🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Mercado animado

Goleada: Ibovespa sobe pelo quarto dia e recupera os 104 mil pontos; dólar avança a R$ 4,12

Num dia de baixa liquidez, o Ibovespa aproveitou o tom relativamente tranquilo no exterior para continuar ganhando terreno. Já o dólar seguiu pressionado

Victor Aguiar
Victor Aguiar
14 de outubro de 2019
10:27 - atualizado às 10:52
Placar 4:0
Imagem: Shutterstock

O Ibovespa perdeu o jogo de ida contra a guerra comercial, na semana passada. O índice teve quedas firmes na segunda (7) e terça-feira (8), chegando inclusive a ficar abaixo do nível dos 100 mil pontos pela primeira vez em mais de um mês. Mas, na partida de volta, a bolsa brasileira virou o jogo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E a virada foi em grande estilo: desde a última quarta-feira (9), o Ibovespa não para de subir — nesta segunda-feira (14), engatou a quarta alta consecutiva, fechando o dia com ganhos de 0,45%, aos 104.301,58 pontos. É a primeira vez desde primeiro de outubro que o índice termina acima dos 104 mil pontos.

O Ibovespa até mostrou certa hesitação no início do dia, chegando a cair 0,38% logo após a abertura, aos 103.438,47 pontos. No entanto, a melhora de humor vista nos mercados acionários globais ainda durante a manhã deu forças à bolsa brasileira, levando-a ao quarto pregão seguido de ganhos.

Com isso, o Ibovespa está cada vez mais perto de zerar as perdas acumuladas no mês: agora, o índice cai apenas 0,42% desde o início de outubro. Uma recuperação e tanto, considerando que, na semana passada, as perdas no mês superavam os 4,5%.

No entanto, vale ressaltar que essa nova sessão de ganhos para o Ibovespa ocorreu num dia de giro financeiro pouco expressivo: ao todo, o índice movimentou R$ 10,8 bilhões hoje, o menor volume diário desde 27 de maio — data em que os mercados dos Estados Unidos e do Reino Unido estiveram fechados por causa de feriados locais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, nesta segunda-feira, essa situação praticamente se repetiu: comemora-se hoje o feriado de Dia de Colombo nos Estados Unidos — e, apesar de as bolsas americanas terem funcionado normalmente, a liquidez das operações caiu bastante no mundo todo.

Leia Também

Em Nova York, o Dow Jones (-0,11%), o S&P 500 (-0,14%) e o Nasdaq (-0,10%) também começaram o dia mais cautelosos, mas passaram por uma ligeira melhora ao longo da sessão, embora tenham encerrado no campo negativo.

Na Europa, por outro lado, o tom foi mais pessimista: as principais bolsas terminaram a sessão em queda, com destaque para o índice FTSE 1000, do Reino Unido, que caiu 0,46% — no velho continente, as dúvidas e incertezas relacionadas ao Brexit acabaram pesando sobre os mercados acionários.

EUA x China ainda nos holofotes

Os agentes financeiros iniciaram o dia ligeiramente mais cautelosos, reagindo com prudência aos dados abaixo do esperado da balança comercial da China em setembro. Os números fortaleceram a percepção de que as disputas com os EUA já estão trazendo impactos negativos à economia do gigante asiático.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse sentido, por mais que o acerto firmado entre Washington e Pequim na semana passada tenha sido comemorado pelo mercado — o Ibovespa, por exemplo, subiu quase 2% na última sexta-feira (11) — os agentes financeiros mostraram-se mais preocupados com o timing da conclusão desse acordo, de modo a interromper o quanto antes o movimento de desaceleração econômica global.

E o noticiário referente às negociações continuou desencontrado. Mais cedo, a Bloomberg noticiou que a China estaria querendo realizar mais conversas com os EUA antes de assinar os termos da trégua. Mas, no fim da manhã, surgiram relatos de que autoridades chinesas e americanas estariam conversando quanto a "um acordo final".

Assim, com informações desencontradas, o mercado passou por baixas e altas durante a manhã, passando a oscilar ao redor da neutralidade durante a tarde. "A guerra comercial deve se arrastar por mais tempo, EUA e China têm muita desconfiança um do outro e muita água ainda pode passar por debaixo dessa ponte", diz um operador.

Atividade fraca, Selic em queda

No cenário doméstico, destaque para a leve expansão de 0,07% no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) em agosto — um resultado que mantem a percepção de que a economia local segue fraca e que, portanto, há espaço para que o BC promova novos cortes na Selic.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A equipe de macroeconomia do Itaú Unibanco, por exemplo, passou a trabalhar com um cenário de 4,5% para a Selic ao fim desse ano, e de 4% no término de 2020 — as estimativas anteriores estavam em 5% ao ano. O Banco Fibra vai no mesmo caminho: aposta numa Selic a 4% no ano que vem, não descartando patamares ainda menores.

Essa leitura trouxe duas consequências para os mercados brasileiros: por um lado, as curvas de juros continuaram recuando — os DIs para janeiro de 2021 fecharam em queda de 4,58% para 4,57%, os com vencimento em janeiro de 2023 recuaram de 5,59% para 5,55%, e os para janeiro de 2025 foram de 6,25% para 6,24%.

Mas, por outro, a perspectiva de Selic mais baixa acabou trazendo pressão ao dólar à vista: a moeda americana fechou em alta de 0,81%, a R$ 4,1280 — na máxima, chegou a bater os R$ 4,1374 (+1,04%). Com a Selic recuando num ritmo tão rápido, acaba sendo menos atrativo para investidores estrangeiros ingressarem com dólares no país.

No exterior, o dia foi de ganhos generalizados para o dólar: a divisa ganhou terreno em relação às moedas forte e a maior parte das emergentes, como o rublo russo, o peso chileno e o rand sul-africano — o peso mexicano foi a exceção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar