O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O noticiário corporativo intenso também movimenta as negociações. Na ponta positiva Hapvida e Intermédica se destacam. Já o GPA recua mais de 70% após a estreia do Assí na bolsa
O Ibovespa começa o primeiro pregão de março em alta firme, surfando o bom humor que chega de fora e revertendo parte da queda brusca que o índice sofreu na semana passada.
Por volta das 16h55 o Ibovespa subia 1,98 %, aos 112.209 pontos e o dólar à vista recuava 0,23% a R$ 5,5931. Na mínima, a moeda americana voltou a marcar R$ 5,55.
Com uma agenda de divulgações pesada nos próximos dias, o mercado fica de olho no avanço dos debates sobre a volta do auxílio emergencial, o avanço da pandemia no Brasil e a PEC emergencial, que vem sendo desidratada ao longo das últimas semanas.
No exterior, a aprovação do pacote fiscal de US$ 1,9 bilhão na Câmara dos Representantes na última sexta-feira (26) e dados macroeconômicos melhores do que o esperado animam os investidores nesta manhã. No entanto, as sucessivas interferências nas estatais listadas na bolsa e uma nova baixa na equipe econômica de Paulo Guedes limitam o potencial de alta do Ibovespa.
Enquanto a bolsa brasileira avança, o mercado de juros reflete a cautela local e tem mais um dia de alta. Confira as taxas do dia:
Destaque das últimas semanas, os títulos do Tesouro norte-americano (Treasuries) apresentam mais um dia de alta. Eles chegaram a cair no início das negociações, mas retomaram a trajetória positiva logo em seguida. A leitura é de que os pacotes de estímulos aprovados devem pressionar a inflação, fazendo com que o Fed (Federal Reserve, o Banco Central americano) altere sua política de juros antes do esperado.
Leia Também
Para Carlos Heitor Campani, professor de finanças do Coppead/UFRJ, a percepção de risco do calote americano ficou mais baixa ainda, também motivado pelo pacote de estímulos, e o avanço da vacinação, com mais um imunizante aprovado, devem trazer uma melhora para a economia americana.
Os títulos de longo prazo se valorizam com o aumento dos juros futuros dos EUA, o que torna esse tipo de investimento muito atraente para os investidores de todo o mundo. Assim, os recursos que antes iam para ativos de maior risco, como as bolsas, passam a ir para os de menor risco, como esses títulos.
Mas, hoje, o foco é nos aspectos positivos da aprovação do pacote de estímulos fiscais de US$ 1,9 trilhão pela Câmara norte-americana. A proposta vai para o Senado americano e deve sofrer alterações na cláusula de aumento do salário mínimo.
Essa medida será necessária para ter a aprovação dos senadores republicanos, que são metade do total da Casa. Segundo a proposta original, o salário mínimo sairia de US$ 7,25 por hora para US$ 15 por hora.
O mercado também recebe positivamente a notícia de aprovação da vacina da Johnson & Johnson contra a covid-19, a única até agora com uma dose única.
Refletindo esse cenário, as bolsas da Ásia fecharam em alta expressiva, ainda que o índice de atividade industrial chinês tenha caído ao menor nível dos últimos nove meses. Na Europa, o dia é de ganhos, impulsionado pelo bom desempenho do PMI da Zona do Euro.
As bolsas americanas buscam reverter as quedas dos últimos dias e avançam mais de 2%. Agora pela manhã, o índice de gerentes de compras do país (PMI) veio acima das expectativas dos analistas, subindo 60,7 em janeiro. A projeção era de uma alta de 58,9.
A temporada de balanços do varejo desta semana deve animar os investidores, com lucro e revisão de prejuízos de gigantes como Via Varejo, B2W e Magazine Luiza trazendo otimismo para o setor.
Entretanto, os debates sobre a PEC emergencial e a volta do auxílio podem não corroborar com esse otimismo e trazer instabilidade para a bolsa. O projeto de lei deve ser votado na quarta-feira (3), mas vem sofrendo sucessivos desgastes no meio do caminho, assim como a agenda liberal sendo pouco a pouco deixada de lado.
O texto deve passar hoje pela Câmara, sem a parte de desvinculação de gastos mínimos, o que foi motivo de atrito com os deputados na semana passada. O presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) já se declarou a favor da desvinculação total dos gastos.
Uma nova baixa na equipe de Paulo Guedes também aumenta a tensão no mercado doméstico. Na manhã desta segunda-feira, o secretário de coordenação e governança das empresas estatais (Sest) do Ministério da Economia, Amaro Gomes, pediu para deixar o cargo. Segundo o Broadcast, Diogo Mac Cord, secretário especial de Desestatização, Amaro Gomes recebeu uma proposta do setor privado, o que não deve ter relação com o atraso na agenda de privatizações do ministério.
Mas a saída ocorre em um momento pouco oportuno para a agenda liberal, tendo em vista que o presidente da República, Jair Bolsonaro, já afirmou que quer “colocar o dedo” em mais estatais. O secretário adjunto, Ricardo Faria, deve assumir o lugar de Amaro. Há pouco, o Ministério da Economia confirmou a saída do secretário, que será substituído pelo secretário-adjunto Ricardo Faria.
Depois de anunciar um acordo para a combinação dos negócios, as operadoras de saúde Hapvida e Notre Dame Intermédica são os grandes destaques positivos do dia.
Com a operação, a nova empresa dará origem à maior operadora de saúde do país e uma das maiores operadoras verticalizadas do mundo.
As companhias ainda devem votar em Assembleia a proposta. Inicialmente, cada acionista da Notre Dame receberá 5,2490 ações ordinárias da Hapvida por papel da empresa, além do valor de R$ 6,45. Na nova companhia, acionistas da Hapvida passariam a deter 53,6% do capital social, enquanto os da Intermédica terão 46,4%. O valor total estimado da operação é de R$ 116 milhões. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 16,74 | 8,00% |
| GNDI3 | Intermédica ON | R$ 92,60 | 6,78% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 31,18 | 5,80% |
| VVAR3 | Via Varejo ON | R$ 12,48 | 5,14% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 27,07 | 4,84% |
O Grupo Pão de Açúcar assume disparado o ranking de piores desempenhos do dia, após a separação do braço de atacado, o Assaí, e sua estreia na bolsa.
Enquanto as ações do Assaí disparam 400%, as da varejista recuam mais de 70%. Confira também as principais quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 22,40 | -67,20% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 28,65 | -4,88% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,48 | -3,33% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,67 | -2,42% |
| SBSP3 | Sabesp ON | R$ 36,00 | -2,17% |
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC