Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros

Camille Lima
Camille Lima
5 de março de 2026
10:33 - atualizado às 12:12
Ultra, o novo cartão de crédito da Revolut.
Ultra, o novo cartão de crédito da Revolut. - Imagem: Divulgação

Por muito tempo, cartões premium, salas VIP e benefícios de viagem foram privilégios reservados a uma pequena fatia de clientes de alta renda. A Revolut quer mudar essa lógica no Brasil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Concorrente do Nubank, a fintech britânica anunciou nesta semana uma expansão robusta de sua operação no país, com a promessa de democratizar produtos tradicionalmente associados ao segmento premium

O pacote inclui crédito para todos os planos, câmbio sem taxas, investimentos internacionais e um novo cartão de elite. 

A ofensiva faz parte dos planos da Revolut para conquistar a chamada “principalidade” — quando o cliente passa a usar o aplicativo como sua conta financeira principal. 

“Estamos removendo barreiras de entrada, mantendo a exclusividade de um produto premium. Traremos para o Brasil o que há de melhor da Revolut no mundo, afirmou Glauber Mota, CEO da Revolut no Brasil, durante evento realizado na última quarta-feira (4). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o executivo, a ambição da empresa é replicar no Brasil a proposta global da fintech: se tornar a principal solução financeira para pessoas e empresas em mais de 100 países. 

Leia Também

Hoje, a Revolut soma mais de 70 milhões de clientes no mundo, com presença em mais de 40 países.

Crédito no centro da estratégia para o Brasil 

Se existe uma adaptação necessária para crescer no mercado brasileiro, ela passa pelo crédito. Segundo a Revolut, a estratégia global precisou ser ajustada à realidade local — onde o acesso ao crédito é um dos principais motores de relacionamento entre cliente e banco. 

Inicialmente testada apenas no plano de entrada, a função agora passa a estar disponível em todas as categorias da plataforma.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, clientes dos planos Standard, Plus, Premium e Metal passam a ter acesso a cartão de crédito, desde que sejam elegíveis. 

fintech afirma que a oferta também foi desenhada para atender públicos que costumam enfrentar dificuldades no sistema bancário tradicional, como empreendedores e criadores de conteúdo, que muitas vezes não conseguem comprovar renda pelos métodos convencionais. 

No modelo da Revolut, a lógica é diferente da adotada por bancos tradicionais. O acesso aos planos não depende de renda mínima ou convite. 

Revolut quer luxo acessível 

Um dos pilares da estratégia da Revolut é o conceito que a empresa chama de “luxo acessível”. A ideia é permitir que benefícios antes reservados a cartões de altíssima renda sejam acessados por qualquer cliente disposto a pagar pela experiência. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em vez de exigir renda mínima ou patrimônio elevado, a Revolut estrutura seus serviços em planos de assinatura. Assim, o cliente escolhe o pacote de benefícios — e paga por ele. 

“O cliente escolhe o plano pelos benefícios e pelo estilo de vida. A renda influencia o limite de crédito, mas não determina o acesso à categoria”, diz a empresa. 

Segundo a fintech, a proposta não é banalizar produtos premium, mas eliminar barreiras artificiais que historicamente restringiam esse tipo de experiência a poucos clientes. 

Essa lógica também se conecta ao lançamento do RevPoints, programa de fidelidade da fintech

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os pontos são acumulados tanto no crédito quanto no débito — incluindo compras internacionais — e podem ser convertidos em passagens aéreas com companhias como TAP, Iberia, Qatar Airways e British Airways. 

Nos próximos meses, a empresa pretende incluir também companhias brasileiras, com integração com programas como Latam Pass e Smiles. 

Novo cartão premium da Revolut: a estreia do plano "Ultra" 

A joia da coroa da nova estratégia é o lançamento do plano Ultra, a categoria mais exclusiva da plataforma.  

O pacote chega ao Brasil com um cartão físico da bandeira Visa com acabamento em platina e uma lista de benefícios voltados para viagens, investimentos e estilo de vida. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sistema de recompensas é um dos pilares do novo produto, oferecendo o acúmulo de 3 pontos por dólar gasto no crédito e 1,5 ponto no débito. Segundo a empresa, esses pontos poderão ser transferidos na proporção de um para um para diversas companhias aéreas internacionais por tempo indeterminado.  

Além disso, o plano oferece as maiores taxas de rentabilidade da plataforma, com as "caixinhas" rendendo 120% do CDI para reservas em reais e um rendimento de 3,81% ao ano para saldos em dólar. 

Entre os principais diferenciais do plano estão: 

  • Câmbio com spread zero em até R$ 20 mil por mês; 
  • Acesso ilimitado a mais de mil salas VIP em aeroportos ao redor do mundo; 
  • 10 operações mensais sem corretagem para negociação de ações e ETFs; 
  • Pacote de 14 assinaturas de serviços parceiros, incluindo Financial Times, WeWork e Tinder. 

Segundo a Revolut, o valor estimado desse pacote de benefícios pode chegar a cerca de R$ 1.400 por mês, ou aproximadamente R$ 17 mil por ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O plano Ultra tem mensalidade de R$ 249,99, mas clientes que gastarem R$ 30 mil por mês no crédito podem obter isenção total da taxa. 

Investimentos internacionais dentro do app 

Outra frente estratégica da Revolut no Brasil é a ampliação do acesso a investimentos globais.  

A plataforma agora permite que usuários convertam reais em moeda estrangeira e invistam diretamente em ações e fundos de índice (ETFs) listados nos Estados Unidos sem sair do aplicativo. 

A proposta é integrar conta internacional, câmbio, investimentos e cartão em um único ambiente digital. Segundo a fintech, isso reduz as barreiras que historicamente dificultaram o acesso de brasileiros à diversificação internacional. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Queremos que, no Brasil ou no exterior, o cliente se sinta como um local onde quer que esteja”, disse Mota. 

Câmbio sem taxas e conta remunerada 

Outro ponto central da estratégia é o câmbio. A Revolut anunciou uma nova política que promete spread zero e IOF zero em determinadas operações, dependendo do plano contratado.  

Cada categoria terá um limite mensal de conversão de real para outras moedas sem custos adicionais. 

A fintech também reforçou sua oferta de conta remunerada em reais. O produto permite rendimento de 100% do CDI com liquidez diária, podendo chegar a 120% do CDI em planos mais avançados, como Metal e Ultra. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esses recursos ficam armazenados nas chamadas “caixinhas”, que funcionam como reservas dentro do aplicativo. 

A ambição global da Revolut 

Hoje, a Revolut soma mais de 70 milhões de clientes em mais de 40 países. Segundo o CEO, o ritmo de crescimento da fintech é acelerado, com a adição de mais de 1,3 milhão de clientes por mês.

A meta da empresa é alcançar 100 milhões de clientes ativos em 100 países, consolidando-se como uma plataforma financeira global. 

Em 2024, a fintech registrou US$ 4 bilhões em receita, alta de 72% na comparação anual, com US$ 1,4 bilhão em lucro antes de impostos. Foi o quarto ano consecutivo de lucratividade da empresa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o CEO, o crescimento é sustentado por múltiplas fontes de receita — incluindo cartões, câmbio, crédito, investimentos e assinaturas — o que reduz a dependência de um único produto ou mercado.

Revolut quer licença de banco nos EUA 

Nesta quinta-feira (05), a Revolut solicitou uma licença bancária nacional nos Estados Unidos. O pedido segue outros rivais digitais, como o Nubank e Inter, que também foram atrás da bênção dos reguladores nos últimos meses para elevar a aposta pelo mercado norte-americano.

"Este pedido marca um marco importante na expansão estratégica da Revolut na América do Norte e reforça sua missão de se tornar a primeira plataforma bancária verdadeiramente global do mundo", afirmou a empresa, em nota.

Segundo a fintech, a licença bancária nacional dos EUA proporcionará vantagens estratégicas à Revolut, como o desenvolvimento de produtos mais rapidamente, atuação nacional sob um único arcabouço regulatório e acesso direto aos sistemas de pagamento norte-americanos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A licença ainda possibilita operações de crédito em larga escala e novas fontes de receita, permitindo que a fintech passe a oferecer diretamente empréstimos pessoais e cartões de crédito, além de depósitos segurados aos clientes nos EUA. Isso deve destravar margem financeira líquida e acesso a receitas bancárias essenciais, segundo a empresa.

A nova filial norte-americana será batizada de Revolut Bank US, N.A, e terá como CEO Cetin Duransoy, que já trabalhou na Visa e na Capital One. O executivo sucede Sid Jajodia, que permanece na empresa como diretor global de operações bancárias.

"Conquistar uma licença bancária nos EUA logo após expandir suas operações no México representaria um avanço significativo em direção ao objetivo de entrar em 30 novos mercados até 2030 e alcançar 100 milhões de clientes até meados de 2027", afirma a Revolut.

Aposta no esporte: Audi Revolut F1 

Embora normalmente opte por um marketing menos agressivo e mais silencioso, a Revolut decidiu reforçar a estratégia de fortalecimento de marca por meio de uma parceria global com a Audi na Fórmula 1.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A equipe passará a se chamar Audi Revolut F1, e contará com o piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, que também atuará como embaixador da marca. 

A aposta no esporte busca ampliar o reconhecimento da fintech no país — um movimento comum entre empresas financeiras globais que tentam ganhar espaço em mercados altamente competitivos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
POR TRÁS DO GRÁFICO

Brava Energia (BRAV3) sai como vencedora de acordo milionário com Petrobras (PETR4), mas ação cai. Por que o mercado torce o nariz?

28 de abril de 2026 - 14:25

Analistas veem ganhos claros para a Brava com operação, citando reforço no caixa e alívio na dívida — mas o outro fator incomoda os investidores

RESULTADO EMAGRECEU

Assaí (ASAI3) tem lucro 47% menor no 1T26, com queda no preço de arroz e feijão e canetas emagrecedoras; o que fazer com as ações agora?

28 de abril de 2026 - 11:45

Os resultados mostram que o cenário de consumo ainda está frágil, com juros altos e endividamento das famílias

TERMÔMETRO DO BALANÇO

Santander (SANB11) vai testar paciência do investidor? Banco dá a largada dos balanços do 1T26; descubra o que esperar do resultado

28 de abril de 2026 - 11:33

Mercado espera resultado mais fraco, com foco nos sinais de evolução da inadimplência e da qualidade de ativos. Veja o que dizem os analistas

Conteúdo BTG Pactual

BTG Pactual fortalece atuação no agro durante Agrishow 2026; confira

28 de abril de 2026 - 11:00

Com foco em crédito e soluções financeiras para investimentos em estrutura e maquinário, o BTG Pactual se posiciona como banco parceiro na Agrishow 2026

BALANÇO

Lucro da Gerdau (GGBR4) salta para R$ 1 bilhão no 1T26, enquanto guerra já começa a pesar na conta. O que fazer com as ações agora?

28 de abril de 2026 - 10:13

Companhia entrega balanço robusto em meio a cenário global mais apertado para o aço; veja os principais destaques do resultado e o que dizem os analistas

PROJEÇÕES REVISADAS

O minério de ferro vai dar uma trégua? A aposta do mercado para os números da Vale (VALE3) no primeiro trimestre de 2026

28 de abril de 2026 - 6:59

Mesmo com queda trimestral esperada, projeções indicam Ebitda acima de US$ 4 bilhões, impulsionado por metais básicos

O BRILHO DO AÇO

Gerdau (GGBR4) decide abrir o cofre e distribuir R$ 354 milhões em dividendos; Metalúrgica Gerdau (GOAU4) recomprará ações

27 de abril de 2026 - 19:57

A Metalúrgica Gerdau também anunciou nesta segunda-feira (27) o repasse de R$ 105,9 milhões (R$ 0,08 por ação) aos acionistas, com pagamento agendado para o dia 10 de junho

PIZZA FATIADA

O ‘milagre’ da multiplicação na Sabesp (SBSP3): uma ação pode virar cinco; entenda se o acionista ganha mais com isso 

27 de abril de 2026 - 19:44

A empresa de saneamento de São Paulo vota nesta terça-feira (28) o desdobramento de seus papéis, e o Seu Dinheiro conta como funciona o ajuste de preço, as datas de corte e o impacto para quem já tem SBSP3 na carteira

TCHAU, SÓCIOS

A estratégia da Petrobras para dominar o pré-sal de Jubarte por quase US$ 1 bilhão

27 de abril de 2026 - 19:06

Ao tirar Shell, ONGC e Brava do Campo de Argonauta, a estatal elimina as burocracias de negociação, simplifica a gestão e encerra processos de equalização que costumam dar dor de cabeça (e tomar tempo) para as petroleiras

TEM MAIS PELA FRENTE?

O ‘apagão chinês’ que está forjando a virada da Usiminas (USIM5) — ação ainda pode saltar 30%

27 de abril de 2026 - 17:13

Para analistas do UBS BB, tarifas antidumping contra a China e preços mais altos podem destravar valor para USIM5; Morgan Stanley está menos otimista

NEM LUXO, NEM BÁSICO

Santander (SANB11) vai à caça da média alta renda: banco quer levar cliente ‘do meio do caminho’ ao topo — e dobrar o Select até 2028

27 de abril de 2026 - 15:48

Com novo programa de recompensas e benefícios, banco quer fisgar cliente que fica no meio do caminho entre varejo e private, afirmou Thiago Mendonça ao Seu Dinheiro; veja a estratégia

INVESTIR PARA CRESCER

Nubank (ROXO34) anuncia investimentos de R$ 45 bilhões no Brasil em 2026; para onde irá este dinheiro?

27 de abril de 2026 - 13:15

Enquanto o Nubank avança em seus investimentos, o mercado aguarda os resultados para entender se essa expansão virá acompanhada de mais riscos

ALTA RENDA NO RADAR

Na rota do luxo entre Brasil e Miami: JHSF (JHSF3) compra operação de aviação executiva nos EUA e reforça ambições internacionais

27 de abril de 2026 - 12:01

A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia

AÇÕES COMO GARANTIA

Do grupo Mover ao Bradesco BBI: acionistas da Motiva (MOTV3) vendem participação para pagar dívida bilionária

27 de abril de 2026 - 10:57

A companhia tem 37 concessões em rodovias, aeroportos e trilhos e pode mudar de mãos para pagar dívida entre Bradesco e Grupo Mover

NEGOCIAÇÕES ACALORADAS

O nó da Raízen (RAIZ4): empresa faz nova proposta aos credores, mas bate o pé para manter Ometto no comando, diz jornal

27 de abril de 2026 - 10:01

A companhia tenta levantar até R$ 5 bilhões em novo capital e negocia alternativas com credores, que pressionam por mudanças na governança e discutem conversão de dívida em participação acionária

SAI LATACHE, ENTRA MAK

Oncoclínicas (ONCO3): sócio da Latache renuncia aos cargos de vice-presidente, CFO e diretor de RI

27 de abril de 2026 - 9:28

A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino

PRÉVIA DOS BALANÇOS

Itaú (ITUB4) vai ser o grande destaque da safra do 1T26 ou o Bradesco (BBDC4) encosta? O que esperar dos balanços dos bancos

27 de abril de 2026 - 6:11

Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos

DE OLHO NA AGENDA

Temporada de balanços ganha força: Vale (VALE3), Santander (SANB11) e WEG (WEGE3) divulgam resultados; veja o calendário da semana

26 de abril de 2026 - 16:42

Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade

REGRAS DO MERCADO

Por que a Ecopetrol não precisa fechar o capital da Brava Energia (BRAV3)?

25 de abril de 2026 - 16:02

As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle

FUSÕES

Sabesp (SBSP3) avalia transformar a EMAE em uma subsidiária integral

25 de abril de 2026 - 14:25

A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia