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Parque temático espera receber 3 milhões de pessoas por ano; Alê Costa diz que se trata de uma estratégia que atravessa décadas
Investimento de R$ 2 bilhões, 70 atrações, área equivalente a quatro Central Parks — o famoso de Nova York, nos Estados Unidos — e o maior parque de diversões da América Latina. Essas são as informações gerais sobre o Cacau Park, aposta da Cacau Show em entretenimento que deve ser aberta ao público no final de 2027. Mas o que leva uma marca de chocolates a investir em uma iniciativa de lazer com valores tão gigantescos?
Foi isso que o CEO da empresa, Alexandre Costa, respondeu durante o evento Share Summit 2026, promovido pela empresa Noctua Advisory em parceria com a Beta Advisory — consultorias de hospitalidade e mercado imobiliário turístico.
A Cacau Show nasceu a partir da iniciativa de Alê — como é mais conhecido — em produzir chocolates com 17 anos para ajudar nas contas familiares e, hoje, acumula 38 anos de história.
No ano passado, a empresa registrou R$ 8,2 bilhões de faturamento, 30 milhões de clientes fidelizados, 22 mil funcionários e 4,7 mil lojas, sendo considerada a maior franqueadora do Brasil.
Segundo o "Willy Wonka brasileiro”, a entrada da Cacau Show no setor de lazer e entretenimento começou por obra do acaso, com a compra de um hotel que estava em leilão.
“Hoje temos três fábricas e uma delas fica em Campos do Jordão. Sempre que eu ia para lá, pousava perto de um hotel. Um dia, o dono me disse que precisava vendê-lo. Reformamos em três meses, tematizamos tudo com chocolate e, desde o primeiro mês, o negócio deslanchou”, afirmou.
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Esse foi o início do Bendito Cacao Resort & Spa, localizado no interior de São Paulo, em Campos do Jordão, e inaugurado em 2021. O hotel marcou a primeira aposta da marca nesse ramo. Três anos depois, veio o Bendito Cacao Family Resort, em Águas de Lindóia.
Com o interesse do público pelos hotéis, a Cacau Show percebeu uma mudança no perfil de consumo: “vimos que o jogo não era mais só sobre trocar produto por dinheiro. Os clientes agora querem experiências”, disse o CEO.
Com o foco em proporcionar experiência e aumentar a visibilidade da Cacau Show, a empresa chegou à ideia de um parque temático.
De um lado, a companhia cogitava um plano de internacionalização para crescer, mas ainda seria necessário todo o esforço de construir a solidez da marca no exterior.
De outro, havia a possibilidade de usar o poder do nome “Cacau Show” que já existia para aumentar a participação no próprio país em outras iniciativas, o que reforçou o plano do Cacau Park.
“Fomos visitar fornecedores na Itália e eu voltei dessa viagem com um investimento de cerca de 60 milhões de euros em equipamentos para um parque, incluindo a maior montanha-russa da América Latina”, afirmou.
O CEO da empresa afirma que esse é o maior investimento em marca feito pela Cacau Show nos últimos tempos, mas vê a iniciativa com bons olhos em relação a outras possibilidades.
Ele cita, por exemplo, as ativações publicitárias em grandes festivais de música, como Rock in Rio e Lollapalooza, que costumam reunir marcas de peso. Os custos para fazer parte desses eventos costumam ser elevados, com cifras milionárias por propagandas de alguns dias.
O executivo destacou que, “em vez de gastar dinheiro para fazer isso, a Cacau Show vai investir em um parque e entregar um presente para o Brasil”.

“Queremos oferecer uma experiência de encantamento. Existe um business plan, com tíquete médio, estacionamento, alimentos, merchandising e patrocínios, mas o principal é o propósito”, afirmou durante o evento.
Além disso, a ideia do parque é ser uma iniciativa perene para a marca. Alê Costa defende que não se trata de um projeto de curto prazo e, sim, um negócio que atravessa décadas de divulgação para a Cacau Show.
A estimativa é de que o parque receba três milhões de visitantes por ano e o impacto econômico na região em 10 anos seja de R$ 35 bilhões.
Um dos destaques do parque é a montanha-russa mais rápida e mais alta da América Latina, a Ghost Rider. Prevista para ser inaugurada em julho deste ano, alguns clientes selecionados em uma ação promocional poderão visitar o parque antecipadamente para usar a atração.
Os outros atrativos incluem 52 brinquedos, três hotéis, uma fábrica de chocolate, um shopping ao ar livre e restaurantes.
Durante o evento, o CEO também destacou que a marca reconhece ser uma novata no negócio de hotelaria e experiências e, portanto, está aberta a marcas parcerias, além de não descartar novas iniciativas.
“Faz sentido, por exemplo, a Bahia ter alguma iniciativa de hotelaria ou experiência ligada cacau? Faz completamente. Eu sempre acreditei em negócios com volume. Cacau Show é isso. Vamos tentar chegar a 10 mil apartamentos nos próximos anos e crescer do jeito que for”, disse o executivo.
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